Dra. Dinair Cardoso

Dra. Dinair Cardoso Fisioterapia Pélvica
Incontinência Urinária
Disfunções sexuais femininas/masculinas
Pós parto

Sentir dor durante ou após a relação não deve ser algo que você precise simplesmente suportar.A dor pode ter diferentes ...
04/09/2026

Sentir dor durante ou após a relação não deve ser algo que você precise simplesmente suportar.

A dor pode ter diferentes causas e, em muitos casos, pode estar relacionada ao funcionamento do assoalho pélvico, que pode apresentar tensão excessiva, dificuldade para relaxar ou alterações na coordenação muscular.

Por isso, quando a dor é frequente ou interfere na sua vida, vale buscar uma avaliação para entender o que está acontecendo.

A fisioterapia pélvica pode fazer parte desse cuidado, ajudando a identificar as alterações e trabalhar de forma individualizada.

Dor não precisa ser normalizada. Buscar ajuda também é cuidar de si.

(62)98150-2277
Dinair Cardoso - CREFITO 11/142162-F

Quando falamos em assoalho pélvico, é comum pensar que a solução está sempre em fortalecer essa musculatura.Mas nem semp...
02/09/2026

Quando falamos em assoalho pélvico, é comum pensar que a solução está sempre em fortalecer essa musculatura.

Mas nem sempre é assim.

Em algumas situações, a musculatura pode estar enfraquecida. Em outras, pode estar excessivamente contraída, com dificuldade para relaxar e coordenar seus movimentos.

Por isso, fazer exercícios por conta própria nem sempre é a melhor estratégia.

A fisioterapia pélvica começa pela avaliação para entender como essa musculatura está funcionando e quais são as necessidades de cada pessoa.

Fortalecer pode ser importante. Mas saber quando fortalecer, quando relaxar e como melhorar a coordenação também faz parte do tratamento.

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Sabe aquela vontade de urinar que aparece de repente e parece que você precisa correr para o banheiro?Quando essa urgênc...
01/09/2026

Sabe aquela vontade de urinar que aparece de repente e parece que você precisa correr para o banheiro?

Quando essa urgência acontece com frequência, é difícil de controlar ou vem acompanhada de escapes de urina, vale prestar atenção.

A urgência urinária pode estar relacionada a diferentes fatores e não precisa ser encarada como algo “normal da idade” ou simplesmente fazer parte da rotina.

Observar a frequência dos sintomas e buscar uma avaliação profissional é o primeiro passo para entender o que está acontecendo e encontrar o tratamento mais adequado.

Seu corpo dá sinais. Escutar esses sinais também é uma forma de cuidado.
E se você se identificou, agende seu horário: (62) 98150-2277
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Quem vive com diabetes sabe que a doença afeta muito mais do que o açúcar no sangue. O que poucos associam é o impacto d...
28/08/2026

Quem vive com diabetes sabe que a doença afeta muito mais do que o açúcar no sangue. O que poucos associam é o impacto direto que ela tem na bexiga e na musculatura pélvica.

A neuropatia diabética pode comprometer os nervos responsáveis pelo funcionamento da bexiga, gerando dificuldade de sentir a bexiga cheia, perda urinária, esvaziamento incompleto ou infecções urinárias de repetição.

A fisioterapia pélvica entra como parte do cuidado integral de quem tem diabetes, trabalhando a musculatura e a função vesical de forma individualizada.

Se você tem diabetes e convive com algum desses sintomas, vale incluir a saúde pélvica no seu radar de cuidados.
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Tem coisas que ficam sem nome dentro de um relacionamento. Pode ser a intimidade que foi diminuindo aos poucos, ou o des...
26/08/2026

Tem coisas que ficam sem nome dentro de um relacionamento. Pode ser a intimidade que foi diminuindo aos poucos, ou o desconforto que virou motivo de evitar. A distância que foi crescendo sem que ninguém soubesse explicar direito por quê.

Disfunções pélvicas afetam a vida íntima do casal de formas que raramente são verbalizadas. Dor na relação sexual, disfunção erétil, perda de sensibilidade, incontinência que gera vergonha e insegurança. Cada um desses sintomas, sozinho, já é capaz de criar barreiras que o casal não sabe como atravessar.

O que mais pesa não é o sintoma em si. É o silêncio em torno dele.

Falar sobre isso é o primeiro passo. Tratar é o segundo. E os dois são possíveis.
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Nada explica melhor o que acontece aqui no consultório do que as palavras de quem viveu na prática.Cada caso é único, ca...
24/08/2026

Nada explica melhor o que acontece aqui no consultório do que as palavras de quem viveu na prática.

Cada caso é único, cada tratamento é individualizado, mas tem uma coisa que se repete em quase todos os relatos: a surpresa de descobrir que aquilo que parecia não ter solução, na verdade tinha.

E se você se identificou, agende seu horário: (62) 98150-2277
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A saúde pélvica não começa quando o problema aparece. Ela acompanha o corpo em cada fase da vida, e entender o que muda ...
21/08/2026

A saúde pélvica não começa quando o problema aparece. Ela acompanha o corpo em cada fase da vida, e entender o que muda com o tempo ajuda a cuidar melhor em cada momento.

Aos 20, o foco é prevenção e consciência corporal. É a fase em que os hábitos se formam, em que o corpo ainda responde rápido e em que pequenos cuidados evitam problemas futuros. Cólicas intensas, disfunções se***is e maus hábitos posturais já merecem atenção nessa época.

Aos 40, o corpo começa a sinalizar o que foi negligenciado. Mudanças hormonais, rotina sedentária acumulada, pós-parto não reabilitado adequadamente. É a fase em que muita gente percebe que algo não está certo e finalmente busca ajuda.

Aos 60, a prioridade é qualidade de vida ativa. Continência, conforto, função sexual, independência. Tudo isso pode e deve ser preservado com o cuidado certo.

O que permanece igual em todas as fases é que o assoalho pélvico responde ao tratamento. Sempre.
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O corredor cuida do tênis, da passada, da respiração e da alimentação. Raramente cuida do assoalho pélvico. E é exatamen...
19/08/2026

O corredor cuida do tênis, da passada, da respiração e da alimentação. Raramente cuida do assoalho pélvico. E é exatamente aí que mora um ponto cego importante.

A corrida é um dos esportes que mais gera impacto repetitivo sobre o assoalho pélvico. A cada passada, essa musculatura absorve força. Quando ela está fraca ou desequilibrada, o corpo compensa de outras formas, e os sinais aparecem aos poucos: perda de urina durante o treino, dor pélvica, lombalgias que não resolvem, queda de rendimento sem causa aparente.

Muitos corredores normalizam esses sintomas ou simplesmente não associam ao assoalho pélvico. Mas uma musculatura pélvica bem trabalhada melhora a estabilidade, protege as articulações e contribui diretamente para a performance.

Cuidar do assoalho pélvico não é só para quem tem problema. É para quem quer continuar correndo por muito tempo.

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Quem convive com urgência urinária ou vai ao banheiro com frequência maior do que gostaria, quase sempre chega à mesma c...
17/08/2026

Quem convive com urgência urinária ou vai ao banheiro com frequência maior do que gostaria, quase sempre chega à mesma conclusão: vou beber menos água.

Parece lógico. Menos líquido, menos vontade. Mas na prática, o efeito é o oposto.

A urina concentrada irrita a parede da bexiga, aumentando a sensação de urgência e a frequência das idas ao banheiro. Ou seja, beber menos água pode estar piorando exatamente o problema que você está tentando resolver.

A hidratação adequada, distribuída ao longo do dia, é parte do tratamento, não o problema. O que precisa ser investigado é por que a bexiga está se comportando dessa forma, e isso tem resposta e tem solução.

Se você cortou a água e o problema continua, talvez seja hora de entender o que realmente está acontecendo.

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Ninguém aprende a usar o banheiro. A gente simplesmente faz do jeito que sempre fez, sem questionar se está certo.O prob...
16/08/2026

Ninguém aprende a usar o banheiro. A gente simplesmente faz do jeito que sempre fez, sem questionar se está certo.

O problema é que a postura mais comum, sentado com os pés no chão e o tronco ereto, não é a mais favorável para o funcionamento do intestino e do assoalho pélvico. Essa posição cria um ângulo que exige mais esforço para evacuar, o que com o tempo sobrecarrega a musculatura pélvica e pode contribuir para constipação, hemorroidas e disfunções no assoalho pélvico.

A postura ideal é com os joelhos acima do nível do quadril, como um agachamento parcial. Não à toa o banquinho de apoio para os pés virou tendência, porque ele reproduz exatamente esse ângulo.

Pequeno ajuste, grande diferença no longo prazo.
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