17/06/2026
O recente acidente em uma atividade de rope jump, em Limeira, exige respeito à vítima, à família e aos amigos.
Não é um caso para ser tratado como espetáculo, nem como conteúdo para engajamento. É uma tragédia que precisa ser discutida com seriedade. A investigação deverá esclarecer responsabilidades concretas.
Mas, do ponto de vista da Segurança e Saúde no Trabalho, f**a uma reflexão essencial: atividades de alto risco não podem depender de improviso, confiança verbal ou “experiência” informal.
Onde existe operação, precisa existir gestão.
Gestão de risco não é papel assinado, checklist simbólico ou confiar que “sempre deu certo”. É identif**ar perigos, avaliar riscos, adotar medidas de prevenção e garantir que os controles existam na prática.
Segurança não é burocracia.
É cultura.
É liderança.
É método.
É responsabilidade ética.
Em atividades com potencial de dano grave, a pergunta não pode ser apenas “quem errou?”.
A pergunta também precisa ser:
Que sistema permitiu que esse erro chegasse até o ponto final?