Dra. Juliana Schvartz

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Dra. Juliana Schvartz Cuidado integral para o desenvolvimento infantil e o bem-estar de toda a família.

Atendimento focado no neurodesenvolvimento, com uma abordagem humanizada, individualizada e baseada na homeopatia.

“Doutora, ele f**a muito irritado quando alguém mastiga perto dele.”“É só um barulho pequeno, mas parece que incomoda de...
02/10/2026

“Doutora, ele f**a muito irritado quando alguém mastiga perto dele.”

“É só um barulho pequeno, mas parece que incomoda demais.”

Para algumas pessoas, determinados sons podem provocar uma reação emocional muito intensa. É o que acontece na misofonia.

Mastigação, fungadas, respiração, cliques repetitivos… sons que para outra pessoa passam despercebidos podem ser extremamente difíceis de tolerar.

E isso não signif**a simplesmente “frescura”, falta de educação ou exagero.

Existe uma reação real ao som.

Em crianças e adolescentes, compreender o que acontece antes, durante e depois desse momento é importante: qual é o som? Em que situações acontece? O que a criança sente? Como reage? O quanto isso interfere na escola, em casa, nas relações e na rotina?

E quando falamos de uma criança com TEA ou outras características de neurodesenvolvimento, também é importante olhar para o processamento sensorial de forma individualizada e sem assumir que todo incômodo com sons seja misofonia.

Às vezes, aquele comportamento que parece exagerado para quem está de fora está comunicando que aquele som realmente está sendo difícil de suportar.

E entender isso muda a forma como acolhemos e ajudamos essa criança.

Dra Juliana Schvartz
Neurodesenvolvimento| Homeopatia
| Neuromodulação

01/10/2026

O que é a “Força Vital” na Homeopatia?

Esse é um dos conceitos presentes no pensamento de Samuel Hahnemann, fundador da Homeopatia.

Na teoria homeopática, a chamada Força Vital é descrita como um princípio dinâmico relacionado à manutenção do equilíbrio e do funcionamento do organismo.

Quando Hahnemann fala sobre saúde e doença, ele parte da ideia de que o organismo possui uma capacidade própria de manter seu equilíbrio e que os sinais e sintomas fazem parte dessa manifestação.

Mas é importante entender o conceito dentro do seu contexto: a Força Vital pertence à teoria homeopática e não corresponde a um mecanismo biológico estabelecido pela ciência contemporânea.

Neste Reel, eu quis trazer apenas uma pequena introdução.

🎥 No YouTube, expliquei esse conceito com mais calma e contei um pouco mais sobre o pensamento de Hahnemann.

Dra. Juliana Schvartz
Neurodesenvolvimento| Homeopatia| Neuromodulação

Nem toda crise neurológica conta a história inteira.Quando falamos em encefalite de Rasmussen, estamos falando principal...
30/09/2026

Nem toda crise neurológica conta a história inteira.

Quando falamos em encefalite de Rasmussen, estamos falando principalmente de crises epilépticas focais, que podem ser frequentes e, em alguns casos, resistentes ao tratamento.

E aqui existe um detalhe importante: uma crise focal não precisa ser aquela convulsão que todo mundo imagina, com a criança caindo e tendo movimentos pelo corpo inteiro.

Ela pode, por exemplo, envolver movimentos repetitivos de uma mão, braço ou face, alterações de consciência ou outros sinais que podem passar despercebidos por quem não conhece esse tipo de crise.

A encefalite de Rasmussen é uma condição rara e progressiva que, além das crises, pode estar acompanhada por alterações neurológicas que evoluem ao longo do tempo como redução de força ou movimentos de um lado do corpo, mudanças na linguagem e alterações cognitivas.

Por isso, não é apenas a presença da crise que importa. É observar a história inteira.

O que mudou depois que as crises começaram?
Houve alguma alteração no movimento?
Na força?
Na linguagem?
No desenvolvimento ou no desempenho cognitivo?

O diagnóstico não acontece a partir de um único sintoma. A investigação envolve a evolução clínica e exames como EEG e ressonância magnética, além de outros exames quando indicados.

E é importante deixar claro: ter uma crise epiléptica não signif**a ter encefalite de Rasmussen. É uma condição rara que precisa ser diferenciada de outras possibilidades.

O que precisamos aprender é reconhecer quando existe uma evolução neurológica que merece uma investigação mais aprofundada.

Porque, na neurologia, muitas vezes, não é apenas o que aconteceu. É entender a história que veio depois.

Dra. Juliana Schvartz
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Nem sempre aquilo que observamos em uma criança parece fazer parte da mesma história.Um sintoma aparece no intestino. Ou...
28/09/2026

Nem sempre aquilo que observamos em uma criança parece fazer parte da mesma história.

Um sintoma aparece no intestino. Outro envolve o sono, o comportamento ou o desenvolvimento. E surge a sensação de que estamos olhando para várias coisas diferentes.

Mas o organismo não funciona em partes isoladas.

Existem células de defesa especializadas que vivem em diferentes tecidos e ajudam a manter o equilíbrio daquele ambiente. Entender isso nos lembra de algo muito importante na avaliação infantil: antes de olhar para sintomas separados, precisamos compreender o organismo como um todo.

Isso não signif**a que uma alteração em um sistema explique, sozinha, uma condição do neurodesenvolvimento. Signif**a ampliar as perguntas e investigar as conexões com cuidado e base científ**a.

Porque, muitas vezes, uma boa investigação começa quando deixamos de perguntar apenas:

“Qual é o sintoma?”

e passamos a perguntar:

“O que está acontecendo por trás dele?”

🧠 No carrossel, eu te mostro essa ideia de forma simples.

E, se quiser aprofundar, a aula completa está no YouTube. ( Link na Bio e nos stories dessa aula)

Dra. Juliana Schvartz
Neurodesenvolvimento Infantil
Homeopatia | Neuromodulação

Seu filho pode estar com deficiência de vitamina D sem que isso seja evidente no dia a dia. E quando existe uma deficiên...
26/09/2026

Seu filho pode estar com deficiência de vitamina D sem que isso seja evidente no dia a dia.

E quando existe uma deficiência, vale olhar além do exame isolado: o que pode estar por trás dela?

Alguns pontos que merecem atenção:

• pouca exposição solar
• alterações na absorção intestinal
• excesso de peso ou alterações metabólicas
• algumas condições de saúde e uso de determinados medicamentos
• alterações no crescimento e na saúde óssea
• cansaço, fraqueza muscular ou maior dificuldade para atividades físicas
• alterações de atenção, aprendizagem ou outros aspectos do desenvolvimento que precisam ser avaliados dentro de todo o contexto da criança

Isso não signif**a que esses sinais indiquem, sozinhos, deficiência de vitamina D. Mas podem ser motivos para conversar com seu médico e avaliar se é necessário investigar.

A vitamina D participa de muito mais processos no organismo do que muita gente imagina.

E, principalmente na infância, suplementar sem avaliar a necessidade não é o mesmo que cuidar.

Observe. Pergunte. Investigue.
Cada criança precisa ser olhada dentro da sua própria história.

Dra. Juliana Schvartz
Neurodesenvolvimentol | Homeopatia | Neuromodulação

O YouTube chegou por aqui!Criei esse canal como um espaço para conversar com mais calma sobre temas que fazem parte da m...
26/09/2026

O YouTube chegou por aqui!

Criei esse canal como um espaço para conversar com mais calma sobre temas que fazem parte da minha prática e que, muitas vezes, precisam de mais tempo para serem explicados.

Neurodesenvolvimento, homeopatia, neuromodulação e tantos outros assuntos que atravessam o cuidado de crianças e famílias.

Por aqui, no Instagram, eu continuo compartilhando conteúdos mais rápidos. No YouTube, quero ter espaço para aprofundar, explicar e trazer conversas mais completas.

O canal já está no ar e o link está na minha bio.

Espero vocês por lá.

Dra Juliana Schvartz
Neurodesenvolvimento| Homeopatia| Neuromodulação

24/09/2026

Nem toda mãe chega ao consultório sabendo exatamente o que perguntar.

Às vezes, ela chega com uma frase:
“Meu filho não acompanha a escola.”
“Ele não fala como as outras crianças.”
“Não sei se é apenas uma fase.”
“Ele não consegue prestar atenção.”

E foi pensando nessas dúvidas que organizei o meu Site, um espaço para reunir conteúdos e informações sobre temas que fazem parte do meu trabalho e das perguntas que chegam ao consultório.

Lá você encontra conteúdos sobre desenvolvimento, TEA, TDAH, fala, aprendizagem, sono, neuromodulação e outros temas também.

A ideia não é substituir uma consulta.

É oferecer um espaço para você conhecer, entender e começar a organizar suas dúvidas.

O link está na minha bio.

Dra Juliana Schvartz
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24/09/2026

“Dra., mas ele come tão pouco… como pode estar acima do peso?”

Essa pergunta pode surpreender muitas famílias.
A seletividade alimentar não determina sozinha o peso de uma criança.

Uma criança pode ter um repertório alimentar muito restrito e estar abaixo do peso. Outra pode estar dentro do esperado. E também existem crianças seletivas com sobrepeso ou obesidade.

Por isso, quando avalio uma criança com seletividade alimentar, não olho apenas para o número da balança.

Olho para o crescimento, o repertório alimentar, a qualidade e a quantidade dos alimentos, as preferências, as recusas e todo o contexto daquela criança.

Porque peso adequado não signif**a, necessariamente, alimentação adequada.

E seletividade alimentar merece ser compreendida para além do “come pouco” ou “come mal”.

Dra Juliana Schvartz
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“Doutora, posso dar vitamina D? Ouvi dizer que faz bem para a imunidade.”Essa é uma dúvida que aparece com frequência.A ...
23/09/2026

“Doutora, posso dar vitamina D? Ouvi dizer que faz bem para a imunidade.”

Essa é uma dúvida que aparece com frequência.

A vitamina D realmente participa de funções importantes do organismo, e inclusive relacionadas à saúde óssea, ao sistema imunológico e ao sistema nervoso.

Mas existe uma diferença importante entre reconhecer a importância de um nutriente e entender que ele deve ser suplementado para todo mundo.

A dose, a necessidade e até a indicação de suplementação precisam considerar cada criança: idade, alimentação, exposição solar, crescimento, condições de saúde, absorção intestinal, medicamentos e, quando indicado, avaliação laboratorial.

Vitamina D também precisa de critério.

Não é porque faz bem que devemos usar indiscriminadamente.

E não é porque uma criança precisa de vitamina D que a dose será igual à de outra.

Por isso, antes de escolher a dose, é importante ter um profissional que conheça a criança e consiga interpretar o contexto de forma individualizada.

Dra Juliana Schvartz
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A gente se acostuma a cuidar.Da alimentação.Das terapias.Das consultas.Da escola.Do sono.Das crises.Dos detalhes que nin...
21/09/2026

A gente se acostuma a cuidar.

Da alimentação.
Das terapias.
Das consultas.
Da escola.
Do sono.
Das crises.
Dos detalhes que ninguém mais percebe.

E, sem perceber, começa a deixar o próprio cuidado sempre para depois.

“Depois eu marco minha consulta.”
“Depois eu vejo isso.”
“Agora não dá.”

Para muitas mães, especialmente as mães atípicas, esse “depois” pode durar muito tempo.

Mas cuidar de si não é egoísmo.

É reconhecer que você também precisa de atenção, descanso, acompanhamento e acolhimento.

Talvez a gente precise parar de esperar chegar ao limite para lembrar que também somos alguém que precisa ser cuidada.

Você também merece estar na sua própria lista de cuidados.

Dra Juliana Schvartz
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Rio De Janeiro, RJ

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