Keila Vidal Psicóloga

Keila Vidal Psicóloga Perder dói e está tudo bem doer. Meu papel é te ajudar a viver uma vida mais leve. A partir daqui caminharemos juntos���

Dia do Psicólogo 🌿Hoje eu celebro a Psicologia não apenas como profissão, mas como uma escolha que transformou profundam...
27/08/2026

Dia do Psicólogo 🌿

Hoje eu celebro a Psicologia não apenas como profissão, mas como uma escolha que transformou profundamente a minha própria vida.

Ser psicóloga me ensina, todos os dias, sobre escuta, presença, limites, humanidade e sobre a coragem que existe em olhar para si com verdade.

É uma grande responsabilidade ser suporte para alguém em momentos de dor, dúvida, mudança e reconstrução. E, ao mesmo tempo, é uma das maiores satisfações da minha vida poder acompanhar pessoas enquanto elas se reencontram, se compreendem e constroem novos caminhos.

A cada pessoa que confia em mim, meu respeito pela Psicologia se renova.

Que eu nunca perca a sensibilidade de escutar, a humildade de aprender e a responsabilidade de cuidar de cada história que chega até mim.

Feliz Dia do Psicólogo a todos nós que escolhemos, todos os dias, estar a serviço da vida. 🤎🌿

Com carinho e gratidão,
Keila Vidal

26/08/2026

Talvez a saudade da infância não seja apenas vontade de voltar.

Talvez seja saudade de como nos sentíamos lá: mais leves, presentes, pertencentes.

E é justamente desse encontro entre quem fomos e quem somos hoje que nasceu o Entre Nós.

Um espaço de encontro, escuta e reconexão.
Para viver o que realmente importa. 🤎

E você: o que a sua vida adulta está pedindo de volta?

20/08/2026

Em que momento a gente começou a achar que crescer significa ficar sério o tempo todo?

A vida adulta vai enchendo a agenda de responsabilidades, prazos, boletos, compromissos… e, sem perceber, a gente vai deixando para depois coisas que também fazem bem:

rir sem pressa, brincar, conhecer gente nova, conversar sem olhar o relógio, fazer alguma coisa só porque é gostoso.

E talvez não seja falta de tempo.

Às vezes, falta um lugar que nos convide a sair do automático por algumas horas.

Tenho pensado muito nisso esses dias…

Me conta: o que você voltaria a fazer se não precisasse ser útil, produtivo ou “adulto” por algumas horas?

Você tenta desacelerar os pensamentos, se distrair, racionalizar, dormir…mas o corpo continua funcionando como se ainda ...
14/08/2026

Você tenta desacelerar os pensamentos, se distrair, racionalizar, dormir…
mas o corpo continua funcionando como se ainda precisasse ficar em alerta.

E uma das primeiras coisas que muda nesse estado é a respiração.

Ela pode ficar mais curta, mais rápida, concentrada no peito. Você pode prender o ar sem perceber, suspirar várias vezes ou sentir que nunca consegue fazer uma respiração realmente confortável.

E aqui existe uma via de mão dupla:
o que você sente muda a forma como você respira — e a forma como você respira também influencia o estado do seu corpo.

Por isso, antes de brigar com a mente, experimente observar o corpo.

Agora mesmo:

Como está a sua respiração?
Ela está tranquila ou apressada?
Profunda ou curta?
Você sente mais movimento no peito ou no abdômen?
Consegue soltar o ar sem esforço?

Não precisa mudar nada ainda.

Primeiro, perceba.

Porque aprender a se regular começa, muitas vezes, reconhecendo o que o corpo já está tentando dizer.

Nos próximos dias quero te mostrar por que respirar não é apenas “puxar e soltar o ar” — e o quanto a maneira como respiramos pode participar do nosso humor, da ansiedade, do estresse e até da qualidade do sono.

Me conta: quando sua mente acelera, você já percebeu o que acontece com a sua respiração?

06/08/2026

Antes mesmo de você conseguir explicar o que sente, o corpo já reagiu.

Um aperto no peito.
A respiração mais curta.
O estômago contraído.
A vontade de recuar.

E, com o tempo, muitas dessas reações passam a ser chamadas de personalidade:

“Eu sou insegura.”
“Eu penso demais.”
“Eu sou fechada.”
“Eu sempre volto atrás.”

Mas nem tudo o que você repete define quem você é.

Algumas respostas foram aprendidas para proteger você em momentos em que se sentir segura não era tão simples.

Perceber isso não significa se justificar.

Significa começar a diferenciar quem você é da forma como aprendeu a reagir.

Antes de tentar mudar um comportamento, observe:

O que acontece no seu corpo quando essa situação aparece?

É nessa percepção que novas escolhas começam a se tornar possíveis. 🤍

Qual é a primeira reação que você percebe no seu corpo quando Ele/Ela diz que vocês precisam conversar?

Quantas vezes você disse:“Eu sou assim.”E nunca parou para perguntar:“Desde quando eu precisei ser assim?”Na clínica, ve...
03/08/2026

Quantas vezes você disse:

“Eu sou assim.”

E nunca parou para perguntar:

“Desde quando eu precisei ser assim?”

Na clínica, vejo isso com frequência.

Muitas características que chamamos de personalidade nasceram como uma forma de adaptação.

Controlar tudo.
Agradar sempre.
Pensar demais.
Se fechar.
Colocar os outros em primeiro lugar.

Esses comportamentos fizeram sentido em algum momento da vida.

O problema é quando continuam conduzindo suas escolhas, mesmo depois que o perigo passou.

Curar não é apagar quem você foi.

É entender por que precisou se proteger tanto e descobrir que hoje existem outras formas de viver.

🤎 Qual dessas características você mais reconheceu em si?

31/07/2026

Você percebeu o que aconteceu enquanto respirava?

Talvez tenha sentido um aperto.
Talvez tenha relaxado.
Talvez não tenha sentido nada.

E tudo isso diz alguma coisa.

Quando vivemos por muito tempo em estado de alerta, o corpo aprende que precisa estar sempre preparado para se proteger.

É por isso que, muitas vezes, não basta entender com a mente que um relacionamento machuca, que uma oportunidade é boa ou que está na hora de mudar.

O corpo também precisa perceber que agora existe segurança.

Por isso eu acredito que algumas transformações começam antes de uma decisão.

Elas começam quando voltamos a sentir o próprio corpo.

🧡 Hoje, eu só queria te lembrar disso.

Como foi essa experiência para você? O que você percebeu enquanto respirava?

30/07/2026

Nem sempre é falta de coragem.

Muitas vezes, é um corpo que aprendeu que perder um vínculo significa perder a própria segurança.

Por isso, antes de julgar quem permanece, vale a pergunta:

O que essa pessoa precisou viver para que ficar parecesse mais seguro do que partir?

É nesse lugar que começa o trabalho terapêutico.

28/07/2026

Que Deus abençoe muito sua vida, que você viva sua infância da melhor maneira e que seja muuuuiito feliz! A Dindinha sempre estará aqui por vice e para você!
Te amo!

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