27/08/2026
EU FIZ DUAS EXIGÊNCIAS ANTES DE AJUDAR A ELEGER DEMÓSTENES MEIRA.
A primeira foi clara: eu queria sentar na cadeira de prefeito no primeiro dia de governo.
Não para mandar. Não para ganhar cargo. Mas para mostrar que eu estaria presente e cobrando aquilo que havia sido prometido à população.
A segunda foi ainda mais dura:
“Se você roubar, eu vou denunciar você.”
Eu deixei isso claro antes mesmo de apoiar sua candidatura.
E foi exatamente o que aconteceu.
Quando percebi irregularidades na gestão, eu não me calei. Denunciei, ajudei a motivar o processo de impeachment e continuei defendendo que quem erra com o dinheiro público precisa responder pelos seus atos.
Ele foi preso.
E talvez essa seja a parte que mais surpreenda:
Depois de tudo, eu ainda cumpri uma promessa pessoal. Fui visitá-lo na cadeia.
Porque eu não acredito em política baseada em amizade, troca de favores ou silêncio.
Se alguém roubar, eu denuncio. Se for meu aliado, denuncio. Se for meu adversário, denuncio.
É assim que eu entendo a vida pública.
O dinheiro público não tem dono. A prefeitura não é propriedade de político. E mandato não é licença para fazer o que quiser.
Se um dia eu chegar a Brasília, quero fazer exatamente isso, fiscalizar, denunciar e cobrar, doa a quem doer.
Porque caráter não se prova quando tudo está bem. Se prova quando você precisa escolher entre a conveniência e a verdade.
🚨Sigam: André Lourenço