26/05/2026
Harvard sempre pareceu um lugar distante… daqueles que a gente admira de longe, quase como um sonho impossível. E hoje eu estou aqui.
Não apenas caminhando por esses corredores, mas mergulhada em conhecimento, estudando Neuromodulação em uma das maiores universidades do mundo, com o coração cheio de gratidão a Deus por me permitir viver isso.
Mas, no fim, essa viagem nunca foi só sobre mim. Cada aula, cada conversa, cada descoberta carrega o rosto dos meus pacientes. Carrega as mães que chegam cansadas, os adultos que perderam movimentos, as crianças que lutam para se comunicar, os recomeços silenciosos, as pequenas vitórias que mudam uma vida inteira.
Estar em Harvard me lembra que ciência e humanidade não podem andar separadas. Porque nenhum cérebro é igual ao outro. Nenhuma história é igual à outra. E é por isso que cada tratamento precisa ser individualizado, pensado com cuidado, respeito e propósito.
A Neuromodulação me encanta justamente por isso: pela capacidade que o cérebro tem de criar novos caminhos, reaprender, se reorganizar… e nos mostrar que ainda existe possibilidade, mesmo quando muitos já perderam a esperança.
Volto daqui mais preparada, mas também mais sensível ao privilégio e à responsabilidade que é cuidar de pessoas.
Que Deus continue guiando meus passos, porque eu sei que foi Ele quem transformou esse sonho em realidade e com certeza esse sonho é cheio de propósito. 🤍