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psiq.alinesantos Te ajudo a entender sobre sua saúde mental e transtornos �
CRM 5290559-3 | RQE 34346

27/08/2026

Como está o sono? O trabalho foi afetado? Há uso de álcool ou outras substâncias? Como estão as relações, a rotina e os comportamentos?

A partir dessas respostas, é possível construir um projeto terapêutico com objetivos e estratégias adequadas para cada paciente. Só então entram as decisões sobre medicação, psicoterapia e participação da família.

O tratamento, além de controlar sintomas, busca recuperar estabilidade, autonomia e qualidade de vida.

25/08/2026

O tratamento em saúde mental deve ser construído com o paciente.

Entender o diagnóstico, saber por que determinada medicação foi escolhida, reconhecer sinais de alerta e compreender as estratégias propostas pelo psiquiatra e pelo psicólogo também fazem parte do cuidado.

Quanto mais o paciente conhece o próprio tratamento, mais recursos pode desenvolver para identificar momentos de crise, comunicar mudanças e participar das decisões ao longo do processo.

21/08/2026

Às vezes, a resposta não está em trocar a medicação ou ajustar uma dose, mas em uma conversa que ainda não aconteceu.

Quando o paciente encontra segurança para falar sobre o que realmente está acontecendo, novas informações entram no tratamento e podem mudar a forma de compreender seus sintomas.

O que é dito durante uma consulta também pode transformar decisões, condutas e caminhos do tratamento.

Nem toda mudança começa com uma nova prescrição. Algumas começam com uma conversa.

20/08/2026

Muitas vezes, os sintomas do paciente se relacionam e fazem parte de um quadro que precisa ser compreendido como um todo.

Tratar apenas cada sintoma pode não ser suficiente. Um projeto terapêutico busca identificar o que está por trás dessas manifestações e definir estratégias que façam sentido.

18/08/2026

O que funciona para um paciente pode não funcionar para outro e isso exige acompanhamento, ajustes e um olhar individualizado para cada caso.

Além da medicação, o tratamento em saúde mental pode envolver psicoterapia, prática de atividade física, redução do consumo de álcool, melhora do sono e outras mudanças de hábitos.

O cuidado não deve se resumir a uma receita. Consultas regulares com o psiquiatra e o acompanhamento terapêutico são fundamentais para avaliar a evolução e construir um plano de tratamento adequado às necessidades de cada pessoa.

Tratamento psiquiátrico não é fórmula pronta. É um processo individual, que precisa ser acompanhado ao longo do tempo.

14/08/2026

Apoiar não significa fazer tudo pelo outro. O cuidado precisa acompanhar as necessidades de cada momento e fortalecer o vínculo familiar sem impedir a construção da autonomia e da confiança em si.

13/08/2026

A culpa é um sentimento comum entre pais de filhos com transtornos psiquiátricos. Muitos se perguntam se poderiam ter percebido antes, agido diferente ou evitado o adoecimento.

Mas transtornos mentais geralmente não têm uma única causa. Fatores genéticos, biológicos e ambientais podem estar envolvidos no desenvolvimento de uma condição psiquiátrica.

Diante de um diagnóstico, trocar a culpa por conhecimento também é uma forma de cuidado.

Compreender o transtorno, reconhecer os sintomas e participar do tratamento ajuda a família a sair da busca por culpados e olhar para aquilo que pode ser feito a partir de agora.

11/08/2026

Esse foi o relato da mãe de um paciente com transtorno bipolar, uma dor que muitas famílias vivem em silêncio.
O adoecimento mental pode criar um distanciamento que não é físico, mas emocional. A impulsividade, a irritabilidade e o isolamento fazem com que pais, mães e familiares muitas vezes não saibam como ajudar, o que gera culpa, sofrimento e impotência.

O tratamento não deve cuidar apenas do paciente. A família também precisa ser acolhida, orientada e compreendida, porque ela faz parte da recuperação.
O transtorno bipolar não define quem a pessoa é. Existe um filho, uma filha, um irmão ou uma mãe por trás do diagnóstico, que precisa de cuidado e tratamento.

07/08/2026

Saúde mental é resultado da combinação de diferentes pilares trabalhando juntos. E a atividade física é um deles. Quando você se exercita regularmente, seu cérebro responde melhor ao estresse oxidativo, aumenta a neuroplasticidade e libera endorfinas que favorecem o bem-estar, a disposição e a recuperação emocional.

Os melhores resultados acontecem quando ela faz parte de um tratamento integrado, ao lado da psicoterapia e, quando necessário, do acompanhamento psiquiátrico.

No consultório, é comum ver os pacientes procurando uma única solução para o sofrimento. Uns acreditam que só a medicaçã...
06/08/2026

No consultório, é comum ver os pacientes procurando uma única solução para o sofrimento.

Uns acreditam que só a medicação resolve. Outros têm medo dos remédios e apostam apenas na psicoterapia. Há quem espere que atividade física, sozinha, seja suficiente.

Mas a saúde mental não funciona assim.

Você não é um diagnóstico. E o seu tratamento também não deve ser.

Quando indicada, a medicação pode ser o primeiro passo para aliviar os sintomas e permitir que você aproveite melhor a psicoterapia, retome sua rotina e volte a viver com mais qualidade. Isso não significa que ela será para sempre.

Remédio, psicoterapia e mudanças no estilo de vida não competem. Eles se complementam.

O melhor tratamento é aquele que cuida de você por inteiro.

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