15/08/2026
Ao longo de todos esses anos como leitor de Auras, tive a oportunidade de observar diferentes padrões, características e desequilíbrios no campo áurico. Para mim, a Aura pode ser compreendida como um verdadeiro retrato energético da nossa experiência: nela podemos observar aspectos relacionados à forma como pensamos, sentimos, reagimos e estamos vivendo determinado momento.
Mas existe uma pergunta que sempre desperta muita curiosidade: o que acontece com a Aura quando a vida cessa no corpo físico?
Dentro da perspectiva energética com a qual trabalho, a Aura é resultado das emanações dos nossos corpos sutis.
Por isso, quando o corpo físico deixa de funcionar, não signif**a necessariamente que todo o campo energético simplesmente desapareça ou seja desligado de forma instantânea.
Ao longo da minha experiência, já tive a oportunidade de observar o campo áurico de pessoas que haviam desencarnado muito recentemente. E uma das coisas que mais me chamou a atenção foi perceber que esse processo parecia acontecer de maneira gradual.
O que observei nesses casos foi uma Aura que, pouco a pouco, começava a perder sua estrutura e intensidade, como se o campo fosse se desfazendo lentamente. Era como observar uma forma que antes estava integrada começar, progressivamente, a se dissolver.
Essa percepção me levou a compreender a morte não apenas como uma interrupção das funções do corpo físico, mas também como um processo de transição energética. Dentro dessa visão, os corpos sutis não simplesmente desaparecem de uma hora para outra. Eles parecem passar por diferentes etapas de transformação e desagregação.
É importante dizer que essa é uma percepção baseada na minha experiência como leitor de Auras e dentro de uma perspectiva espiritual e energética. Não se trata de uma afirmação científ**a sobre o que acontece após a morte, mas de algo que, ao longo dos anos, aprendi a observar dentro do meu trabalho.