Larissa de Castro - Endocrinologia

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Larissa de Castro - Endocrinologia Dra Larissa de Castro- Endocrinologista e Metabologista

“Por que na vida o que conta mesmo é o que não se conta” 🍃
19/10/2026

“Por que na vida o que conta mesmo é o que não se conta” 🍃

15/10/2026

Qual é um dos maiores erros que uma mulher não pode cometer na menopausa? 🎤

Durante o Congresso Mundial de Menopausa, fiz essa pergunta a especialistas que são referência na área, para compartilhar com vocês diferentes perspectivas e aprendizados sobre essa fase tão importante da vida da mulher.

Uma alegria especial contar com a participação da endocrinologista que admiro muito, Tassiane Alvarenga | Endocrino Clinica Flávia Barbosa I Leblon, RJ 🤍

Porque informação de qualidade faz toda a diferença para que cada mulher atravesse a menopausa com mais saúde, autonomia e qualidade de vida.

E você, o que acha que não pode faltar no cuidado com a saúde durante a menopausa?

13/10/2026

Uma novidade exposta no congresso Mundial de Menopausa foi o Androfeme.
O Androfeme é uma formulação em gel de testosterona desenvolvida para uso feminino, mas que ainda não está disponível no Brasil.
Hoje, ainda não temos essa formulação em gel disponível no mercado brasileiro. Na prática, contamos com apresentações de testosterona em doses destinadas ao público masculino, sendo necessário recorrer a formulações manipuladas.
A testosterona pode ter indicação para mulheres no transtorno do desejo sexual hipoativo, após avaliação criteriosa. Seu uso exige individualização da dose e acompanhamento médico devido aos possíveis efeitos adversos.
Ter uma formulação desenvolvida para mulheres pode representar um avanço na praticidade e na precisão do tratamento. Mas, até lá, precisamos priorizar segurança, evidência científica e acompanhamento adequado.
Dra. Larissa de Castro
Endocrinologista e Metabologista
CRM GO 28014 | RQE 21461
Atendimentos online e presencial em Goiânia (Órion Business)

07/10/2026

Por que implantes de testosterona não são recomendados?

Esse foi um dos pontos discutidos por Susan Davis no Congresso Mundial de Menopausa.

O problema dos implantes de testosterona é que, depois de inseridos, não conseguimos controlar ou ajustar facilmente a quantidade de hormônio que chega à circulação. A liberação pode ser imprevisível, com picos de testosterona acima da faixa fisiológica e grande variação entre as mulheres.

E, se surgirem efeitos adversos, não é simples simplesmente suspender o tratamento, como podemos fazer com uma formulação transdérmica.

Por isso, os consensos internacionais não recomendam implantes de testosterona.

Quando há indicação de testosterona para uma mulher, a única indicação baseada em evidências é o transtorno do desejo sexual hipoativo (HSDD), que deve ser feita na forma transdermica (gel).

Fonte: Global Consensus Position Statement on the Use of Testosterone Therapy for Women; ISSWSH Clinical Practice Guideline.

05/10/2026

Mitos e verdades na Menopausa- Parte 2

02/10/2026

Mitos e verdades na menopausa

Querem Parte 2?
Comentem aqui: PARTE 2

01/10/2026

O estrogênio e o coração: o momento de iniciar a terapia hormonal importa. ❤️

Durante a transição para a menopausa, a queda do estrogênio está associada a mudanças metabólicas e vasculares que favorecem a progressão da aterosclerose. O estrogênio exerce efeitos sobre os vasos sanguíneos e o perfil lipídico, contribuindo para um ambiente cardiovascular mais favorável.
Mas existe um ponto importante: não é apenas “se” usar terapia hormonal, mas também “quando” iniciar.
A chamada hipótese do timing ou janela de oportunidade sugere que, em mulheres saudáveis, iniciar a terapia hormonal antes dos 60 anos ou dentro de 10 anos do início da menopausa apresenta uma relação benefício-risco mais favorável.
A figura mostra justamente essa ideia: no início da menopausa, a aterosclerose ainda pode estar em estágios mais precoces. Com o passar dos anos, a placa pode se tornar mais avançada e instável. Iniciar a terapia hormonal tardiamente, especialmente diante de doença cardiovascular estabelecida, não produz o mesmo cenário e pode trazer mais riscos.
Por isso, tempo de menopausa, idade, fatores de risco cardiovascular e presença ou não de doença cardiovascular precisam fazer parte da decisão.

Dra. Larissa de Castro
Endocrinologista e Metabologista
CRM GO 28014 | RQE 21461
Atendimentos online e presencial em Goiânia (Órion Business)

30/09/2026

Um dado que me chamou muito a atenção no Congresso Mundial de Menopausa hoje:
Diferente de outros sintomas que passam com o tempo, a Síndrome Geniturinária da Menopausa tende a piorar com o avanço da idade.
Ela inclui:
• Ressecamento, ardência e coceira
• Dor e falta de lubrificação no s**o
• Ardência ao urinar e infecção urinária frequente
Mesmo sendo muito comum, menos de 10% das mulheres tratam o problema do jeito certo, que deve ser mantido a longo prazo.
Sentir dor ou desconforto não é “normal da idade”. Existe tratamento simples e eficaz e deve ser feito para resto da vida.

30/09/2026

Estou no Congresso Mundial de Menopausa!
Serão dias intensos de muitas atualizações e trocas de conhecimento com especialistas e grandes referências no assunto do mundo todo.
Vou tentar compartilhar um pouquinho de tudo por aqui com vocês... Fiquem de olho! ✨
Dra. Larissa de Castro
Endocrinologista e Metabologista
CRM GO 28014 | RQE 21461
Atendimentos online e presencial em Goiânia (Órion Business)

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