Dra. Ana Paula Carnieletto

Dra. Ana Paula Carnieletto Nutrologia

O suplemento de sono que mais cresce hoje não é a melatonina. É o magnésio, e a forma dele muda tudo.O óxido de magnésio...
05/09/2026

O suplemento de sono que mais cresce hoje não é a melatonina. É o magnésio, e a forma dele muda tudo.

O óxido de magnésio, que é o mais barato e o mais vendido, é mal absorvido e costuma dar efeito laxativo. Já o glicinato (ou bisglicinato) é bem absorvido e suave, e é justamente a forma usada nos estudos de sono.

Um ensaio clínico de 2025 testou o bisglicinato em adultos que dormiam mal e encontrou melhora na qualidade do sono frente ao placebo.

Mas é importante entender: magnésio não é sonífero. Ele não te apaga. Ajuda o corpo a relaxar, e rende mais em quem dorme mal, vive no estresse ou está com magnésio baixo.

Como usar com cabeça: à noite, na forma glicinato, em dose conservadora. Quem tem doença renal ou usa medicação de rotina deve avaliar antes com o médico.

Antes de partir para um remédio de dormir, vale olhar o básico, e o magnésio certo é parte disso. Salve para lembrar.

Você merece se sentir bem na vida que se dedicou tanto a construir.Depois dos 40, abrir espaço para o próprio cuidado ta...
04/09/2026

Você merece se sentir bem na vida que se dedicou tanto a construir.

Depois dos 40, abrir espaço para o próprio cuidado também é uma conquista. Seus planos importam. Sua saúde e seu bem-estar também.

Qual cuidado com você tem ficado para depois?

04/09/2026

Você dá conta de tudo, mas termina o dia sem energia para você?

Quando o cansaço vira rotina, merece atenção. Antes de atribuir tudo à testosterona, é preciso avaliar seu sono, sua rotina e sua saúde como um todo.

Seus sintomas merecem ser ouvidos e investigados. O tratamento começa ao entender a causa.

Clique no link da bio e agende sua consulta.

Mudanças na região íntima podem afetar o conforto, a autoestima e até a vida sexual mas não precisam ser vividas em silê...
03/09/2026

Mudanças na região íntima podem afetar o conforto, a autoestima e até a vida sexual mas não precisam ser vividas em silêncio.

Cada mulher apresenta necessidades diferentes, por isso a avaliação individualizada é essencial para definir o tratamento mais adequado.

Se essa queixa faz parte da sua rotina, agende sua consulta.

Muitas vezes, o corpo não está pedindo mais força de vontade. Está pedindo que você observe melhor a rotina, o sono, a a...
02/09/2026

Muitas vezes, o corpo não está pedindo mais força de vontade. Está pedindo que você observe melhor a rotina, o sono, a alimentação, o movimento e até as emoções.

Quando pequenas mudanças são feitas com estratégia e acompanhamento, cuidar da saúde deixa de ser uma sequência de tentativas e começa a fazer sentido para a sua realidade.

Qual dessas descobertas mais representa o que você vive hoje?

Tem gordura no fígado. E você não bebe. Como assim? Essa é uma das perguntas que mais escuto, e a resposta virou a doenç...
02/09/2026

Tem gordura no fígado. E você não bebe. Como assim? Essa é uma das perguntas que mais escuto, e a resposta virou a doença de fígado que mais cresce no mundo.

Ela afeta cerca de 1 em cada 3 adultos. Ganhou nome novo (MASLD) e está ligada a açúcar, ultraprocessado e resistência à insulina. Não ao álcool.

Primeiro ponto: é silenciosa. Quase não dá sintoma. Costuma aparecer por acaso, num ultrassom ou exame de rotina, quando aparece.

Segundo, e mais importante: é reversível. Nos estágios iniciais, o fígado se recupera. Perder de 7% a 10% do peso já reduz a gordura hepática de forma marcante.

E o que ajuda? Menos açúcar líquido e ultraprocessado, mais músculo e movimento, e tratar a resistência à insulina que quase sempre está por trás.

A boa notícia: o fígado é um dos órgãos que mais se regeneram. Agir cedo muda o rumo — e o começo é metabólico, não milagroso.

Existe uma condição que dá sinais anos antes de virar diagnóstico, e quase ninguém liga os pontos: a resistência à insul...
01/09/2026

Existe uma condição que dá sinais anos antes de virar diagnóstico, e quase ninguém liga os pontos: a resistência à insulina.

Ela começa caladinha. Muito antes de a glicose sair da faixa no exame, a insulina já está trabalhando dobrado para segurar o açúcar. E esse esforço deixa pistas no corpo.

Os cinco sinais silenciosos que passam batido: gordura na barriga que não sai; um escurecimento aveludado na pele do pescoço ou da axila; sono e moleza logo depois de comer; triglicérides altos com HDL baixo; e aquela fome de doce no fim da tarde.

A boa notícia é que tem exame. Circunferência da cintura, glicose e insulina de jejum (que juntas dão o índice HOMA) e a relação triglicérides/HDL contam a história antes do diabetes aparecer.

E o melhor: a insulina responde rápido ao básico. Treino de força somado à caminhada (a famosa Zona 2), menos açúcar líquido e ultraprocessado, e sono de qualidade, porque dormir mal piora a resistência.

Pegar cedo é a diferença entre reverter e medicar. Você já dosou a sua insulina de jejum?

01/09/2026

Você já sentiu que uma dieta funcionou perfeitamente para um amigo, mas não teve o mesmo resultado com você?

A resposta costuma estar no seu DNA.

O teste nutrigenético funciona como o manual de instruções do seu corpo. Ele avalia como suas variações genéticas únicas metabolizam nutrientes, gorduras, carboidratos, cafeína e vitaminas.

Quem pode se beneficiar:

* Quem busca emagrecimento ou ganho de massa magra de forma mais assertiva.
* Pessoas com dificuldade para atingir metas mesmo seguindo planos tradicionais.
* Quem deseja personalizar suplementação e prevenir deficiências nutricionais.
* Pacientes focados em longevidade, prevenção metabólica e envelhecimento saudável.

Ele gera:

* Economia de tempo: menos tentativa e erro na alimentação e na rotina de treinos.
* Feito apenas uma vez na vida: sua genética de base não muda.
* Estratégia individualizada: ajustes finos de micronutrientes, sensibilidade à insulina e perfil inflamatório.

Genética não é destino, mas ter o mapa em mãos muda completamente o jogo da sua saúde.

Você já conhecia esse exame ou tem curiosidade de saber o que o seu DNA revela? Conte aqui nos comentários!

Dra Ana Paula Carnieletto

A libido mudou depois dos 40. É só da cabeça? Nem só hormônio, nem só psicológico, a ciência do desejo é mais interessan...
31/08/2026

A libido mudou depois dos 40. É só da cabeça? Nem só hormônio, nem só psicológico, a ciência do desejo é mais interessante do que qualquer atalho.

Desejo não é uma torneira que abre e fecha. Ele cai por vários motivos ao mesmo tempo: sono, estresse, relação, hormônios, medicação. Olhar só um lado quase nunca resolve.

O que quase ninguém investiga primeiro: sono ruim e estresse crônico derrubam o desejo antes de qualquer hormônio. E são justamente os primeiros a serem ignorados.

O corpo na perimenopausa: a queda hormonal pode afetar lubrificação e conforto. Isso tem avaliação e solução, não é “coisa da idade” para aceitar calada.

E a relação também conta: conexão, comunicação e contexto pesam tanto quanto a bioquímica. Aliás, a abordagem com maior grau de evidência para o desejo é a terapia sexual.

A boa notícia é que a libido na meia-idade tem caminho, e ele começa olhando o conjunto, não procurando uma pílula mágica. Salve e mande para uma amiga que precisa ouvir isto.

Endereço

Itaim Bibi, SP
04542-060

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