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“Quanto tempo de tela pode?” é uma das perguntas mais frequentes quando falamos sobre infância e tecnologia. Mas o relóg...
23/09/2026

“Quanto tempo de tela pode?” é uma das perguntas mais frequentes quando falamos sobre infância e tecnologia. Mas o relógio conta apenas uma parte dessa história. 📱

Também importa entender como esse tempo está sendo vivido: a idade da criança, o que ela acessa, em qual contexto, com quem interage e como o uso das telas se encaixa na rotina, especialmente em relação ao sono, movimento, alimentação e convivência.

E existe outro ponto importante: participar da vida digital dos filhos também signif**a demonstrar interesse pelo que eles fazem ali.

Quando existe espaço para conversar sobre um jogo, um vídeo, uma mensagem ou algo que apareceu na tela, a presença do adulto deixa de ser associada apenas a limites e retirada do aparelho. Aos poucos, essa relação pode ajudar a criança a procurar alguém de confiança quando encontrar algo que a incomode, assuste ou gere dúvidas.

Orientação digital também se constrói com presença, diálogo e acompanhamento. 💜

Salve este conteúdo e aproveite para refletir: qual aspecto da vida digital do seu filho você conhece menos hoje?

🩺 Dra. Letícia Piana
CRM 227114 | RQE 137314

Quando falamos sobre telas na infância, a pergunta quase sempre começa pelo tempo: “quantas horas pode?”Mas o relógio co...
23/09/2026

Quando falamos sobre telas na infância, a pergunta quase sempre começa pelo tempo: “quantas horas pode?”

Mas o relógio conta apenas uma parte dessa história.

Também importa saber o que a criança acessa, com quem interage, quais informações compartilha e se existe espaço para conversar sobre o que acontece no ambiente digital.

Na infância, essa participação dos responsáveis tende a ser mais próxima e direta. Conforme a criança cresce, o acompanhamento também pode evoluir, abrindo espaço para orientação, diálogo e construção gradual de autonomia digital.

E existe outro ponto que merece atenção: como esse uso aparece fora das telas? Sono, comportamento, atividade física, rendimento, relações e organização da rotina ajudam a perceber como a experiência digital está repercutindo na saúde e no dia a dia da criança ou do adolescente.

Mais do que controlar minutos, acompanhar a vida digital também é conhecer, orientar e manter o diálogo aberto.

Compartilhe este conteúdo com outros responsáveis que também estão construindo os combinados sobre tecnologia em casa.

🩺 Dra. Letícia Piana
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A escola sabe que seu filho tem alergia alimentar. Mas ela está preparada para lidar com isso?Existe uma diferença impor...
22/09/2026

A escola sabe que seu filho tem alergia alimentar. Mas ela está preparada para lidar com isso?

Existe uma diferença importante entre conhecer o diagnóstico e ter um cuidado organizado para a rotina da criança.

Isso envolve pensar em como reduzir o risco de exposição ao alimento, quais sinais podem indicar uma reação e o que deve ser feito caso ela aconteça.

Essas orientações também precisam estar acessíveis às pessoas que convivem com a criança durante o período escolar, inclusive em momentos como refeições, atividades e passeios.

Como cada criança possui um histórico diferente, o acompanhamento médico ajuda a individualizar essas orientações e a mantê-las atualizadas conforme suas necessidades.

Para a família, vale uma pergunta prática: se uma reação acontecer hoje, as pessoas responsáveis pela criança sabem como agir?

Compartilhe este conteúdo com famílias de crianças com alergia alimentar e com profissionais que fazem parte da rotina escolar.

🩺 Dra. Letícia Piana
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Estar no mesmo lugar é importante. Conseguir participar de verdade é o que transforma essa presença em pertencimento.Iss...
21/09/2026

Estar no mesmo lugar é importante. Conseguir participar de verdade é o que transforma essa presença em pertencimento.

Isso vale para muitos espaços onde a infância acontece: em casa, na escola, nas brincadeiras, nas festas e em outros momentos de convivência.

Às vezes, uma criança está junto com as demais, mas encontra barreiras para compreender uma proposta, acompanhar uma atividade, comunicar o que precisa ou se envolver naquele momento.

E pequenas mudanças podem fazer diferença. Apresentar uma orientação de outra forma, organizar melhor o ambiente, oferecer mais tempo, adaptar uma etapa ou ajudar apenas no que a criança precisa são maneiras de ampliar suas possibilidades de participação.

O apoio pode assumir formas diferentes para cada criança. O objetivo é favorecer seu envolvimento e sua autonomia, respeitando características, habilidades e necessidades individuais.

Diante das situações do cotidiano, uma pergunta pode mudar o nosso olhar: essa criança tem oportunidades reais de participar?

Compartilhe esta reflexão com famílias e profissionais que também convivem com crianças.

🩺 Dra. Letícia Piana
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Nós dois, celebrando o amor de um casal muito especial 🤍✨
21/09/2026

Nós dois, celebrando o amor de um casal muito especial 🤍✨

Compartilhar uma conquista, uma cena engraçada ou um momento especial da infância faz parte da rotina digital de muitas ...
19/09/2026

Compartilhar uma conquista, uma cena engraçada ou um momento especial da infância faz parte da rotina digital de muitas famílias. Mas você já reparou em quantas informações podem aparecer em uma única foto?

O uniforme pode indicar onde a criança estuda. O cenário pode revelar lugares que ela frequenta. Uma localização marcada, horários recorrentes e outros detalhes aparentemente simples podem, juntos, formar pistas sobre sua rotina.

Isso signif**a que, antes de publicar, vale olhar para a imagem além do momento que queremos registrar: o que ela revela? Para quem f**ará disponível? As configurações de privacidade estão adequadas ao que desejo compartilhar?

E, conforme a criança cresce, existe mais uma oportunidade importante de aprendizado: perguntar como ela se sente sobre aquela publicação. Incluir crianças maiores e adolescentes nessas decisões ajuda a ensinar, na prática, sobre privacidade, limites e respeito à própria imagem.

A ideia é compartilhar com mais consciência, preservando aquilo que também pertence à intimidade da criança.

Compartilhe este conteúdo com familiares e cuidadores que também registram a infância nas redes sociais.

🩺 Dra. Letícia Piana
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18 de setembro é uma data para ampliar o conhecimento sobre o Retinoblastoma e, principalmente, ajudar mais famílias a r...
18/09/2026

18 de setembro é uma data para ampliar o conhecimento sobre o Retinoblastoma e, principalmente, ajudar mais famílias a reconhecerem sinais que merecem atenção.

Um deles pode aparecer em uma situação bem cotidiana: uma fotografia com flash. Em geral, a luz pode produzir aquele conhecido reflexo avermelhado nos olhos. Quando um reflexo branco aparece na pupila, chamado leucocoria, esse achado merece avaliação médica e oftalmológica para entender sua causa.

Isso porque a leucocoria pode estar relacionada ao Retinoblastoma, mas também pode ocorrer em outras condições oculares. A fotografia chama a atenção para um sinal, mas é a avaliação adequada que permite investigá-lo.

Estrabismo, dificuldade para enxergar e outras alterações persistentes nos olhos da criança também merecem ser observados e avaliados.

O olhar atento da família é muito importante e se soma às avaliações oculares realizadas ao longo da infância. No retinoblastoma, reconhecer os sinais e investigar precocemente faz diferença nas possibilidades de tratamento e na preservação da visão.

Compartilhe esta informação com outras famílias. Um sinal mais conhecido também tem mais chances de ser percebido no momento certo.

🩺 Dra. Letícia Piana
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Segurança do paciente também é construída nas decisões que parecem pequenas durante uma consulta pediátrica.Antes de ori...
17/09/2026

Segurança do paciente também é construída nas decisões que parecem pequenas durante uma consulta pediátrica.

Antes de orientar um tratamento, por exemplo, é importante conhecer aquela criança: seu histórico, o que encontramos no exame clínico, seu peso atual, quais medicamentos já utiliza, se possui alergias e como os sintomas começaram e evoluíram.

São informações que ajudam a individualizar a conduta e a tomar decisões mais seguras para aquele momento.

E existe outra parte fundamental desse cuidado: a comunicação.

Uma orientação precisa fazer sentido para a família. Como utilizar um medicamento, quais cuidados manter em casa, o que observar e em quais situações procurar uma nova avaliação são informações que precisam ser compreendidas. E, quando surgem dúvidas, elas merecem espaço para serem esclarecidas.

Neste Dia Mundial da Segurança do Paciente, vale lembrar que segurança também se constrói assim: conhecendo a criança, avaliando com atenção, orientando com clareza e acompanhando sua evolução.

Compartilhe este conteúdo com outras famílias. Informação e boa comunicação também fazem parte de um cuidado mais seguro.

🩺 Dra. Letícia Piana
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Quem viveu a infância nos anos 80 provavelmente vai olhar para algumas dessas cenas e pensar: “Como a gente fazia isso e...
16/09/2026

Quem viveu a infância nos anos 80 provavelmente vai olhar para algumas dessas cenas e pensar: “Como a gente fazia isso e achava tão normal?” 😂

Mas essa trend também traz uma reflexão importante: cada geração cuidou das crianças com as informações e recomendações disponíveis naquele momento.

A Pediatria evolui junto com a ciência. Conforme novas evidências surgem, algumas orientações mudam, outras ganham mais precisão e práticas que fizeram parte da infância de muita gente passam a ser conduzidas de outra forma.

Por isso, mais do que comparar gerações, vale reconhecer essa evolução e buscar orientações atualizadas para as escolhas que fazemos hoje. O acompanhamento pediátrico também ajuda a transformar novas evidências em cuidados adequados para cada criança. 💜

No fim, mães e famílias de diferentes épocas compartilham algo que atravessa gerações: o desejo de cuidar da melhor forma possível com aquilo que sabem naquele momento.

Agora me conta: qual dessas práticas você já ouviu sua mãe, sua avó ou alguém da família contar que fazia? 😅

🩺 Dra. Letícia Piana
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Sobrou comida no prato e já veio aquela preocupação: “Será que meu filho comeu o suficiente?”Essa dúvida é muito comum. ...
11/09/2026

Sobrou comida no prato e já veio aquela preocupação: “Será que meu filho comeu o suficiente?”

Essa dúvida é muito comum. Mas o que ficou no prato nem sempre conta toda a história.

Às vezes, a porção servida era maior do que a criança precisava naquele momento. Em outros dias, ela realmente pode estar com mais ou menos apetite. Na infância, essa variação acontece e uma única refeição diz pouco sobre como está a alimentação como um todo.

Por isso, gosto de olhar para o conjunto: como essa criança vem crescendo e se desenvolvendo, como é sua rotina alimentar, se existe variedade nas refeições e como ela se relaciona com a comida ao longo do tempo.

Se você percebeu uma mudança que está persistindo ou a quantidade que seu filho come continua trazendo preocupação, leve essa dúvida para a consulta.

Podemos avaliar esse cenário com mais contexto e entender o que faz sentido para aquela criança.

Compartilhe com outra família que também f**a de olho no que sobrou no prato. 💜

🩺 Dra. Letícia Piana
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