Rosane Freitas

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Rosane Freitas Criadora do Método FEES® e do Mapa da Lucratividade GPS7C®.

Rosane Freitas é Mentora de Empresários e Estrategista Empresarial com Visão Sistêmica, especialista em crescimento inteligente, rentabilidade e desenvolvimento de lideranças.

Uma leitura para quem acredita que resultado também começa na mente.Estou lendo Como Aumentar a Capacidade do Seu Cérebr...
29/09/2026

Uma leitura para quem acredita que resultado também começa na mente.

Estou lendo Como Aumentar a Capacidade do Seu Cérebro, de Joe Dispenza, e alguns conceitos me fizeram pensar imediatamente sobre vendas, liderança e comportamento.

Uma ideia central do livro é a capacidade de criar novos padrões por meio de aprendizado, atenção e repetição.

E isso me fez pensar:

Quantas vezes queremos um resultado diferente, mas continuamos repetindo exatamente os mesmos comportamentos?

Queremos vender mais, mas seguimos conduzindo as mesmas conversas.

Queremos mais foco, mas alimentamos as mesmas distrações.

Queremos mudar nossos resultados, mas mantemos os mesmos hábitos.

Por isso, trouxe alguns dos principais conceitos do livro nesses quadrinhos. 👆

Não como uma fórmula mágica, mas como um convite para refletir sobre aquilo que estamos repetindo todos os dias.

Porque desenvolvimento não acontece apenas quando aprendemos algo novo.

Também acontece quando começamos a agir diferente com aquilo que aprendemos.

Se você gosta de conteúdos sobre vendas, comportamento, liderança e desenvolvimento, coloque esse livro na sua lista de próximas leituras.

📖 Você já leu Joe Dispenza? O que achou?

23/09/2026

Durante a mentoria comercial estratégica de hoje de manhã, um ponto ficou muito claro;

comercial é estratégia.

Dentro de uma empresa, comercial precisa de direção, foco, processo e clareza.

Não é sobre usar gatilho para convencer alguém a comprar.

É sobre entender quem você consegue ajudar, qual problema essa pessoa tem e se a sua solução realmente contribui para a vida dela.

Porque existe a camisa perfeita.

Mas se ela não serve naquela pessoa, você não força.

Você encontra quem precisa daquela camisa.

É assim que eu vejo vendas.

O vendedor não está ali para convencer todo mundo.

Ele está ali para diagnosticar, direcionar e apresentar uma solução quando existe encaixe.

E isso também vale para a estrutura da empresa.

Cada função exige uma responsabilidade, uma competência e um perfil.

SDR é uma função.

Closer é uma função.

Gestor é uma função.

Customer Success é uma função.

Quando a empresa coloca uma pessoa para exercer várias funções simplesmente para economizar, ela pode até reduzir custo no curto prazo, mas também cria falta de clareza, sobrecarga e dificuldade para cobrar resultado.

E existe ainda um comportamento que prejudica muito o comercial:

o profissional que trabalha para receber elogio ou para não receber crítica.

Ele começa a dizer sim para tudo.

Assume tudo.

Evita conversas difíceis.

Promete mais do que consegue entregar.

E deixa de tomar decisões pensando no resultado.

Começa a tomar decisões pensando na aprovação.

Comercial exige equilíbrio emocional.

Um “não” do cliente não define o seu valor.

É informação.

Pode signif**ar falta de prioridade, falta de fit, falta de momento ou simplesmente que aquela solução não é para aquela pessoa.

E tudo bem.

Porque vender bem não é convencer todo mundo.

É saber quem você consegue ajudar e ter clareza para apresentar a solução certa para a pessoa certa.

Quando existe estratégia, direção e alinhamento, a venda deixa de ser pressão.

Ela passa a ser consequência de um bom diagnóstico. Todos ganham e prosperam!

17/09/2026

Mais velocidade ou mais direção?
Que tal, direção com velocidade?!

Seu negócio não precisa de mais velocidade.
Precisa de mais direção.

Porque não adianta acelerar se você está indo para o lugar errado.

Hoje, durante uma mentoria, trabalhei com um empresário que representa uma realidade muito comum: muito trabalho, muita movimentação, mas pouco resultado em lucro.

O problema não era falta de esforço.

Era falta de prioridade.

Então, antes de pensar em fazer mais, nós definimos o que realmente importa:

→ Quais produtos e linhas de produtos priorizar.
→ Quais ações de marketing executar até o final do ano.
→ Quais ações comerciais terão maior impacto.
→ Onde colocar energia, tempo e dinheiro.
→ E, principalmente, o que não fazer agora.

Porque quando tudo é prioridade, nada é prioridade.

E existe uma diferença enorme entre estar ocupado e estar avançando.

O tempo que você acredita estar “perdendo” no planejamento pode ser, na verdade, o investimento mais rentável do seu negócio.

Mais direção gera:

menos desperdício + menos custo + mais performance + mais lucro.

Agora, com setembro, outubro, novembro e dezembro pela frente, existe pressão por resultado.

Mas a resposta para essa pressão não é sair fazendo tudo.

É ter clareza sobre o que precisa ser feito primeiro.

Pressão sem direção gera cansaço.
Pressão com direção gera resultado.

Talvez você não precise trabalhar mais.

Talvez precise direcionar melhor o que já está fazendo.

Porque, muitas vezes, o caminho para dobrar o lucro não é dobrar o esforço.

É dobrar a precisão e resultado.

Não é pressa. É pressão.E nem toda possibilidade é um oportunidade!E existe uma diferença enorme entre pressão e tensãoH...
16/09/2026

Não é pressa. É pressão.
E nem toda possibilidade é um oportunidade!

E existe uma diferença enorme entre pressão e tensão

Hoje, durante uma mentoria de negócios na área comercial, trabalhamos um cenário bastante real:

15 dias para alcançar uma meta ousada, com uma equipe enxuta.

O primeiro movimento poderia ser entrar na tensão:

“Precisamos vender mais.”
“Não temos tempo.”
“Será que vamos conseguir?”

Mas tensão gera rigidez.

E rigidez reduz a capacidade de enxergar, decidir e agir estrategicamente.

Então mudamos o olhar.

Pressão é diferente.

A pressão coloca tempo, ritmo e movimento.

A própria vida nos mostra isso.

Um bebê nasce pela pressão.
Uma semente rompe a terra pela pressão.
Uma planta cresce, floresce e gera frutos através de forças que impulsionam sua transformação.

No comercial também é assim.

Existe pressão por prazo, qualidade, entrega, resultado e vendas.

A questão não é eliminar a pressão.

É saber conduzi-la.

E existe outra diferença fundamental:

possibilidade não é oportunidade.

Você pode ter dezenas de contatos, caminhos e alternativas.

Mas nem toda possibilidade é uma oportunidade de venda.

É preciso olhar para o perfil, o momento, a necessidade e o real desejo do cliente.

É aí que entra a estratégia.

Quando existe pressão saudável, você não olha apenas para “quanto falta para a meta”.

Você começa a perguntar:

Quais são as possibilidades?
Quais realmente são oportunidades?
Onde está o maior potencial de conversão?
Que ações podem gerar resultado dentro do tempo que temos?

Foi a partir desses dois norteadores — pressão x tensão e possibilidade x oportunidade — que estruturamos a estratégia comercial dessa mentoria.

Porque, no final, não é sobre trabalhar mais sob pressão.

É sobre pensar melhor quando o tempo está pressionando.

E talvez essa seja uma das habilidades mais importantes de um líder comercial:

transformar pressão em movimento, movimento em estratégia e estratégia em resultado.

E você?

Quando a meta aperta, sua equipe entra em pressão com ou sem tensão?
Aproveita as oportunidades, ou apenas f**a apenas nas possibilidades

14/09/2026

*Mais velocidade ou mais direção?*

Acompanha comigo…

Seu negócio não precisa de mais velocidade.
*Precisa de mais direção.*

Porque não adianta acelerar se você está indo para o lugar errado.

Hoje, durante uma mentoria, trabalhei com um empresário que representa uma realidade muito comum: *muito trabalho, muita movimentação, mas pouco resultado em lucro.*

O problema não era falta de esforço.

Era falta de prioridade.

Então, antes de pensar em fazer mais, nós definimos *o que realmente importa*:

→ Quais produtos e linhas de produtos priorizar.
→ Quais ações de marketing executar até o final do ano.
→ Quais ações comerciais terão maior impacto.
→ Onde colocar energia, tempo e dinheiro.
→ E, principalmente, o que não fazer agora.

Porque quando tudo é prioridade, *nada é prioridade.*

E existe uma diferença enorme entre estar ocupado e estar avançando.

O tempo que você acredita estar “perdendo” no planejamento pode ser, na verdade, *o investimento mais rentável do seu negócio.*

Mais direção gera:

*menos desperdício + menos custo + mais performance + mais lucro.*

Agora, com setembro, outubro, novembro e dezembro pela frente, existe pressão por resultado.

Mas a resposta para essa pressão não é sair fazendo tudo.

É ter clareza sobre *o que precisa ser feito primeiro.*

*Pressão sem direção gera cansaço.
Pressão com direção gera resultado.*

Talvez você não precise trabalhar mais.

Talvez precise *direcionar melhor o que já está fazendo.*

Porque, muitas vezes, o caminho para dobrar o lucro não é dobrar o esforço.

*É dobrar a precisão na direção.*

12/09/2026

E se o problema não for que seus líderes não têm atitude… mas que eles não sabem que têm permissão para decidir?

Hoje, durante um café da tarde, ouvi um empresário dizer:

“Eu quero que meus líderes tenham atitude e visão. Quero que eles levem a solução até mim.”

E eu fiz uma provocação:

Talvez alguns líderes não façam isso porque nunca entenderam que podem.

Existe uma cultura muito forte no mercado corporativo:

“O chefe manda. O funcionário obedece.”

E, na maioria das vezes, não é por mal.

É automático.
É o padrão que foi aprendido.

Por isso, liderança não se constrói apenas dando um cargo.

É preciso treinar, lapidar e reforçar novos comportamentos.

Assim como na academia treinamos o corpo, na nutrição ajustamos a alimentação e, em uma viagem, planejamos a rota, na empresa também precisamos criar clareza sobre:

Onde queremos chegar?
Qual é a estratégia?
Quais são as metas?
Quais são as métricas?
E até onde cada líder pode decidir?

Porque, quando existe clareza de direção e espaço para agir, o líder deixa de esperar ordens e começa a pensar, decidir e levar soluções.

E aqui está algo que vejo repetidamente:

Na grande maioria das vezes, o problema não é tecnologia.

Não é inovação.

Não é mercado.

É comportamento humano.

Então, antes de perguntar:

“Por que meus líderes não têm atitude?”

Talvez a pergunta seja:

“Eu criei um ambiente onde eles sabem que podem ter atitude?”

Porque cultura muda quando novos comportamentos são treinados e praticados, quando existe estratégia, direção e clareza… até que aquilo que antes exigia esforço passe a acontecer de forma natural.

É assim que novos padrões se tornam cultura.
Cultura gera resultado!

11/09/2026

Quanto está custando para sua empresa continuar adiando uma decisão?

Essa foi uma das principais provocações que me acompanhou durante esta semana.

Em diferentes conversas, encontros e reflexões, um tema apareceu de formas diferentes: estratégia, tomada de decisão e o impacto das escolhas que fazemos… e também das que adiamos.

Porque toda decisão tem um custo.

E toda não decisão também.

Às vezes, o custo não aparece imediatamente no financeiro. Ele aparece na perda de oportunidades, na lentidão, nos retrabalhos, na falta de previsibilidade, no desgaste das pessoas ou na dificuldade de crescer de forma sustentável.

Por isso, talvez a pergunta não seja apenas:

“Qual decisão precisamos tomar?”

Mas:

“O que está nos custando continuar adiando essa decisão?”

Estratégia não é apenas saber onde queremos chegar.

É saber o que precisa ser decidido, o que precisa ser priorizado e o que precisa ser feito agora.

Afinal:

Estratégia sem decisão é apenas intenção.

E você?

Qual decisão a sua empresa não pode mais continuar adiando?

09/09/2026

Acabei de finalizar uma mentoria comercial aqui… vou abrir com vocês…

Existe um tabu quando falamos de indicação.

Muitas pessoas enxergam o ato de indicar como se alguém estivesse tentando usar sua rede de contatos para vender.

Mas talvez a gente esteja olhando pelo lado errado.

Quando você conhece uma solução que realmente pode ajudar alguém que está enfrentando um problema, buscando um objetivo ou querendo realizar um desejo…

indicar é facilitar um caminho.

É poder dizer:

“Eu conheço alguém que pode te ajudar.”

Quem indica contribui.
Quem recebe ganha um caminho mais seguro.
E quem oferece a solução tem a oportunidade de ajudar alguém que talvez realmente precise dela.

A venda deixa de ser o objetivo da conexão e passa a ser uma consequência de uma boa conexão.

E é justamente por isso que a indicação pode ser tão poderosa para um negócio.

Existe confiança.
Existe contexto.
Existe uma recomendação.

E quando essa dinâmica é estruturada estrategicamente, ela deixa de depender apenas do acaso e pode se transformar em uma importante alavanca de crescimento e lucratividade.

Porque estratégia não é apenas encontrar formas de vender mais.

É encontrar formas melhores de criar valor, conectar pessoas e fazer o negócio crescer.

Talvez a próxima indicação que você fizer não seja apenas uma oportunidade de negócio.

Talvez seja uma oportunidade de contribuir com alguém que você conhece.

A venda deixa de ser o objetivo da conexão e passa a ser uma consequência de uma boa conexão.

Como é para você?

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Bento Gonçalves, RS

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