18/06/2026
Arrasta pro lado ➡️
É inevitável.
O primeiro pensamento do paciente que fratura uma prótese removível é usar cianoacrilato (cola mil).
Mas a gente sabe que esse “reparo” tem uma curta vida útil.
A Dinan veio com esse dois problemas: prótese fraturada e necessidade de extrair alguns elementos.
Coloquei na ordem de prioridades e vi a necessidade de reparo antes de qualquer coisa.
Afinal, quem gosta de sentir insegurança ao comer, sorrir ou falar?
Fiz uma base em silicone de laboratório e separei a prótese fraturada.
Como tinha uma base, conseguia voltar, mesmo que separada, para o mesmo lugar! Legal né? (Dica clínica: sempre que uma prótese quebrar com as margens definidas, em que você consiga unir com a mão, essa é uma técnica possível!)
No entanto, eu vi que, além da necessidade de reparo, também precisava recuperar a área basal. Por isso um modelo de gesso, fruto de uma boa moldagem com alginato.
Essa primeira foto foi logo após o reparo e recuperação da área basal com resina acrílica incolor autopolimerizável.
E a segunda foto foi logo após o reembasamento em boca, com resina rígida específica para esse fim.
Parece muita coisa, mas tudo isso foi feito na mesma consulta!
Restaurações das lesões cervicais não cariosas com isolamento absoluto meio doidão 😬
Após as extrações, reembasamos novamente e aguardado o período de cicatrização, colocamos em prática a Técnica da Clonagem terapêutica (sou fã).
Agora me diz, não é beeeeem mais interessante?❤️