Dr. Rafael Jacob - Oncologista

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Oncologista no Rio de Janeiro
Foco no tratamento dos cânceres de mama e de pulmão
Membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
Membro do Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica

Agendamentos (Whatsapp): 21 99999-4470

História familiar não é detalhe de ficha médica.É um dos mapas mais importantes que temos para entender risco.A maioria ...
01/06/2026

História familiar não é detalhe de ficha médica.
É um dos mapas mais importantes que temos para entender risco.

A maioria dos cânceres não é hereditária — isso é verdade.
Mas quando mutações como BRCA estão presentes, o risco muda, o rastreio muda e o tempo passa a importar ainda mais.

O problema não é ter história familiar.
O problema é não conversar sobre ela, não investigar e não usar a informação a favor do cuidado.

Genética não é destino.
Destino é ignorar dados que poderiam antecipar decisões.

Se você sabe que há câncer na família, fale sobre isso na consulta.
Pode ser a conversa que muda o rumo da história.

Dr. Rafael Jacob

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Não é o remédio recém-lançado.Não é a tecnologia de milhões.E quase nunca é o que vira manchete.O que mais salva vidas e...
29/05/2026

Não é o remédio recém-lançado.
Não é a tecnologia de milhões.
E quase nunca é o que vira manchete.

O que mais salva vidas em câncer é algo bem menos glamouroso:
o ciclo do rastreio bem feito.

📍 Fazer o exame certo.
📍 Interpretar corretamente.
📍 Repetir no intervalo adequado.
📍 Comparar com exames anteriores.
📍 Investigar quando algo muda — sem empurrar com a barriga.

Parece simples.
Mas quando o ciclo falha em qualquer etapa, o diagnóstico atrasa.
E quando atrasa, o tratamento f**a mais complexo, mais agressivo e menos ef**az.

Rastreio não é evento isolado.
É processo.
É constância.
É disciplina.

Enquanto muita gente corre atrás da “última terapia”,
o que continua salvando mais vidas é chegar antes.

E isso não depende de milagre.
Depende de método.

Dr. Rafael Jacob

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A falta de ar que aparece aos poucos costuma ser normalizada.Você sobe menos escadas. Anda mais devagar. Dorme cansado.E...
27/05/2026

A falta de ar que aparece aos poucos costuma ser normalizada.
Você sobe menos escadas. Anda mais devagar. Dorme cansado.
E o corpo vai se adaptando — enquanto o problema avança.

No câncer de pulmão, a dor quase nunca vem primeiro.
O que vem antes é mais sutil:

- fadiga que não melhora
- respiração curta em esforços simples
- queda inexplicável do rendimento físico
- sensação de peso no peito, sem dor clara

O perigo está justamente aí: no que não dói.
No sintoma que não grita, mas insiste.

Ignorar a falta de ar não a faz desaparecer.
Ela apenas aprende a conviver com você — até o dia em que não dá mais.

Se algo mudou na sua respiração e você não encontra motivo, investigue.
Respirar não deveria ser um esforço.

Dr. Rafael Jacob

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Você não precisa saber interpretar uma tomografia.Mas precisa saber quando perguntar.Grande parte dos diagnósticos tardi...
25/05/2026

Você não precisa saber interpretar uma tomografia.
Mas precisa saber quando perguntar.

Grande parte dos diagnósticos tardios de câncer de pulmão não acontece por falha técnica — acontece por normalização do que não é normal.

Respiração que piora.
Sintomas tratados sem investigação.
Risco conhecido ignorado.

Fazer as perguntas certas não cria doença.
Cria chance de chegar antes.

E na oncologia, chegar antes muda tudo.

Dr. Rafael Jacob

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Da luta ao luto em pouquíssimo tempo…Do maior amor da minha vida a maior dor que experimentei em toda a minha existência...
03/01/2026

Da luta ao luto em pouquíssimo tempo…

Do maior amor da minha vida a maior dor que experimentei em toda a minha existência…

Dos melhores sorrisos que já esbocei às lágrimas mais cruéis que extravasei em toda a minha jornada na Terra...

Assim, foram esses dias ao seu lado. Sentimentos diametralmente opostos, rasgando minha alma e cravando tristeza e solidão no meu peito…

Você, mãezinha querida (como sempre a chamei e chamarei), me ensinou e me deu o que tenho de melhor: foco, disciplina, amor fraterno, respeito ao próximo, a busca pelo saber, a comunhão em Cristo. A lista das nossas semelhanças são tantas, que precisaria de muitos posts pra escrever. Entretanto, essas são as mais enraizadas em mim.

Muito me orgulho de saber que fui um bom filho e honrei sua existência; mas, nesse momento, nada conforta ou acalma. Preciso de pausa e de tempo.

Somente Jesus e o tempo serão capazes de permitir o retorno às atividades normais e a vislumbrar uma vida à frente sem sua voz, toque, cheiro e aquele “boa noite” gostoso na hora de dormir ao telefone.

Um dia, a dor será saudade e a saudade permitirá maior valor as melhores memórias. Por ora, permito-me, e é importante, chorar e sofrer com sua repentina partida.

Jovem, ainda, linda, divertida, engraçada e, por muitas vezes, escrachada. Aqui, as nossas deliciosas diferenças: você reclamando que nasci velho demais; dizendo que não sabe como nunca dei dor de cabeça ou trabalho e alegando que sou o carioca menos carioca, porque sempre reclamo do calor e do excesso de informalidades. Que delícia ter você me trazendo mais leveza, porque sou, sim, mais denso, reflexivo e sério. E isso, também, nos aproximava. Porque - através das nossas diferenças - você me trouxe equilíbrio.

Agora, você viaja pra um outro plano e eu sigo aqui, sozinho. Quero persistir na fé, que hoje fraqueja, pra honrá-la pra todo o sempre.

Pra você, todos os aplausos são poucos, todos os elogios são escassos e todo amor da minha parte é nada perto do que você me deu.

Vai com Deus, olha por mim, vem me visitar nos sonhos quando puder e receba - mesmo fora da matéria - meu beijo e abraço de “boa noite”.

Até um dia, meu amor. Eu creio. 💔😔

O fim de ano chega como descanso para muita gente — mas, para quem vive o câncer, ele vem junto com uma pergunta silenci...
31/12/2025

O fim de ano chega como descanso para muita gente — mas, para quem vive o câncer, ele vem junto com uma pergunta silenciosa:
“E agora? Posso respirar… ou preciso continuar alerta?”

A resposta é: as duas coisas.

Descansar faz parte do tratamento.
Desconectar um pouco não signif**a abandono; signif**a recuperar forças para continuar.

O cuidado também continua.
Mesmo entre Natal e Ano Novo, alguns sinais não esperam: falta de ar persistente, febre, sangramento, dor que piora, náuseas que impedem de se alimentar. Se aparecer, procure atendimento. Não negocie com o corpo.

A família tem um papel enorme.
Separar remédios com antecedência, confirmar horários, ajudar com transporte, dividir tarefas simples. Apoio não é sobre fazer tudo — é sobre não deixar alguém enfrentar sozinho.

E o emocional importa tanto quanto a consulta.
Festas podem trazer gatilhos: cadeiras vazias, planos interrompidos, incertezas. Dê nome ao que dói. Falar é cuidado. Ser ouvido também.

O calendário pode virar a folha. O tratamento, não.
Entre um dia e outro, escolha aquilo que te devolve — um pouco — para si mesma(o).

Porque mesmo em dezembro, o cuidado continua sendo casa.

Dr. Rafael Jacob
Oncologia clínica com humanidade e ciência.

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No câncer de mama, cuidar do osso é cuidar da paciente como um todo.Ácido zoledrônico e denosumabe são medicamentos fund...
29/12/2025

No câncer de mama, cuidar do osso é cuidar da paciente como um todo.
Ácido zoledrônico e denosumabe são medicamentos fundamentais em cenários específicos — tanto para reduzir fraturas e dor, quanto para melhorar desfechos oncológicos em grupos selecionados.

Eles não são iguais.
Não servem para todas as pacientes.
E não devem ser usados sem critério.

A escolha entre um e outro depende do estágio da doença, do status menopausal, da função renal, do risco de perda óssea e do objetivo do tratamento — seja ele adjuvante ou metastático.

Outro ponto essencial: segurança.
Avaliação odontológica, correção de cálcio e vitamina D e seguimento adequado fazem parte do cuidado responsável.

Na oncologia, o tratamento certo não é o mais forte — é o mais bem indicado.

Dr. Rafael Jacob

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Nem todo Natal é igual.Alguns chegam mais silenciosos.Outros, atravessados por exames, tratamentos, medos e expectativas...
24/12/2025

Nem todo Natal é igual.
Alguns chegam mais silenciosos.
Outros, atravessados por exames, tratamentos, medos e expectativas que não cabem na mesa da ceia.

Mas mesmo quando a vida aperta, a esperança encontra espaço.
Ela aparece no cuidado diário.
No tratamento que segue.
Na família que se faz presente.
No profissional que caminha junto.

Esperança não é negar a dificuldade.
É continuar, apesar dela.
É acreditar que cada passo importa — mesmo os mais curtos.

Para quem enfrenta o câncer, o Natal pode não ser perfeito.
Mas ele pode ser real, afetuoso e cheio de signif**ado.

Que este seja um tempo de acolhimento, respeito aos limites e presença verdadeira.
Porque quando existe esperança,
não existe Natal pequeno.

Dr. Rafael Jacob

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Estar em tratamento oncológico não exclui o Natal — mas muda algumas escolhas.O corpo pode estar mais sensível, o apetit...
23/12/2025

Estar em tratamento oncológico não exclui o Natal — mas muda algumas escolhas.
O corpo pode estar mais sensível, o apetite diferente, a digestão mais lenta. E tudo isso merece respeito.

Alimentos mais leves, hidratação adequada, cuidado com náuseas e moderação no álcool ajudam a transformar a ceia em um momento possível — e não em mais um fator de desconforto.

Aqui não falamos de proibição, e sim de escuta.
Escuta do corpo, dos limites e das necessidades do momento.

Natal é sobre estar junto.
E estar bem, dentro do possível, também é parte dessa celebração.

Dr. Rafael Jacob

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22/12/2025.Para muitos, uma simples data, mais um dia.Para mim, um dia especial. Para a , mais ainda. Essa foto tem muit...
23/12/2025

22/12/2025.

Para muitos, uma simples data, mais um dia.

Para mim, um dia especial. Para a , mais ainda.

Essa foto tem muitas camadas. Quem vê a foto, mas desconhece o filme, pode enxergar apenas 4 pessoas sorrindo. 😀

Entretanto, não é um sorriso comum, de quem ouviu algo engraçado ou estava descontraindo com amigos.

É sorriso de gratidão, de alívio, de fé, de celebração…é sorriso de superação! 🙌🏻

Hoje, Adriana encerra uma etapa (mais uma) importante do seu tratamento oncológico. Terminou a terapia adjuvante (pós operatória) anti Her 2; um tratamento específico e direcionado a pacientes que tem esse subtipo de câncer de mama.

A terapia anti Her 2 transformou a história natural dessa doença. O que, há 20 anos atrás, preocupava oncologistas, dada a falta de recursos mais eficientes para tratá-la, hoje não é mais uma realidade.

Os tratamentos evoluíram e, com ele, as mulheres ganharam mais oportunidades de enfrentamento e de cura. E assim a vida segue, apoiada na fé que nos dá ânimo e força para os desafios da vida, sem largar a mão da ciência, que descortina todos os dias novas possibilidades e muda o curso de muitas doenças, antes sem tanta perspectiva.

Parabéns, Adriana! Você encerra esse ciclo, mas nossa caminhada ainda será longa e - se Deus quiser - de mais e mais vitórias.

Para quem tinha medo da quimioterapia pré operatória, você foi uma guerreira. Alcançou a melhor resposta que poderíamos: resposta completa!

Para quem achava que o tratamento pós operatório por 01 ano demoraria a passar…esse dia chegou! 👏🏻

Celebre a vida, hoje e todos os dias!

Na semana do Natal, um presente imenso abraçar você e sua mãezinha (que tímida não saiu na foto) e festejar essa conquista.

Não obstante, fiz questão de mostrar aquelas que sempre me dão apoio, para que meu trabalho flua leve e ef**az. , não poderia ter melhor secretária que você, sempre preocupada com cada detalhe. , uma enfermeira humana, competente, atenta e cuidadosa com todos.

Viva a vida! 🙏🏻❤️

👉🏻 Foto e postagem concedida pela paciente.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
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