21/05/2026
Pergunta que todos jornalista quer fazer é ouro pra entrevista. Tem uma história de autoridade e propósito.
Eu abri o Instituto porque depois de servir na saúde desde 1987 como profissional da saúde ,entendi que o trabalhador brasileiro sustenta o país, mas ninguém sustenta ele.
Vi gente salvando vidas de jaleco, farda e uniforme, e voltando pra casa esquecida.
Meus eventos existem pra dizer: 'Herói, eu te vejo'. Pra devolver dignidade, autoestima e reconhecimento a quem cuida de todos nós.
Porque cuidar de quem cuida é a maior medicina preventiva que existe.
E depois de quase 40 anos atendendo e ouvindo, descobri uma doença que não está no CID: a invisibilidade.
O trabalhador da saúde, da segurança pública, da limpeza, da cultura... ele apaga incêndio todo dia. Mas quando o expediente acaba, ninguém aplaude. Ninguém pergunta como ele está.
Por isso abrir o Instituto. Pra ser hospital da alma de quem trabalha e fazer homenagens aos guerreiros.
E por isso faço eventos com a Soberana Ordem Heróis da Sociedade. Porque medalha não é vaidade. É remédio. Quando você homenageia um policial uma bailarina como uma assessora . você diz pro Brasil inteiro: 'Esse trabalho importa. Essa vida importa'.
Minha formação tripla me ensinou: cuida do corpo, cuida da mente, cuida da vida. Mas só o reconhecimento cura a dignidade.
Meu Instituto e meus eventos são meus plantões fora do hospital. É onde eu sigo salvando vidas — só que agora, com palco, medalhas e aplausos."
"Por que abri um Instituto?"*
"Em 1987, quando pisei no primeiro hospital como enfermeira, fiz um juramento: aliviar a dor.
Virei psicóloga porque percebi que tinha dor que não aparecia no raio-X. porque entendi que salvar vida exige ciência e alma.
Mas foi depois de 3 décadas que descobri minha maior paciente: a classe trabalhadora.
O segurança que não dorme. A enfermeira que faz 12h em pé. A artista que leva cultura pra periferia. A esteticista que devolveautoestima pra uma mãe.
Essa gente não tem plano de saúde emocional. Não tem convênio pra reconhecimento.
O Instituto nasceu desse diagnóstico. É um centro de valorização humana. A gente trata com curso, trata com acolhimento, trata com saúde e estética. Porque autoestima também é saúde pública.
*E por que os eventos?"*
"Porque o Brasil é viciado em criticar e analfabeto em agradecer.
Eu cansei de ver herói sendo enterrado como anônimo. A Soberana Ordem Heróis da Sociedade é meu prontuário social.
Quando eu coloco uma Medalha da Bravura no peito de um policial, eu tô suturando a alma dele. Quando uma bailarina dança num palco da ALERJ, eu tô dizendo pra cada menina da comunidade: 'O palco também é seu'.
Evento bom é aquele que o homenageado sai mais alto. Não de ego. De propósito.
Eu não faço festa. Eu aplico dose de dignidade em público pra curar uma nação inteira de ingratidão.
Esse é meu juramento aos 37 anos de saúde: enquanto eu respirar, herói nenhum vai morrer sem saber que foi visto."
"Eu não mudei de profissão. Eu ampliei o plantão."*
2."aprendi a cuidar. Aprendi a ouvir, aprendi a decidir. A Soberana Ordem me ensinou a honrar."*
"Tem gente que salva vida no CTI. Eu decidi salvar vida no palco."*
"Meu diploma mais importante não está na parede. Está no sorriso de quem foi homenageado. A primeira mulher que será reconhecida internacionalmente ,sem ajuda,sem recursos políticos, empresarial,mas que Deus fez alguém ver meu trabalho e ser reconhecida dando a maior honraria e agradeço a Deus por tudo que fez e está fazendo ainda.Não quero dar entrevista para nenhum canal . Mas chegará esse grande dia e muito será surpreendidos . Porque Deus é o maestro da minha vida.