Dr. Pedro Alves

Dr. Pedro Alves Neurologista, especialista em cefaleias e fundador do ITMC. Cuidado integral, baseado em evidência, com foco na pessoa por trás da dor.

27/08/2026

A corrida não é terapia. Mas faz algo no seu cérebro que precisa de entender. 🧠👟

Se já passou por um período de stresse extremo ou burnout, sabe que a sensação de esgotamento parece não ter fim. O que pouca gente sabe é que essa energia de sobrevivência muitas vezes f**a “engarrafada” no nosso corpo.

Quando corremos, estamos literalmente a dizer ao nosso cérebro que finalmente conseguimos completar a fuga daquele perigo.

É nesse estado de movimento constante que a magia da Catarse acontece: o cérebro entra em piloto automático. Por outras palavras, o nosso “crítico interno” f**a sem bateria e a máquina de ruminar problemas simplesmente desliga-se.

É por isso que, depois de um treino exaustivo, os problemas que antes pareciam aterrorizantes perdem o peso do desespero. Consegue olhar para a dor, mas sem o julgamento. O seu cérebro reinicia.

Não precisa de ser apenas na corrida. Pode ser na dança, no boxe, ou até a escrever. O que importa é dar uma saída física para essa energia e mostrar ao seu corpo que o ambiente agora é seguro.

👇 Conta-me aqui nos comentários: qual foi a maior decisão que já tomou durante (ou logo a seguir a) um treino?

E envie já este vídeo para aquela pessoa que precisa de completar esse processamento de emoções!

Quantas vezes te disseram que você teria que escolher entre o alívio do calorão e o controle da sua enxaqueca?Acredito q...
23/08/2026

Quantas vezes te disseram que você teria que escolher entre o alívio do calorão e o controle da sua enxaqueca?

Acredito que nenhuma mulher deveria ser forçada a “aprender a conviver” com a dor só porque chegou a uma nova fase da vida. O sofrimento constante não é, e não deve ser, um rito de passagem.

Na perimenopausa, a oscilação hormonal transforma o corpo num terreno imprevisível. O calorão rouba o seu sono. O sono fragmentado agrava o humor e a ansiedade. E tudo isso, junto, funciona como um amplif**ador potente para a sua enxaqueca.

É por isso que as abordagens superficiais falham.

Tentar silenciar a dor simplesmente suspendendo a sua reposição hormonal por medo é olhar apenas para a metade do problema. O manejo real e duradouro dessa fase exige muito mais do que uma prescrição rápida ou uma tentativa e erro: exige um olhar clínico multimodal e um ajuste fino.

Existe um caminho seguro — e a ciência moderna nos mostra que a estabilidade de absorção e a via correta são as suas maiores aliadas.

Deslize o carrossel para entender como é possível (e seguro) conciliar o tratamento da dor de cabeça com os sintomas da menopausa.

Se você pausou a sua reposição por conta das crises, ou conhece uma amiga que desistiu de se tratar por desinformação, compartilhe este post com ela. Na imensa maioria das vezes, o que faltou não foi coragem. Foi a estratégia correta.

Dr. Pedro Alves
Neurologista e Cefaliatra • CREMEC 19427 • RQE 18139
📍 Instituto de Tratamento Multimodal em Cefaleias (ITMC)

Primeira encontrão dos fellows e ex-fellows do Grupo de Estudos em Cefaleias da USP no 40º Congresso Brasileiro de Cefal...
16/08/2026

Primeira encontrão dos fellows e ex-fellows do Grupo de Estudos em Cefaleias da USP no 40º Congresso Brasileiro de Cefaleia.

Uma foto que representa fraternidade, ciência e humanismo. Muita gratidão por aprender e continuar estudando cefaleias com esses colegas sensacionais.

Vida longa ao cuidado centrado no paciente e pautado em evidência científ**a!

Banho de gelo, jejum, pregador no olho, a lista infinita de alimentos proibidos, o suplemento importado. A internet tran...
12/08/2026

Banho de gelo, jejum, pregador no olho, a lista infinita de alimentos proibidos, o suplemento importado. A internet transformou enxaqueca em culpa a quem sofre com ela — como se doer fosse falta de esforço seu.

Não é. Enxaqueca é doença neurológica, orgânica e hereditária. Você herdou um cérebro que entra em alerta com mais facilidade e responde com dor. E quanto mais tempo essa dor se repete, mais o sistema aprende a f**ar ligado — é isso que faz a enxaqueca cronif**ar.

Depois de anos estudando e atendendo só dor de cabeça, é isso que eu aprendi: dor crônica não se resolve com intervenções às cegas. Se resolve com tratamento multimodal baseado em raciocínio clínico.

Nesse carrossel eu reuni os quatro pontos que eu explico em quase toda primeira consulta — e, em cada um, a pergunta que eu realmente faço no consultório. Elas mudam o que você deve esperar de um tratamento.

Salva para reler com calma. E me conta nos comentários: qual desses quatro ninguém nunca te explicou?

📍 Fortaleza/CE · avaliação pelo link da bio
Dr. Pedro Vinícius Brito Alves — Neurologista · CRM-CE 19.427 · RQE 18.139

Quando alguém chega ao consultório depois de uma longa jornada de tentativas, a primeira coisa que precisa ser dita não ...
10/08/2026

Quando alguém chega ao consultório depois de uma longa jornada de tentativas, a primeira coisa que precisa ser dita não é sobre tratamento. É que a dor é real e que existe um nome pra ela.

As avaliações acima foram escritas por pacientes, no Google, por conta própria. Li todas com atenção, porque renovam meu propósito de servir fazendo algo que amo.

Enxaqueca é uma das maiores causas de incapacidade no mundo. Ainda assim, segue tratada como frescura, estresse ou “tomar um remedinho e passar”.

Não é. Dor de cabeça não é normal, e investigar é o primeiro passo.

Atendimento presencial em Fortaleza e teleconsulta para quem está fora. Link na bio.

Dr. Pedro Vinicius Brito Alves
Médico · CRM-CE 19427 · RQE 18139
Neurologista · Especialista em Cefaleias.

06/08/2026

“Doutor, tem dias que acho que estou melhorando, tem dias que não... mas não sei dizer oque é impressão minha.”

Escuto isso quase todos os dias no consultório. E é uma dúvida justa: quando a dor faz parte da rotina há anos, a memória prega peças. Um mês ruim apaga três meses bons, e uma semana boa dá a sensação de cura.

Por isso, avaliar tratamento de enxaqueca não é sobre sensação. É sobre medir.

Quatro coisas dizem se o seu tratamento está funcionando de verdade:

🔴Quantos dias por mês você tem dor.

🔴A intensidade das crises. Crises que antes te derrubavam na cama e hoje permitem seguir o dia já são uma mudança real.

🔴Quantos dias você usou analgésico. Um tratamento que funciona reduz a necessidade de remédio para dor.

🔴O impacto na sua vida. Quantos compromissos, trabalhos, treinos e momentos em família você deixou de viver por causa da dor. É isso que a gente quer de volta.

E tem mais um detalhe que muda tudo: tratamento preventivo precisa de tempo. Julgar o resultado depois de duas semanas é injusto com você e com o tratamento — em geral, avaliamos após algumas semanas na dose adequada, comparando mês com mês.

Se você tem dúvidas de como medir o progresso do seu tratamento, o primeiro passo é alinhar as expectativas com seu médico. Dentre todas as individualidades de cada caso, uma coisa deve ser universal: A melhora do seu quadro deve levar a uma redução das crises e uma melhora da sua qualidade de vida 🤝

Todo mundo quer farmar aura. Mas e quando a aura vem… antes da dor de cabeça? 🧠Cerca de 1 em cada 3 pessoas com enxaquec...
31/07/2026

Todo mundo quer farmar aura. Mas e quando a aura vem… antes da dor de cabeça? 🧠

Cerca de 1 em cada 3 pessoas com enxaqueca tem AURA: sintomas neurológicos passageiros que avisam que a crise está chegando — luzes em zigue-zague, formigamento que sobe pelo braço, palavra que não sai e, nos casos mais raros, fraqueza de um lado do corpo.

Neste carrossel você vai entender:
✦ As 4 fases da crise de enxaqueca
✦ Como diferenciar aura de AVC (isso pode salvar uma vida)
✦ Alguns tipos de aura

⚠️ Regra de ouro: sintoma súbito, primeira vez ou fraqueza que não melhora = emergência. SAMU 192.

Se a sua aura já virou rotina, ela merece mais que print no grupo da família: merece diagnóstico e plano de tratamento.

📍 ITMC — Av. Dom Luís, 1233, Sala 1010, Meireles 📲 (85) 99169-5775

Salve este post para a próxima crise e envie para alguém que farma aura sem querer.

Sua dor de cabeça tem uma mensalidade. E você nunca assinou esse contrato.Fiz as contas. Elas assustam:→ R$ 147 a R$ 324...
28/07/2026

Sua dor de cabeça tem uma mensalidade. E você nunca assinou esse contrato.

Fiz as contas. Elas assustam:

→ R$ 147 a R$ 324/mês só em remédio de crise
→ 39 dias por ano perdidos ou trabalhados pela metade
→ 4ª maior causa de dias perdidos por doença no Brasil
→ 8 a 15 dias de analgésico por mês já pode cronif**ar a sua enxaqueca

E o que nenhuma planilha mede: o aniversário que você não ficou, o medo da próxima crise, a culpa de estar sempre devendo presença.

Prevenir custa uma fração de apagar incêndio todo mês.

Arrasta e faz a sua conta. 💚

📍 ITMC — Fortaleza/CE
Dr. Pedro Alves · CRM-CE 19427 · RQE 18139
Neurologista especialista em Cefaleias (H. Sírio-Libanês/USP)

27/07/2026

Preciso desabafar.

Toda semana eu recebo mulheres que já cortaram o café, o queijo, o vinho, o chocolate. Que olham para o próprio prato com medo. Que transformaram a comida — que deveria ser prazer — numa lista interminável de proibições. E que, mesmo assim, seguem tendo crise atrás de crise.

Em algum momento, alguém as convenceu de que enxaqueca é sobre o que se come. E aí a vida inteira passa a girar em torno de caçar o “gatilho culpado”, apostando numa esperança que quase sempre é falsa.

Porque enxaqueca não é um erro alimentar. É uma doença — crônica, orgânica, hereditária e, quando não tratada, progressiva. Ela está no cérebro, na genética, na biologia de quem convive com ela. O gatilho, no máximo, acende o pavio de uma crise; ele não é a causa da doença, e evitá-lo não trata a doença.

E é isso que mais me dói: enquanto toda a energia vai para controlar o que entra no prato, o que de verdade muda o jogo f**a esquecido — o tratamento profilático, feito para reduzir a frequência e a intensidade das crises e impedir que a enxaqueca se torne crônica.

Então f**a o meu convite: pare de brigar com a comida e comece a tratar a sua doença. Você merece viver — e comer — sem medo, com a enxaqueca sob controle de verdade. Não é sobre culpa. É sobre cuidar da causa.

Se você se reconheceu neste texto, procure um médico que trate a enxaqueca com a seriedade de uma doença. Dá, sim, para ter qualidade de vida de volta. 💙

Se as suas piores crises chegam sempre na mesma semana do mês, isso não é coincidência — e também não é algo que você te...
25/07/2026

Se as suas piores crises chegam sempre na mesma semana do mês, isso não é coincidência — e também não é algo que você tenha que aceitar.

A enxaqueca ligada à menstruação tem uma biologia própria: a queda rápida do estrogênio e progesterona no fim do ciclo abre uma janela de vulnerabilidade, e é dentro dela que a dor costuma ser mais longa, mais forte e mais difícil de tratar. Reconhecer esse padrão muda completamente a conduta.

Neste carrossel, trago 5 pontos que sempre repito em consulta.

Se você se reconheceu, leve este post para a sua próxima consulta. Enxaqueca que segue o ciclo pede um plano que também siga. 💙

📍 ITMC — Instituto de Tratamento Multimodal em Cefaleias
Av. Dom Luís, 1233 · Sala 1010 — Fortaleza/CE
📲 WhatsApp (85) 99169-5775 · Presencial e online

💬 Conta aqui: as suas crises pioram na semana da menstruação?

🔁 Compartilhe com uma amiga que sofre todo mês e acha que é normal.

Conteúdo educativo, baseado em literatura médica. Não substitui avaliação individual e não indica tratamento.

Endereço

Avenida Dom Luís, 1233, Cj 1010
Fortaleza, CE
60160-230

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