Adri Allietti

Adri Allietti Inspirando mulheres na reconexão com a sua força, vulnerabilidade e prazer. Corpo, mente e coração.

Mae terra obrigada pelo seu sustento. Fogo sagrado sua força foi sentida. Uma honra ser sua portadora nessa cerimônia. N...
08/07/2026

Mae terra obrigada pelo seu sustento. Fogo sagrado sua força foi sentida. Uma honra ser sua portadora nessa cerimônia.

Na última lua cheia, em cerimônia, com talvez umas 100 mulheres na dança da lua em Portugal (Junho/2026) a força feminina com sua sutileza e profunda intensidade se fez presente nos meus ossos. Senti minha ancestralidade presente.

Percebi que era quase Impossível saber quando meu sentimento se esvaziava e de outra mulher começava, não por que me perdia de mim mesma mas porque a ilusão de sermos separadas era suavizada. Sinto que a cura numa cerimônia assim raramente é um ato individual, mas algo que de alguma maneira toca a todas ali presente e se espalha.

Gratidão hermanas por tanta força recebida, fui embora não com um sentimento que dançava com mulheres desconhecidas mas com o sentimento de que alguma forma misteriosa eu sempre pertenci a essa dança, a esse círculo, a essa roda.

Dançar para a Lua, Rezar pelas águas do planeta e sentir a presença dos elementos, do poder de estar em irmandade, da cura coletiva, oferecer meu ego, desapegar dos confortos, olhar para as sombras, relembrar de quem sou e de onde eu vim. Quanta medicina recebida. Quanta emoção. Quanta gratidão.

Gratidão eterna Abuela Adriana Ocelot por seus ensinamentos e pelo seu amor nesse caminho.

Especial obrigada a minha grande irmã por me mostrar o caminho vermelho Etel Rossi

Thank you Emily Sakhila⠀.↟. for our special ceremony.

14/05/2026

I use warm sesame oil for this, and sometimes I also oil my whole body, not just the joints.

What I love about this practice is how it invites me to slow down and meet my body with a little more care and softness before movement.

I started doing this more consistently during perimenopause, but this kind of support isn’t only for women in this phase. Menopause, postmenopause… or honestly anyone experiencing stiffness, dryness, or feeling disconnected from their body can benefit from it.

If you decide to try this before your movement practice, I’d genuinely love to know how it feels for you.

Also… I have a retreat coming up on May 31st where I’ll be sharing more perimenopause care practices, rituals, movement, and conversations around this transition.

If this speaks to you, send me a private message ✨

Obrigada amiga pelas trocas

Here is an invitation…A gentle pause from the noise, the rushing, the constant holding.A day of self-care, nourishing re...
12/05/2026

Here is an invitation…
A gentle pause from the noise, the rushing, the constant holding.

A day of self-care, nourishing rest, soft movement, deep breaths, and honest connection.
A space to soften your body, calm your nervous system, and reconnect with yourself in the presence of other women.

Together we will gather in Ballens, Switzerland for a day of embodiment practices, nervous system care, rest, ritual, nourishment, and sisterhood.
A quiet and beautiful space to slow down, receive, and remember the wisdom of your body.

Sunday, May 31, 2026
Ballens, Switzerland

If your heart longs for softness, this day is for you.

08/05/2026

Maybe it’s not just your hormones!
Maybe your body has been in survival mode for so long…
that exhaustion now feels normal.

The brain fog.
The weight that won’t move.
Feeling wired but tired.
Waking up already overwhelmed.

This is what happens when a woman lives too long in chronic stress.

Not only big trauma.

But the invisible stress we normalize every day:

holding everything together
taking care of everyone
always anticipating
always producing
always thinking

Your nervous system begins to believe you are not safe.

And when the body feels unsafe,
it prioritizes survival over vitality.

So It holds onto fat.
It slows down energy.
It disconnects you from pleasure.

Not because your body is failing you.

Because it is trying to protect you.

Maybe healing is not about fighting your body harder.

Maybe your body is asking for something else:

slowness
softness
safety
space to finally exhale

This is why I create spaces for women to reconnect with themselves again.

Not to become someone new.
But to remember who they were before survival mode took over.

Join us at the art of wellness day retreat on May 31st.

Link with more information👇🏻 and in Bio.

https://theartofwellness.lovable.app/

01/05/2026

(English below) - Esse poema / reflexão falado nesse vídeo, escrevi hoje,
Aqui , esse lugar que me refiro, é o lugar interno onde cada uma ou um de nós, pode sempre retornar.

Relembrar que esse caminho de voltar para si, é a medicina mais poderosa que podemos tomar.

Relembrar que a conexão que temos com nosso mundo interno, é a porta para muitos mundos, e que a vida que criamos fora, é uma reflexão do que vemos aqui dentro.
E que só existe um lugar, agora aqui é esse lugar.

*****

This poem / reflection spoken in this video—I wrote it today.

Here, this place I’m referring to is the inner place where each one of us can always return.

To remember that this path of returning to yourself is the most powerful medicine we can take.

To remember that the connection we have with our inner world is the doorway to many worlds, and that the life we create outside is a reflection of what we see within.

And that there is only one place—this here, now—is that place.

Os últimos seis meses foram intensos. Delicados. Desestabilizadores.Camadas de luto pessoal e coletivo.Meu pai faleceu h...
25/01/2026

Os últimos seis meses foram intensos. Delicados. Desestabilizadores.
Camadas de luto pessoal e coletivo.

Meu pai faleceu há três meses.
Meu marido perdeu o emprego e ainda está procurando.
Meus hormônios da perimenopausa trouxeram ansiedade, palpitações e irritabilidade para bem perto da superfície.

E aqui na Suíça, a tragédia em Crans-Montana nos abalou profundamente, tantas vidas jovens perdidas.

Minha mente viaja o tempo todo: medo do desconhecido, preocupação com minha mãe que está longe, e reflexões profundas sobre a morte e a impermanência.

A vida nos desafia. Às vezes com suavidade, às vezes tudo de uma vez.
A morte faz parte da vida. Empregos não são permanentes. Envelhecer é inevitável.

Então me pergunto: como podemos atravessar tudo isso com mais presença e resiliência?

O que mais tenho sentido me curar é estar em círculo com outras mulheres.
Seja guiando ou sendo guiada por outra mulher, algo se transforma quando realmente escutamos, somos escutadas e nos sentimos vistas

Sem esforço, sem performance, nossos sistemas nervosos começam a amolecer juntas.

As histórias delas me tocam. Despertam minha suavidade e me lembram da minha força. A vulnerabilidade delas convoca minha coragem. Ao realmente vê-las, eu me lembro de mim.

Nossa próxima roda de Mulheres será na sexta-feira, 30 de janeiro.
Vamos explorar com delicadeza o luto e a cura ancestral, praticar cuidados com o sistema nervoso e compartilhar saberes em um espaço seguro e acolhedor.

Se você está na Suíça, sinta-se carinhosamente convidada 🤍

Endereço

Búzios, RJ

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