Thaylise Gorla - Nutrição

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Thaylise Gorla - Nutrição ● Um novo conceito para o seu estilo de vida. Atendimentos nutricionais
Avaliação física
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Há quem ainda conheça a alimentação Ayurveda apenas em uma perspectiva terapêutica, dentro de um protocolo de tratamento...
01/06/2026

Há quem ainda conheça a alimentação Ayurveda apenas em uma perspectiva terapêutica, dentro de um protocolo de tratamento com muitas restrições, tabelas que muitas vezes parecem códigos ou um prato carregado de especiarias que, muitas vezes, viajaram milhares de quilômetros para compor uma refeição. Nada menos Ayurveda do que isso.

Quando falamos em alimentação na perspectiva do Ayurveda, muitas vezes esbarramos na cultura indiana, e isso faz com que as pessoas muitas vezes não conheçam, de fato, como nutrir o corpo com o olhar dessa sabedoria milenar e tão necessária.

Não que as especiarias, as plantas e as terapias não sejam necessárias; elas são. Mas a base da nutrição não é isso.

O Ayurveda nos convida a comer alimentos locais, plantados próximos de nós. Ele nos convida a ir ao encontro do nosso corpo, reconhecer a nossa natureza, entender a nossa digestão, observar os sabores dos alimentos e compreender o efeito de cada refeição no nosso corpo.

É muito menos um amontoado de regras e muito mais uma jornada de percepção e autoconhecimento.

Ele te convida a observar a qualidade do alimento, a frequência com que você se alimenta, o local onde você se alimenta, as estações do ano, o lugar onde você mora e tudo com o que você entra em contato, pois a sua nutrição está para além do que você coloca na boca.

No Charaka Samhita estão descritas algumas regras sobre a ingestão dos alimentos, e a última é a que mais me encanta, pois ele nos faz um convite e abre um caminho: prestar a devida atenção em si próprio.

Esse é o fator que muda tudo.
Você é a referência, e se observar é a base.

Não são as especiarias, não são as plantas importadas da Índia. É você, é a sua natureza, é a sua digestão, é o seu contexto, é a sua história.

Āhāra Vijñāna é como chamamos o conhecimento da nutrição ayurevda que, a cada dia, se faz mais necessária: um mergulho e um resgate do verdadeiro nutrir. 🌿

Obs: imagem ilustrativa. Os textos clássicos do Ayurveda não descrevem uma alimentação exclusivamente vegana.

Há quem ainda conheça a alimentação Ayurveda apenas em uma perspectiva terapêutica, dentro de um protocolo de tratamento...
01/06/2026

Há quem ainda conheça a alimentação Ayurveda apenas em uma perspectiva terapêutica, dentro de um protocolo de tratamento com muitas restrições, tabelas que muitas vezes parecem códigos ou um prato carregado de especiarias que, muitas vezes, viajaram milhares de quilômetros para compor uma refeição. Nada menos Ayurveda do que isso.

Quando falamos em alimentação na perspectiva do Ayurveda, muitas vezes esbarramos na cultura indiana, e isso faz com que as pessoas muitas vezes não conheçam, de fato, como nutrir o corpo com o olhar dessa sabedoria milenar e tão necessária.

Não que as especiarias, as plantas e as terapias não sejam necessárias; elas são. Mas a base da nutrição não é isso.

O Ayurveda nos convida a comer alimentos locais, plantados próximos de nós. Ele nos convida a ir ao encontro do nosso corpo, reconhecer a nossa natureza, entender a nossa digestão, observar os sabores dos alimentos e compreender o efeito de cada refeição no nosso corpo.

É muito menos um amontoado de regras e muito mais uma jornada de percepção e autoconhecimento.

Ele te convida a observar a qualidade do alimento, a frequência com que você se alimenta, o local onde você se alimenta, as estações do ano, o lugar onde você mora e tudo com o que você entra em contato, pois a sua nutrição está para além do que você coloca na boca.

No Charaka Samhita estão descritas algumas regras sobre a ingestão dos alimentos, e a última é a que mais me encanta, pois ele nos faz um convite e abre um caminho: prestar a devida atenção em si próprio.

Esse é o fator que muda tudo.
Você é a referência, e se observar é a base.

Não são as especiarias, não são as plantas importadas da Índia. É você, é a sua natureza, é a sua digestão, é o seu contexto, é a sua história.

Āhāra Vijñāna é como chamamos o conhecimento da nutrição ayurevda que, a cada dia, se faz mais necessária: um mergulho e um resgate do verdadeiro nutrir. 🌿

E se engana quem acha que isso é só papo do Ayurveda, que em essência é uma ciência da longevidade e aponta o fato de co...
26/05/2026

E se engana quem acha que isso é só papo do Ayurveda, que em essência é uma ciência da longevidade e aponta o fato de comermos menos vezes ao dia e vivermos mais.
David A. Sinclair, uma das maiores referências científicas sobre longevidade, escreveu em seu livro:
“Depois de 25 anos pesquisando o envelhecimento e tendo lido milhares de artigos científicos, se há um conselho que posso dar, uma maneira infalível de permanecer saudável por mais tempo, uma coisa que você pode fazer para maximizar seu tempo de vida agora é: coma com uma frequência menor.”

Hoje, as doenças do sistema digestivo estão no topo e, inclusive, tem crescido absurdamente o número de mortes.
Para além disso, o Ayurveda afirma há milhares de anos que toda doença começa em uma má digestão, e um bom agni, uma boa digestão, é o centro de uma boa saúde.

Comer menos vezes ao dia é dar descanso para o sistema digestivo.
A ideia de “comer de 3 em 3 horas” não é sobre saúde; sempre foi sobre aumentar o consumo, aumentar vendas.
Quanto mais você come, mais a indústria ganha e mais seu corpo trabalha, mais ele se desgasta, mais cansaço você sente — e aí repete o ciclo.
Come novamente. As pessoas estão completamente viciadas em comida e dependentes de energia rápida, perdendo a flexibilidade metabólica, que é um triunfo do corpo humano.

Vivemos a maior parte do tempo e prosperamos em um ambiente com escassez alimentar; nosso corpo precisa de descanso.
Nosso sistema digestivo precisa e merece descanso. Seu estômago não foi feito para ficar “cheio” o tempo todo; ele precisa esvaziar e descansar.
E esse descanso é o caminho para mais longevidade.

Nutrir o corpo, sem prejudicar o corpo.
Nutrir o corpo, sem forçar o corpo.
Nutrir o corpo, sem desgastar o corpo.

Vamos?

24/05/2026

O que nasce do medo e da ameaça, muitas vezes, não é sustentável.
Quantas pessoas você conhece que vivem com uma doença crônica ou com um desconforto crônico e, mesmo assim, seguem sem uma mudança de estilo de vida?
Pois é, essa lógica precisa mudar.
O medo pode até ser um fator imediato, mas, no longo prazo, não funciona e, muitas vezes, só paralisa, gera afastamento, revolta e, com isso, muitas pessoas seguem sem conseguir, de fato, fazer uma mudança.
Porque ninguém constrói cuidado genuíno a partir do terrorismo.
Ninguém aprende a ouvir o próprio corpo sendo constantemente ameaçado.
Muitas pessoas sabem o que deveriam evitar para ter mais saúde, mas, exatamente por essa lógica, seguem comendo.
O que nasce do medo e da culpa não gera consciência e compreensão, duas coisas que, pra mim, são a base de um processo de transformação.
E é isso que precisamos começar a cultivar.
Transformações profundas não acontecem quando alguém sente medo da morte.
Elas acontecem quando a pessoa finalmente entende que merece viver com mais energia, autonomia, leveza e saúde.
O verdadeiro cuidado com o corpo e com a saúde não nasce do medo da morte, mas de um grande “sim” pra vida.

Bora construir uma nova base essa semana?
E me conta aqui, já ouviu algo parecido?

Uma realidade contraditória, mas muito real.Hoje, uma grande parcela da sociedade vive com uma grande disponibilidade de...
18/05/2026

Uma realidade contraditória, mas muito real.

Hoje, uma grande parcela da sociedade vive com uma grande disponibilidade de comida, até uma certa abundância e facilidade para consumir diversos alimentos.
Olhando por essa perspectiva, deveríamos ser uma sociedade com mais energia, disposição e entusiasmo, principalmente quando comparada ao cenário de escassez que nossa espécie já vivenciou.

Mas não é isso que encontro na clínica, não é isso que vejo diariamente.
Parece que conseguimos aumentar os anos de expectativa de vida, mas esses anos não são muito atraentes; quase sempre estão acompanhados de muitas dores, doenças crônicas e muitos medicamentos.

Mais um paradoxo complexo.

Por mais que seja complexo, as respostas estão no que estamos consumindo.
É, de fato, o que estamos ingerindo de uma forma geral, não só comida.
Nossa rotina como um todo é autoexplicativa para a péssima qualidade de vida que estamos vivendo.

A maioria das pessoas está dormindo menos do que precisa, comendo muito mais do que necessita e com uma qualidade nutricional péssima.
Consumimos mais informações do que conseguimos processar, e nosso corpo, com mecanismos preciosos para se movimentar, foi abandonado em uma cadeira ou jogado no sofá.

A saída?
Um completo resgate.
Olhar para a realidade, aceitar para mudar.

Sua energia está para além de simplesmente comer mais, se entupir de café ou de chocolate para compensar o cansaço diário.
Comece, aos poucos, a se cuidar de verdade, um pouquinho todos os dias.

Coma mais limpo, movimente-se ao menos um pouco, cuide mais do seu sono, das suas relações e daquilo com que você entra em contato.

Esse é o meu desejo para a sua jornada: que você tenha uma vida com mais vida e entusiasmo. 🌿

Do pouco que vivi da maternidade até aqui uma palavra começa a se desenhar.Coragem.É preciso ter coragem. Mas coragem é ...
17/05/2026

Do pouco que vivi da maternidade até aqui uma palavra começa a se desenhar.
Coragem.
É preciso ter coragem.

Mas coragem é palavra conhecida pra nós há muito tempo.
Amar exige coragem e o nosso amor exigiu muita coragem.
Mas não só pelo fato de amar uma outra mulher.
Bancar um amor forte por anos por si, é um ato de coragem.

E agora mais uma vez essa palavra ganha destaque.
Viver uma dupla maternidade sem dúvidas exige coragem.
Sabe que esse tanto de coragem que nossa história exige faz sentido quando olhamos pra etimologia da palavra?
Agir com o coração, ação guiada pelo coração, pois é.
Talvez o mundo esteja precisando de mais coragem.

Maio é um mês especial e agora ganhou um tom ainda mais precioso.
É o mês que nos conhecemos e que você me pediu em casamento.
Completei metade da minha vida vivendo ao seu lado e vivemos nosso primeiro dia das mães.
Não consigo eleger desses eventos qual exigiu mais coragem, mas o fato é se tem algo que aprendemos e cultivamos é esse abrir o coração e deixar o amor tomar conta, um resumo da essência da verdadeira coragem.

Coragem essa que aprendi e sigo aprendendo através da sua presença diária e da força do nosso amor.
E assim como os passarinhos quando aprendem a voar sabem mais sobre coragem, sabem mais das coisas do coração do que de voo, mergulhamos em mais uma aventura pra seguir escrevendo com o coração e com verdade nossa história.

Meu desejo é que nosso filho, sinta essa coragem, que espalhe essa coragem que tem no seu mais íntimo a força das ações que vem do coração.

Obrigada por se fazer morada do transbordar do nosso amor, honro sua coragem e seu sim.
Você é uma mulher incrível e o Matheus tem uma baita sorte de te chamar de mãe. ♥️

13/05/2026

Se você sente mais fome em dias mais frios e bate aquela vontade de comer o mundo, com certeza esse texto é pra você.
Ao invés de ficar batendo cabeça, se punindo e “desistindo” de comer bem, se abra pra perspectiva do Ayurveda.

Todos os dias, atendo pacientes brigando com a própria fome.�Já parou para pensar que brigar com a fome é estar o tempo todo brigando com um impulso natural do seu corpo?
A fome que vem do corpo é um aviso, uma comunicação. É o nosso corpo sinalizando que precisamos comer.�Cultivar essa briga, que você nunca ganha, só te leva a mais desequilíbrio.
E não é novidade acabar caindo em uma refeição que te faz super mal depois de passar o dia todo acreditando que precisa comer pouco e que é errado sentir um pouco mais de fome.

Não forçar nem suprimir impulsos fisiológicos está na base da prevenção de muitas doenças, na perspectiva do ayurveda.�E o que mais vejo hoje são pessoas perdidas, desconectadas do próprio corpo, das próprias necessidades e com sintomas muito claros dessa desordem.
Brigar com a fome é brigar com esse corpo que é casa, com esse corpo que está o tempo todo tentando se ajustar, se organizar para que você tenha mais saúde.
Para o ayurveda, nos equilibramos com os opostos. E a busca do seu corpo, nos dias mais frios, é isso: um corpo sábio, inteligente, sinalizando suas necessidades.�O externo muda, e o seu cuidado também precisa mudar.
Não adianta empurrar salada fria para dentro enquanto o corpo tem necessidade de uma comida quentinha.�Não adianta brigar com a sua fome e querer comer menos enquanto o corpo gasta mais energia para manter suas funções básicas.
Se respeite. Respeite e observe seu corpo e, com isso, nutra-o com o que ele realmente precisa.

Seu cuidado, seus hábitos, seu prato não é o mesmo em todas as estações, observe e se ajuste.
Esse é o caminho que o ayurveda propõe, vamos? 🌿

Esse é o caminho que o Ayurveda propõe com excelência.
Um encontro com a sua natureza, um encontro verdadeiro com quem v...
09/05/2026

Esse é o caminho que o Ayurveda propõe com excelência.
Um encontro com a sua natureza, um encontro verdadeiro com quem você é.
Uma real mudança de hábito, uma transformação na sua forma de viver, exige coerência com a sua natureza.
Natureza essa que, muito provavelmente, esteja distante.

O mundo tem sido muito eficiente nesse afastamento. Poucas pessoas são ensinadas a respeitar e a reconhecer sua própria natureza; poucas pessoas são ensinadas a morar no próprio corpo, a entender e atender suas necessidades.
Vivemos uma grande desconexão, onde o externo parece saber mais do que nós, que habitamos o nosso próprio corpo.
E é aqui que as coisas não parecem fazer sentido.
Quando falamos em mudança de hábito, vendem um processo engessado, pronto, que não funciona para muitas pessoas e, quando funciona, é por um curto período.
Por vezes, parece uma caixa na qual você não cabe e, mais uma vez, vem a desistência. Afinal, força de vontade é um recurso esgotável.
É preciso uma compreensão maior. Esse encontro que o Ayurveda oferece é um caminho mais coerente com a sua necessidade.
Não é somente um amontoado de regras que te atravessam na obrigação.

É um caminho de cuidado.
É um caminho de autoconhecimento e de auto-observação.
É um caminho de desenhar uma rotina mais coerente, com hábitos baseados nessa compreensão.
É um caminho de escolhas diárias que te aproximam de quem você verdadeiramente é.

Reconhecer, conhecer e assim ser.
Não é só fazer, é compreender o que precisa ser feito, como precisa ser feito e isso muda tudo.
Vamos? 🌿

08/05/2026

“É preciso pensar de maneira complexa a respeito de coisas complexas.” — Robert Sapolsky

Essa frase é completa quando estamos falando sobre o corpo humano, sobre o ser humano.

Muitas vezes, parece que esquecemos que todos os estudos sobre o corpo não fazem parte da área de exatas. Não é sobre números. Somos muito mais do que cálculos perfeitos e, mais uma vez, estou aqui pra te lembrar disso.

Precisamos começar a ter esse olhar de complexidade. O mundo está simplista demais e as peças que querem encaixar, muitas vezes, não se encaixam.

Te vendem a ideia de que é só comer mais proteína, que a solução está no próximo suplemento, te deixam em uma completa confusão e aí você segue comprando o que dizem por aí, enquanto seus objetivos, suas buscas, suas necessidades e sua saúde seguem sem um olhar amplo e realista.

Treinar bem, digerir bem e comer bem.
Esse é o caminho para uma nutrição eficiente e, por consequência, uma construção eficiente.

Não tem atalho, não tem alimento mágico, não tem treino mágico e nem uma cápsula que resolva tudo.

O caminho é complexo e você também, mas te deixo mais um lembrete: você pode ir no seu tempo e o importante é dar o primeiro passo e seguir caminhando.

04/05/2026

Era só uma saída para correr.
Mas me deparei com o medo, a tensão, a impotência…
e inúmeras reflexões sobre a nossa liberdade, sobre as nossas possibilidades em um mundo em que a ameaça é real.

Perdi o ritmo, perdi o ânimo, desliguei a música, e a tensão travou o corpo; o medo venceu, e a corrida ficou para outro dia.

Quantas corridas mais serão adiadas?
Quantas vezes ainda sentiremos a ameaça em um simples caminhar?
Não tenho respostas, mas muitos questionamentos.
O que era uma simples corrida se tornou um encontro com o medo que nos limita.

A nossa liberdade custa muito, e uma saída para correr está longe de ser só uma corrida.
Será que um dia vai ser? 😐

Me conta se já se sentiu assim?

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