31/08/2026
Meus pacientes são orientados rotineiramente sobre como ter mais autonomia nos cuidados com a própria saúde.
Porque, na vida real, nem sempre haverá um médico disponível no exato momento em que surgir uma dor de cabeça, uma febre, uma alergia ou algum outro sintoma mais simples.
E é justamente nessas horas que muita gente abre a gaveta de remédios de casa e escolhe alguma coisa com base no que já tomou antes, no que alguém indicou ou simplesmente no que encontrou por ali.
O problema não é apenas qual medicamento escolher. É saber se ele pode ser usado por você, qual a dose adequada, o intervalo, por quanto tempo, quais medicamentos não devem ser associados e, principalmente, reconhecer quando aquele sintoma deixou de ser algo para cuidar em casa.
Foi também por isso que escrevi o Manual Prático da Farmácia Doméstica.
Não para substituir uma consulta médica, mas para que, nos momentos em que você precisar tomar uma decisão sozinho, tenha informação de qualidade para não precisar decidir no escuro.
Autonomia sobre a própria saúde não é fazer tudo sozinho. É saber tomar boas decisões e reconhecer quando você precisa de ajuda.
— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro