Jessica Mayara - Psicóloga Clínica/ Terapia dos esquemas

Jessica Mayara - Psicóloga Clínica/ Terapia dos esquemas Psicóloga e Hipnoterapeuta

22/05/2026

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A internet fez muita gente acreditar que autocuidado precisa ser bonito o tempo inteiro.Que uma rotina saudável é acorda...
22/05/2026

A internet fez muita gente acreditar que autocuidado precisa ser bonito o tempo inteiro.

Que uma rotina saudável é acordar motivado, tomar café perfeito, ler um livro com calma, manter a casa organizada, treinar feliz e ainda sorrir no final do dia.

Mas a vida emocional real não funciona assim.

Seu cérebro não vive em estado constante de equilíbrio.
Existem dias de cansaço.
Dias de sobrecarga.
Dias em que você só está tentando sobreviver emocionalmente ao que sente.

E quando você começa a se comparar com rotinas feitas para serem fotografadas, pode começar a sentir que está falhando na própria vida.

Só que muitas vezes você não está falhando.
Você só está humano.

Na psicologia, a comparação constante aumenta sensação de insuficiência e mantém o cérebro em estado de autocrítica e vigilância.
Com o tempo, isso desgasta emocionalmente, reduz motivação real e faz até pequenas tarefas parecerem pesadas.

Autocuidado não precisa ser perfeito para funcionar.

Às vezes autocuidado é:
tomar banho mesmo sem vontade,
comer alguma coisa,
descansar sem culpa,
parar de se cobrar produtividade o tempo inteiro,
ou simplesmente respeitar o próprio limite naquele dia.

Orientação da psicóloga:

Antes de se comparar com a rotina de alguém, pergunte a si mesmo:
“Isso é vida real ou conteúdo?”

Nem tudo que parece equilíbrio na internet representa saúde emocional de verdade.

📌 Psicologia aplicada à vida

20/05/2026

Tem gente que normalizou tanto o sofrimento emocional…
que só percebe que está mal quando já está no limite.
E isso cria uma vida inteira baseada em sobrevivência emocional.

15/05/2026

🌻 Tem gente que aprendeu cedo a diminuir a própria dor.
Então hoje sente culpa por precisar, por reclamar ou até por sofrer.
E sem perceber, continua repetindo o mesmo padrão: se abandonar para manter vínculo.
Mas sentir não deveria fazer você se sentir errado

🔹Amar parece simples quando a gente pensa só no sentimento.Mas relacionamento não é feito apenas de sentir. É feito de c...
12/05/2026

🔹Amar parece simples quando a gente pensa só no sentimento.
Mas relacionamento não é feito apenas de sentir. É feito de convivência, história emocional, medo, necessidade de vínculo e formas diferentes de lidar com afeto.

Por isso, muitas pessoas amam e, ainda assim, machucam, se fecham, evitam conversa difícil, criam dependência emocional ou têm dificuldade de demonstrar o que sentem.

Do ponto de vista psicológico, amar também ativa vulnerabilidade. E para um cérebro que aprendeu rejeição, abandono, crítica ou instabilidade, vínculo pode gerar medo ao mesmo tempo em que gera desejo de proximidade.

É por isso que algumas pessoas:
se afastam quando começam a gostar,
precisam de validação o tempo inteiro,
sentem ciúme excessivo,
tentam controlar,
ou entram em relações onde vivem em alerta emocional.

Nem sempre é falta de amor. Muitas vezes é dificuldade de sustentar intimidade emocional com segurança.

Relacionamento saudável não acontece só porque existe sentimento. Ele exige maturidade emocional, comunicação, responsabilidade afetiva e consciência dos próprios padrões.

Orientação da psicóloga: observe como você reage quando se sente emocionalmente vulnerável.

Você tenta controlar?
Se fecha?
Ataca?
Se anula?
Corre atrás desesperadamente?

A forma como você protege a si mesmo dentro das relações diz muito sobre as experiências emocionais que o seu cérebro aprendeu a associar ao amor.

E reconhecer isso não é culpa.
É começo de consciência.

📌 Psicologia aplicada a vida real

11/05/2026

🌻 Às vezes, a necessidade de salvar o outro nasce de um lugar de desamparo emocional.

🔹 Você se ocupa tanto cuidando, resolvendo e sustentando… que não percebe o quanto também precisava de cuidado.

🫂 E uma hora isso pesa.
Porque ninguém consegue continuar se abandonando sem adoecer emocionalmente.

📌 Psicologia aplicada à vida real

10/05/2026

“Desaparecer de si” é mais imagético e emocional do que “perda de si”.
A pessoa sente mais a frase.

🤍 Felicidade em ser mãe  e sentir que existe amor até nos momentos mais simples da rotina.🤍 Gratidão por ainda ter a pró...
10/05/2026

🤍 Felicidade em ser mãe
e sentir que existe amor até nos momentos mais simples da rotina.

🤍 Gratidão por ainda ter a própria mãe presente
e conseguir viver esse vínculo enquanto há tempo.

🤍 Tristeza de quem sonha com a maternidade
mas ainda não conseguiu gerar um filho.

🤍 Dor de quem, por algum motivo, não poderá ser mãe e precisou lidar com um luto que quase ninguém percebe.

🤍 Dor silenciosa de quem já engravidou
mas viveu a perda de um ab**to espontâneo.

🤍 Conflito emocional de quem realizou um ab**to
e até hoje tenta lidar com sentimentos difíceis sobre isso.

🤍 Exaustão de mães solos que carregam responsabilidades emocionais, financeiras e físicas praticamente sozinhas.

🤍 Culpa e cansaço de mulheres que tentam viver a maternidade sem abrir mão da própria vida profissional
e sentem que nunca conseguem dar conta de tudo.

🤍 Culpa de mães que sentem que perderam a própria identidade e já não sabem mais quem são além da maternidade.

🤍 Angústia de amar profundamente os filhos
mas não ter rede de apoio nem espaço para descansar.

🤍 Tristeza de perceber que a relação com a própria mãe
foi marcada por negligência emocional, ausência ou falta de acolhimento.

🤍 Saudade da mãe que partiu e deixou um vazio que aparece ainda mais em datas como essa.

🤍 Dor de quem passou a vida tentando receber da mãe
um amor que nunca veio da forma que precisava.

🤍 Solidão de quem atravessa esse dia fingindo estar bem
porque sente que ninguém entenderia o que realmente existe aí dentro.

🌷 Algumas pessoas atravessam essa data com alegria.
Outras, com dor.
E muitas atravessam com as duas coisas ao mesmo tempo.

🌷 Porque datas assim não tocam só o presente.
Elas encostam em toda a nossa história emocional.

🔹Sentir não é fraqueza.Mas muita gente aprendeu a viver como se fosse.Tem pessoas que conseguem falar de trabalho, resol...
09/05/2026

🔹Sentir não é fraqueza.
Mas muita gente aprendeu a viver como se fosse.

Tem pessoas que conseguem falar de trabalho, resolver problemas, cuidar dos outros… mas travam completamente quando precisam reconhecer o que estão sentindo.

E isso não acontece porque elas são frias. Muitas vezes acontece porque sentir, em algum momento da vida, não pareceu seguro.

Do ponto de vista psicológico e neurobiológico, emoções não “desaparecem” quando são ignoradas. O cérebro continua registrando tensão, ameaça e sobrecarga no corpo, mesmo quando a pessoa tenta racionalizar tudo.

Por isso, quem vive se anestesiando emocionalmente costuma sentir o impacto de outras formas:
irritação constante, cansaço excessivo, dificuldade de se conectar, impulsividade, afastamento emocional ou sensação de vazio.

O problema é que nossa cultura ainda associa sensibilidade com fragilidade. Então muita gente aprende a endurecer para sobreviver.

Mas endurecer não é o mesmo que estar bem.

Sentir tristeza, medo, frustração ou angústia faz parte do funcionamento humano. A maturidade emocional não está em não sentir. Está em conseguir sustentar o que sente sem se destruir ou descontar no outro.

🌻 Orientação da psicóloga: pare de perguntar “como faço para não sentir isso?” e comece a perguntar “o que essa emoção está tentando me mostrar?”

Emoção não é inimiga.
Ela é informação.

Quando você aprende a ouvir o que sente com menos julgamento, você começa a se regular com mais consciência.

📌 Psicologia aplicada a vida real

03/05/2026
02/05/2026

A bichinha tentando sobreviver 😂😂
Amo tanto minhas meninas 🤍

Endereço

Foz Do Iguaçu, PR

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