Consultório Dr. Diego Chaves

Consultório Dr. Diego Chaves Nosso propósito de oferecer um conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva.

Somos uma empresa inspiradora que acredita na tecnologia e pesquisa para oferecer o melhor para nossos pacientes. A saúde e qualidade de vida são condições indispensáveis para que o ser humano viva plenamente.

12/05/2026
Você sabia que o laser pode ser um dos aliados mais poderosos no tratamento do lipedema?Não estou falando apenas de esté...
09/05/2026

Você sabia que o laser pode ser um dos aliados mais poderosos no tratamento do lipedema?

Não estou falando apenas de estética. Estou falando de ciência — de como a luz age diretamente nos tecidos para reduzir a dor, o inchaço e devolver qualidade de vida a mulheres que sofrem há anos sem diagnóstico correto.

🔴 1. Redução do Processo Inflamatório

O lipedema é, antes de tudo, uma doença inflamatória crônica. O tecido adiposo afetado libera continuamente citocinas pró-inflamatórias que mantêm o tecido em estado de inflamação constante, causando dor, sensibilidade ao toque e progressão da doença.

O Laser de Baixa Intensidade (LLLT) age diretamente nesse processo. Através da fotobiomodulação, ele estimula as mitocôndrias a produzirem mais ATP, reduzindo o estresse oxidativo e inibindo a liberação dessas citocinas. O resultado é uma redução real da dor e da sensibilidade.

💧 2. Melhora da Circulação Linfática e Vascular

O laser estimula a angiogênese e aumenta a permeabilidade dos capilares linfáticos, melhorando o fluxo de drenagem. Isso signif**a menos inchaço, pernas mais leves e menor progressão da doença.

🌟 3. Recuperação da Qualidade da Pele

O laser estimula a produção de colágeno e elastina pelos fibroblastos, melhorando a textura casca de laranja, a firmeza e a elasticidade da pele nas regiões afetadas.

⚠️ O laser é parte de um tratamento multidisciplinar. Cada caso é único e exige um protocolo individualizado.

💬 Comente LASER aqui embaixo que eu te envio no Direct um guia completo sobre os tratamentos disponíveis para o lipedema.

Dr. Diego Chaves — Nutrologia Genômica e Toxicologia
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⚠️ Você usa Venlafaxina junto com Tirzepatida para emagrecer?Preciso te contar algo que poucos profissionais explicam co...
08/05/2026

⚠️ Você usa Venlafaxina junto com Tirzepatida para emagrecer?

Preciso te contar algo que poucos profissionais explicam com clareza.

Essa combinação pode causar alterações hepáticas silenciosas — e existem três mecanismos que tornam esse risco real:

🧬 1. Inativação das enzimas hepáticas (CYP450)
A Venlafaxina é metabolizada pelo fígado através das enzimas do complexo CYP450 — especialmente a CYP2D6. Quando o fígado já está sobrecarregado ou inflamado, essas enzimas perdem eficiência. O resultado? O medicamento se acumula no organismo em concentrações mais altas do que o esperado, aumentando o risco de toxicidade sistêmica e hepática.

💉 2. Sobrecarga insulínica pela Tirzepatida
A Tirzepatida age como agonista dual de GLP-1 e GIP, estimulando a secreção de insulina de forma potente. Esse aumento de insulina pode favorecer a lipogênese hepática — acúmulo de gordura no fígado — e intensif**ar o estresse oxidativo nas células hepáticas, criando um ambiente propício para inflamação.

🔴 3. Hepatotoxicidade pela combinação
Isoladamente, a Venlafaxina já possui relatos de hepatotoxicidade idiossincrática — com elevação de TGO, TGP e GGT. Quando associada à Tirzepatida, que promove rápida mobilização de gordura hepática durante a perda de peso, esse risco se amplif**a. O fígado passa a lidar simultaneamente com a detoxif**ação do antidepressivo e com o aumento do fluxo de ácidos graxos livres — uma combinação que pode evoluir para esteatohepatite ou lesão hepatocelular.

Isso não signif**a que você deve interromper o tratamento por conta própria. Signif**a que você e seu médico precisam monitorar sua função hepática regularmente com exames laboratoriais.

💬 Comente aqui se já aconteceu com você

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Eles interagem com diversas vias metabólicas sistêmicas, o que explica por que uma paciente em tratamento para depressão...
06/05/2026

Eles interagem com diversas vias metabólicas sistêmicas, o que explica por que uma paciente em tratamento para depressão ou ansiedade pode apresentar resistência à perda de peso ou piora no quadro de inflamação do Lipedema.

1. Via do Metabolismo Hepático (Citocromo P450)
Esta é a via mais crítica para a toxicologia clínica. A maioria dos antidepressivos (especialmente os ISRS como Fluoxetina e Paroxetina) são substratos e potentes inibidores das enzimas do complexo CYP450.

Mecanismo: Ao inibir enzimas como CYP2D6 e CYP3A4, eles alteram o metabolismo de outros fármacos e hormônios (como o estradiol).

Impacto no Consultório: Isso pode levar ao acúmulo de estrogênio circulante, o que, como discutimos, é o principal combustível para a progressão do Lipedema. Além disso, pode causar interações perigosas com fitoterápicos e nutracêuticos.

2. Via da Insulina e Metabolismo Glicídico
Antidepressivos, especialmente os tricíclicos (Amitriptilina) e alguns de segunda geração (Mirtazapina), interferem na sinalização da insulina.

Mecanismo: Eles podem reduzir a sensibilidade dos receptores de insulina no tecido adiposo e muscular.

Impacto no Lipedema: O aumento da resistência à insulina promove a lipogênese (formação de nova gordura) e dificulta a lipólise (queima). Isso explica por que a gordura do Lipedema parece "congelada" e não responde à dieta enquanto a via da insulina estiver bloqueada pelo fármaco.

3. Via da Histamina e Controle do Apetite
Muitos antidepressivos têm afinidade pelos receptores H1 (Histaminérgicos).

Mecanismo: O bloqueio do receptor H1 no hipotálamo desregula o centro da saciedade e reduz o gasto energético basal.

Impacto Sistêmico: Além do ganho de peso, como você já sabe, a alteração na via da histamina pode influenciar a permeabilidade capilar, aumentando o edema nas pernas das pacientes.

4. Via do Cortisol (Eixo HPA)
A modulação da serotonina e noradrenalina impacta diretamente o eixo Hipotálamo-Hipófise-Adrenal.O uso crônico pode alterar a curva de liberação do cortisol. Níveis de cortisol cronicamente alterados levam à degradação do colágeno e à retenção de sódio, piorando a fragilidade vascular.

Como  toxicologista, entendo que a mucosa va**nal é um dos tecidos mais sensíveis às variações de estrogênio no corpo fe...
29/04/2026

Como toxicologista, entendo que a mucosa va**nal é um dos tecidos mais sensíveis às variações de estrogênio no corpo feminino. Aqui está a explicação fisiopatológica deste efeito colateral:

1. O Mecanismo Central: Hipoestrogenismo Severo
A gestrinona é um potente antigonadotrófico. Ela inibe o eixo hipotálamo-hipófise-ovário, o que suprime a produção natural de estradiol pelos ovários.

A função do estrogênio na va**na: O estradiol é responsável por manter a espessura do epitélio va**nal, a elasticidade das fibras de colágeno e, principalmente, a vascularização da mucosa.

O efeito da gestrinona: Ao "desligar" o estrogênio, a gestrinona induz um estado de menopausa química. Sem o estímulo estrogênico, as células da mucosa va**nal param de se proliferar, tornando a parede va**nal fina, frágil e pouco vascularizada.

2. Alteração da Lubrif**ação e do Glicogênio
A lubrif**ação va**nal não depende apenas de glândulas, mas de um processo de transudação plasmática através das paredes va**nais, que é mediado pelo estrogênio.

Redução do transudato: Com a mucosa atrofiada e menos vascularizada, esse líquido não consegue atravessar as células, resultando em secura persistente.

Impacto no Glicogênio e pH: O estrogênio estimula a produção de glicogênio pelas células va**nais. O glicogênio é o alimento dos Lactobacillus (flora de Döderlein), que o convertem em ácido lático para manter o pH ácido (3.8 a 4.5).

Consequência: Com a gestrinona, o glicogênio cai, o pH sobe (torna-se mais básico) e a proteção natural é perdida, aumentando o risco de candidíase de repetição e vaginose, além da dor no ato sexual (dispareunia).

Muitas vezes, em busca de um corpo 'ideal', negligenciamos os efeitos profundos que certas intervenções podem ter na nos...
28/04/2026

Muitas vezes, em busca de um corpo 'ideal', negligenciamos os efeitos profundos que certas intervenções podem ter na nossa saúde. 😔 Como farmacêutico e toxicologista, venho trazer um alerta sobre a gestrinona e seus impactos na pele, um órgão vital que reflete muito do nosso bem-estar interno.

A pele é um órgão endócrino-dependente, e a gestrinona, um progestágeno sintético, atua de forma multifatorial, alterando o delicado balanço entre estrogênios e androgênios. O resultado? Um impacto direto na arquitetura dérmica, que pode levar à flacidez e à perda da vitalidade da pele.

Vamos entender como isso acontece:

1️⃣ **Inibição Hormonal e Hipoestrogenismo:** A gestrinona reduz drasticamente os níveis do estradiol, o hormônio feminino essencial para a saúde da pele. O estradiol é o grande estimulador da produção de colágeno, através dos fibroblastos. Com a queda deste hormônio, a pele entra em uma espécie de 'menopausa química', perdendo sua capacidade de renovar as fibras de sustentação e resultando em uma pele mais fina e frágil. 📉

2️⃣ **Atividade Androgênica e Degradação:** A gestrinona também aumenta a atividade de receptores androgênicos, alterando o ambiente da matriz extracelular. Isso favorece a expressão de enzimas, as metaloproteinases (MMPs), que literalmente 'cortam' e degradam o colágeno e a elastina existentes. No Lipedema, por exemplo, essa perda de integridade do colágeno intensif**a a flacidez e as 'ondulações' na pele.

3️⃣ **Redução de Glicosaminoglicanos e Desidratação:** A hidratação da pele depende dos glicosaminoglicanos (GAGs), como o ácido hialurônico, que são estimulados pelo estrogênio. Ao suprimir o estrogênio, a gestrinona leva à redução desses componentes essenciais, resultando em uma pele desidratada, rígida, quebradiça e com aspecto de 'papel'. 💧

É fundamental buscar conhecimento e entender os mecanismos biológicos por trás de cada escolha. Seu corpo merece o melhor cuidado e uma abordagem informada.

Você já s...

"É preciso cuidado para não confundir estímulo à secreção com melhora da sensibilidade. Tecnicamente, a tirzepatida é um...
09/04/2026

"É preciso cuidado para não confundir estímulo à secreção com melhora da sensibilidade. Tecnicamente, a tirzepatida é um duplo agonista dos receptores de GLP-1 e GIP — ambas substâncias incretinas.

Se consultarmos a bula e o mecanismo de ação, veremos que a função primordial dessas incretinas é o efeito insulinotrópico glicose-dependente. Ou seja: a tirzepatida sinaliza para o pâncreas aumentar a produção de insulina para dar conta da glicose circulante.

Dizer que ela 'trata' a resistência à insulina por mecanismo direto é um erro conceitual:

O fármaco aumenta a insulina (via GIP/GLP-1): O que pode, inclusive, exacerbar a hiperinsulinemia em pacientes com Lipedema se não houver ajuste dietético.

A melhora da resistência é secundária: Ela ocorre apenas como consequência da perda de peso e redução da gordura visceral a longo prazo, e não porque o fármaco 'cura' o receptor de insulina diretamente.

Portanto, em um paciente com resistência à insulina e Lipedema, prescrever tirzepatida sem controle de carga glicêmica é, tecnicamente, 'enxugar gelo', pois você está jogando mais do hormônio anabólico (insulina) em um sistema que já não responde bem a ele."

NAUCK, M. A.; D'ALESSIO, D. A. "Tirzepatide, a dual GIP/GLP-1 receptor co-agonist: A new era in incretin-based therapies." The Lancet, 2022.

Este estudo detalha como a tirzepatida supera a semaglutida na secreção de insulina. Para um toxicologista, isso fundamenta o argumento de que o fármaco força o pâncreas a produzir mais hormônio, o que é o oposto de dar "descanso" ao receptor.

HOLST, J. J.; ROSENKILDE, M. M. "GIP as a therapeutic target in diabetes and obesity: the case for GIP receptor agonism vs. antagonism." Journal of Clinical Investigation, 2020.

Discute o papel ambíguo do GIP. Em estados de resistência, o agonismo de GIP pode promover o armazenamento de gordura e picos insulínicos, o que é contraproducente no tratamento da causa raiz da resistência.

A bupropiona, embora seja amplamente utilizada como antidepressivo e auxílio na cessação do tabagismo, possui efeitos va...
06/04/2026

A bupropiona, embora seja amplamente utilizada como antidepressivo e auxílio na cessação do tabagismo, possui efeitos vasculares que podem, em determinados contextos clínicos, impactar o retorno venoso.
A bupropiona é um inibidor da recaptação de Dopamina e Noradrenalina (IRND). O aumento da noradrenalina circulante promove:Aumento da Resistência Periférica: A estimulação dos receptores $\alpha$-adrenérgicos causa vasoconstrição nas arteríolas.Aumento da Pressão Capilar: Quando as arteríolas se contraem de forma sustentada ou quando há um aumento da pressão arterial sistêmica (efeito comum da bupropiona), ocorre um aumento da pressão hidrostática dentro dos capilares.Extravasamento de Fluido: Esse aumento de pressão "empurra" o líquido para o espaço intersticial. No lipedema, onde os capilares já são frágeis, isso dificulta a reabsorção do líquido pelas vênulas, prejudicando o volume de sangue que deveria retornar ao coração (retorno venoso).

O retorno venoso depende criticamente da complacência das veias e da eficácia da bomba muscular da panturrilha.

Tônus Simpático Exacerbado: Embora a noradrenalina possa aumentar o tônus das grandes veias (venoconstrição), o que teoricamente ajudaria o retorno, o excesso de estímulo simpático causado pela bupropiona pode levar a uma hipertensão venosa funcional.

Relação com o Edema e Lipedema:
Ativação do Sistema Renina-Angiotensina: O estresse adrenérgico causado pela bupropiona pode ativar os rins para reter sódio e água.

Sobrecarga Linfática: Com mais líquido saindo dos vasos (devido à pressão capilar alta) e um retorno venoso dificultado pela resistência periférica, o sistema linfático f**a sobrecarregado.

Piora do Edema: No paciente com lipedema, isso se traduz em pernas mais pesadas, maior sensibilidade à dor e um padrão de hipotermia na termografia (devido ao acúmulo de líquido intersticial frio).

⚠️ Conclusão: Nem todo medicamento "neutro" para o peso é neutro para a circulação. O monitoramento com Termografia nos ajuda a ver se o seu remédio está "travando" o seu retorno venoso.

BRUNTON, L.L.; CHABNER, B.A.; KNOLLMANN, B.C. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman.

A gestrinona é um esteroide sintético com propriedades androgênicas, antiprogestogênicas e antiestrogênicas. Embora seja...
01/04/2026

A gestrinona é um esteroide sintético com propriedades androgênicas, antiprogestogênicas e antiestrogênicas. Embora seja muito utilizada no tratamento da endometriose e, em contextos de medicina estética/performance (no polêmico "chip da beleza"), o seu impacto na pele é signif**ativo e pode, sim, levar à percepção de perda de turgor e aumento da flacidez facial em certos perfis de pacientes.
1. Hipoestrogenismo (O fator principal)
A gestrinona inibe o eixo hipotálamo-hipófise, levando a uma queda acentuada nos níveis de estrogênio circulante. O estrogênio é o principal hormônio responsável pela saúde da pele feminina:

Colágeno e Elastina: O estrogênio estimula os fibroblastos a produzirem colágeno tipo I e III. Com o bloqueio estrogênico, a taxa de renovação dessas fibras cai, resultando em pele mais fina e menos elástica.

Glicosaminoglicanos (GAGs): O estrogênio regula a produção de ácido hialurônico na derme. Menos estrogênio signif**a menor retenção de água na matriz extracelular, o que reduz o turgor (aspecto de pele "murcha").

2. Aumento do Cortisol Livre e Estresse Oxidativo
O perfil androgênico da gestrinona pode, em algumas pacientes, alterar a percepção de estresse do organismo ou desregular o ciclo do cortisol. O excesso de cortisol (ou a falta da contraposição estrogênica) acelera a degradação proteica, afetando a sustentação facial.

3. Alteração da Gordura Facial (Coxins Adiposos)
A gestrinona promove a lipólise e a redistribuição de gordura (efeito anabólico/androgênico). Na face, a perda de gordura nos coxins adiposos superficiais e profundos retira o "preenchimento" natural da pele. Sem esse suporte de gordura, a pele sobra, gerando a aparência de flacidez gravitacional.

Stevenson, S., & Thornton, J. (2007). Effect of estrogens on skin aging and the biology of human skin. "Women's Health".

Calleja-Agius, J., & Brincat, M. P. (2012). The effect of postmenopausal hypoestrogenism on skin aging. "Climacteric".

Sim, a ferritina baixa (que indica baixos estoques de ferro no organismo) pode estar associada a tremores, embora esse n...
31/03/2026

Sim, a ferritina baixa (que indica baixos estoques de ferro no organismo) pode estar associada a tremores, embora esse não seja o sintoma mais clássico da deficiência de ferro.

O ferro é um cofator essencial para a síntese de neurotransmissores como a dopamina, que regula o controle motor. Quando os níveis estão baixos, o sistema nervoso pode manifestar sinais de hiperexcitabilidade ou disfunção motora.

Aqui estão os principais mecanismos e sintomas relacionados:

1. Relação Neurológica: Ferro e Dopamina
A deficiência de ferro afeta a enzima tirosina hidroxilase, necessária para produzir dopamina. A falta desse neurotransmissor pode causar:

Tremores leves: Geralmente tremores de extremidades (mãos) ou fasciculações (pequenos espasmos musculares).

Síndrome das Pernas Inquietas (SPI): É a manifestação neurológica mais comum da ferritina baixa, causando uma necessidade irresistível de mover as pernas, frequentemente descrita como um "tremor interno" ou formigamento.

2. Outras Causas Indiretas de Tremor na Deficiência de Ferro
Fadiga Muscular: Com menos oxigênio sendo transportado (se houver anemia associada), os músculos entram em fadiga precocemente, o que pode gerar tremores durante o esforço ou manutenção de postura.

Ansiedade e Irritabilidade: A deficiência de ferro está ligada a sintomas de ansiedade, que por si só podem manifestar tremores psicogênicos ou fisiológicos exacerbados.

Taquicardia: O coração bate mais rápido para compensar a falta de oxigênio, e essa descarga adrenérgica pode causar uma sensação de tremor ou "tremedeira" interna.

Na prática clínica, níveis de ferritina abaixo de 30 ng/mL já são considerados indicativos de estoques depletados, mas sintomas neurológicos como pernas inquietas e tremores podem surgir mesmo com a hemoglobina normal (deficiência de ferro não anêmica). É importante diferenciar o tremor da deficiência de ferro de outras causas:

Medicamentosas: Uso de beta-agonistas ou neurolépticos.
Distúrbios Metabólicos: Hipertireoidismo ou hipoglicemia.

Bibliografia
Youdim, M. B., & Connor, J. R. (1991). Iron and iron-binding proteins in the brain. "Journal of Neurochemistry".

Endereço

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