Kaique Torres - Saúde com Consciência

Kaique Torres - Saúde com Consciência Médico da Força Aérea e referência em educação popular em saúde. Ensino você a prevenir tragédias por automedicação e agir com consciência nas emergências.

Autor do Manual da Farmácia Doméstica.

31/08/2026

Meus pacientes são orientados rotineiramente sobre como ter mais autonomia nos cuidados com a própria saúde.

Porque, na vida real, nem sempre haverá um médico disponível no exato momento em que surgir uma dor de cabeça, uma febre, uma alergia ou algum outro sintoma mais simples.

E é justamente nessas horas que muita gente abre a gaveta de remédios de casa e escolhe alguma coisa com base no que já tomou antes, no que alguém indicou ou simplesmente no que encontrou por ali.

O problema não é apenas qual medicamento escolher. É saber se ele pode ser usado por você, qual a dose adequada, o intervalo, por quanto tempo, quais medicamentos não devem ser associados e, principalmente, reconhecer quando aquele sintoma deixou de ser algo para cuidar em casa.

Foi também por isso que escrevi o Manual Prático da Farmácia Doméstica.

Não para substituir uma consulta médica, mas para que, nos momentos em que você precisar tomar uma decisão sozinho, tenha informação de qualidade para não precisar decidir no escuro.

Autonomia sobre a própria saúde não é fazer tudo sozinho. É saber tomar boas decisões e reconhecer quando você precisa de ajuda.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

25/08/2026

Ter a próstata aumentada não é necessariamente uma sentença para sofrer com sintomas.

Por isso, meus pacientes são frequentemente orientados sobre quais são os fatores que aumentam as chances de complicação.

Dessa forma, eles sempre estão conscientes da prevenção e, caso aconteça algum imprevisto, prontamente saberão identificar os sintomas de forma precoce.

Conhecimento certo, na hora certa, nas mãos que necessitam, SALVA VIDAS.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

24/08/2026

Quando a temperatura cai, é muito comum começarmos a pensar em alguma vitamina, suplemento ou alimento que possa “aumentar a imunidade”.

Mas o mais interessante é perceber que o sistema imunológico não começa a se preparar apenas quando o tempo vira.

Ele vem sendo influenciado pelas noites em que você dormiu bem, pelos alimentos que ofereceu ao seu corpo, pela prática de atividade física e por tantos outros cuidados que fazem parte da sua rotina.

Isso não significa que uma pessoa saudável nunca ficará gripada ou resfriada. Significa que o organismo pode estar mais preparado para reconhecer, combater e se recuperar de uma possível infecção.

E podemos ajudá-lo ainda mais mantendo os ambientes ventilados, higienizando as mãos, evitando contato próximo com pessoas sintomáticas e mantendo a vacinação atualizada.

No fim, não existe um único alimento, vitamina ou hábito capaz de nos tornar imunes a todos os vírus.

O que existe é algo ainda mais interessante: várias escolhas simples que, repetidas ao longo do tempo, ajudam o nosso corpo a fazer aquilo que ele já sabe fazer — nos proteger.

Talvez cuidar da imunidade seja justamente isso: não esperar o tempo virar para começar, mas oferecer ao corpo, todos os dias, as condições de que ele precisa.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

24/08/2026

O paciente não precisa sair da consulta apenas com pedidos de exames e prescrições.

Precisa entender como se cuidar também quando o médico não estiver por perto.

É por isso que meus pacientes recebem orientação, acompanhamento e ferramentas para terem mais autonomia sobre a própria saúde.

E foi para que esse conhecimento não ficasse restrito ao consultório que eu escrevi o Manual Prático da Farmácia Doméstica.

Se ele também puder ajudar você ou sua família, basta clicar no meu nome. O acesso está no link da bio.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

22/08/2026

No segundo período da faculdade, uma cirurgiã decidiu confiar em mim.

Toda terça-feira, eu atravessava a noite acompanhando o plantão dela em um grande hospital público do Rio de Janeiro.

Entrava às 19h. Saía às 7h da manhã.

Sem receber um centavo.

Em troca, eu tinha acesso a algo que nenhum salário de estagiário conseguiria comprar: o raciocínio, a experiência e o repertório de alguém que já havia enfrentado situações que eu ainda levaria anos para conhecer.

Não era apenas observar uma cirurgiã trabalhando.

Era aprender como ela pensava, decidia, se posicionava e agia diante de uma emergência.

Essa experiência não substituiu a faculdade. Mas, transformou profundamente o médico que saiu dela.

Por isso, o meu conselho foi: encontre alguém em quem você confia, que confia no seu potencial e cuja trajetória desperta em você o desejo de aprender.

Tenha humildade para chegar e perguntar:

“Posso acompanhar você?”

Mas entenda: isso não significa aceitar exploração ou trabalhar gratuitamente para qualquer pessoa.

Significa reconhecer, de forma consciente, quando uma oportunidade de aprendizado pode entregar um repertório que dinheiro nenhum compraria naquele momento.

Às vezes, você abre mão de ganhar por alguns meses para aprender com alguém que levou 16 anos para construir aquele conhecimento.

Existem oportunidades que não colocam dinheiro no seu bolso imediatamente.

Mas, colocam você anos à frente na sua trajetória.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

20/08/2026

A PrEP não precisa necessariamente acompanhar você todos os dias. Para algumas pessoas, ela pode acompanhar apenas os momentos em que será necessária.

É o esquema 2 + 1 + 1:
2 comprimidos entre 2 e 24 horas antes da relação;
1 comprimido 24 horas após a primeira dose;
1 comprimido mais 24 horas depois.

Mas “sob demanda” não significa “de qualquer jeito”.

Essa modalidade exige planejamento, adesão correta aos horários e avaliação prévia no serviço de saúde. Também não é indicada para todos os públicos.

Se as relações são frequentes, surgem sem possibilidade de planejamento ou você acredita que pode se confundir com os horários, a PrEP diária provavelmente será uma estratégia mais segura e prática.

E nenhuma das duas substitui os demais cuidados: a PrEP protege contra o HIV, mas não previne sífilis, gonorreia, clamídia, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis.

Não existe uma única forma de viver a sexualidade. Por isso, também não deveria existir apenas uma possibilidade de prevenção.

A melhor estratégia é aquela indicada para você e que você consegue seguir corretamente.

Salve para não esquecer o 2 + 1 + 1 e compartilhe com quem ainda não sabe que essa possibilidade existe.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

18/08/2026

O problema não foi ele pensar que era apenas uma rinite.

O problema foi continuar pensando assim depois que o comportamento dos sintomas mudou.

Coceira no nariz, espirros em sequência e coriza transparente apontam para uma crise alérgica. Já a prostração, o aumento da congestão, a pressão no rosto e a tosse podem aparecer quando uma infecção viral entra em cena.

Mesmo nessa fase, secreção amarela ou esverdeada não significa, sozinha, que existe uma bactéria e muito menos que chegou a hora de tomar antibiótico.

Na maioria das vezes, o quadro viral começa a melhorar espontaneamente entre o 7º e o 10º dia.

O sinal que muda a história é outro: os sintomas começam a melhorar e, depois, pioram novamente. Principalmente quando essa piora vem acompanhada de febre alta, dor facial intensa ou unilateral e alteração importante do estado geral.

É nesse momento que a automedicação precisa parar e a avaliação médica começa a fazer diferença.

O Manual Prático da Farmácia Doméstica não existe apenas para mostrar qual medicamento pode aliviar determinado sintoma. Ele também mostra quando aquele sintoma deixou de pertencer à farmácia de casa.

Salve este vídeo. Nem todo nariz entupido precisa de antibiótico, mas toda piora fora do esperado merece atenção.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

17/08/2026

Ardência para urinar. Vontade de ir ao banheiro toda hora. Sai pouca urina. Desconforto na parte de baixo da barriga.

A cistite costuma dar sinais relativamente típicos, mas o mais importante não é apenas reconhecer quando pode ser uma infecção urinária. É perceber quando o quadro começa a fugir do esperado.

Febre, calafrios, dor nas costas ou na lateral do corpo, vômitos e piora importante do estado geral merecem atenção. Nesses casos, não é hora de simplesmente continuar tentando controlar os sintomas em casa.

E tem outro detalhe importante: aliviar o sintoma não significa tratar a causa.

A fenazopiridina, por exemplo, pode aliviar temporariamente a dor e a ardência urinária em situações apropriadas, mas não é antibiótico e não trata a infecção.

Foi justamente por isso que, no vídeo, eu consultei a ficha do medicamento no Manual Prático da Farmácia Doméstica antes de utilizá-lo: medicamento comum também precisa de indicação, dose, contraindicações e sinais de alerta bem compreendidos.

No fim, saber qual remédio existe é fácil.

Difícil, e muito mais importante, é saber quando ele pode ajudar e quando você precisa procurar atendimento.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

16/08/2026

Você não precisa contar para ninguém.

Não precisa se explicar.

Não precisa esperar o medo desaparecer.

Só precisa entender que proteger a própria saúde é uma decisão que pertence a você.

A PrEP é uma estratégia altamente eficaz para reduzir o risco de adquirir HIV quando utilizada corretamente e está disponível gratuitamente pelo SUS.

O atendimento deve ser sigiloso, sem julgamentos e acompanhado por profissionais capacitados. Você será avaliado, fará os te**es necessários e receberá orientação sobre a modalidade de uso adequada para o seu caso.

Mas atenção: a PrEP protege contra o HIV. Ela não previne sífilis, gonorreia, clamídia, hepatites virais ou outras infecções sexualmente transmissíveis. Por isso, faz parte de uma estratégia de prevenção combinada, com acompanhamento, testagem periódica e pr********vo quando possível.

O julgamento dos outros não pode continuar tendo mais poder sobre a sua saúde do que você.

Se você já pensou em usar PrEP, talvez este vídeo seja o empurrão que estava faltando.

Salve. Compartilhe discretamente com alguém. Uma conversa pode mudar uma decisão e uma decisão pode mudar uma vida.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

12/08/2026

Uma dor abdominal pode começar de um jeito tão inespecífico que, nas primeiras horas, parece não ser nada demais.

O problema é quando o tempo passa e o quadro começa a mudar.

A localização da dor muda.
O apetite desaparece.
Surgem náuseas ou vômitos.
A movimentação começa a incomodar.
E aquilo que parecia apenas um desconforto passa a contar uma história clínica muito mais importante.

É justamente por isso que, em algumas doenças, a evolução dos sintomas ao longo das horas pode ser tão importante quanto o primeiro sintoma.

O objetivo desse vídeo não é fazer você diagnosticar uma apendicite em casa. É ajudar a saber quais medicações utilizar diante dos sintomas (após consultar seu Manual Prático da Farmácia Doméstica) e, principalmente, reconhecer quando uma dor abdominal deixou de parecer algo simples e merece avaliação médica.

Conhecer sinais de alerta não substitui atendimento médico.

Mas pode ajudar você a perceber mais cedo quando é hora de procurá-lo.

— Dr. Kaique Torres // CRM-RJ 127883-5
Médico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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