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Não adianta apagar sintomas se a raiz continua intocada.Não adianta tratar partes se o corpo é um todo.Saúde não é sobre...
08/06/2026

Não adianta apagar sintomas se a raiz continua intocada.
Não adianta tratar partes se o corpo é um todo.

Saúde não é sobre remendar.
É sobre transformar de dentro para fora.

Você MERECE ser olhada por inteiro!

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Dra Kassia Galvão - CRM 9058RN / 222.234SP
📍Atendimentos em Natal/RN e online

07/06/2026

Mulher, durante muito tempo tentaram reduzir estradiol e progesterona a “hormônios femininos”, como se eles existissem apenas para fertilidade, ciclo menstrual ou menopausa. Mas o corpo sempre mostrou que a história é muito mais profunda.

Hoje, a ciência começa a confirmar aquilo que a prática clínica já vinha mostrando há anos: estradiol e progesterona participam diretamente da forma como o cérebro percebe, regula e suporta a dor.

Um estudo recente publicado pela revista Science mostrou que esses hormônios atuam no sistema natural de analgesia do cérebro, regulando a liberação de opioides endógenos, substâncias produzidas pelo próprio corpo que ajudam a modular a dor física e emocional.

E o que isso significa na prática?
Que quando estradiol e progesterona começam a cair, como acontece na TPM, no pós-parto, na perimenopausa e na menopausa, muitas mulheres perdem parte da capacidade fisiológica de lidar com dor, inflamação, exaustão e sobrecarga emocional.

Não é exagero, nem fraqueza e nem “coisa da sua cabeça”.É bioquímica.

O problema é que, durante décadas, mulheres foram ensinadas a normalizar o sofrimento. Receberam antidepressivos antes de investigação, anti-inflamatórios antes de escuta e foram convencidas de que sentir dor constante fazia parte da vida adulta.

Mas mulher, corpo em desequilíbrio fala.
E ele fala através do cansaço, da irritabilidade, da insônia, da dor muscular, das crises inflamatórias, da dificuldade de concentração, da sensação de não reconhecer mais a própria energia.
Isso não deveria ser banalizado.

Porque quando um eixo hormonal entra em colapso, não é apenas o ciclo menstrual que muda. Todo o sistema perde capacidade de adaptação, reparo e equilíbrio.

E talvez uma das maiores violências contra a saúde da mulher tenha sido ensinar gerações inteiras a suportarem sintomas que deveriam ter sido investigados.

Viver sentindo dor o tempo inteiro não é normal. é um sinal.

E mulher, sintoma não foi feito para ser ignorado. Foi feito para ser compreendido.

Quer ser olhada por inteiro ? Agende sua consulta.

Dra Kassia Galvão - CRM 9058RN / 222.234SP

📍Atendimen

Deus me ama muito e eu tenho toda vez mais certeza disso quando olho nos teus olhos. A sua vida na minha é um presente t...
07/06/2026

Deus me ama muito e eu tenho toda vez mais certeza disso quando olho nos teus olhos.

A sua vida na minha é um presente tão abençoado, meu lindo, que acordo e fico uns minutinhos de olhos fechados agradecendo em silêncio a nossa união.

Os nossos shots de limão (segunda foto), as nossas bobeiras, nosso estilo de vida, nossos risos, nossas discordâncias, nossos pontos de vistas, nossos treinos… tudo é maravilhoso, do jeito que é, é sagrado.

Estamos aqui, sentados, estudando e eu fico te olhando… te amo tanto, lindo! Amo esse seu amor leve, alegre, bobo, parceiro, que eleva, que soma, que apoia, que abraça… amo o seu amor tão presente, tão entregue, tão disposto, tão verdadeiro, tão inteiro! Amo e admiro o homem que você é! Amo seus valores, amo e honro a sua força, a sua firmeza.

Sou tão feliz com o que construímos e que estamos construindo.

É aquele momento que paro, te admiro, te sinto e penso: Gratidão, Deus! Gratidão por esse presente na minha vida!

07/06/2026

Você já percebeu que algumas pessoas apresentam distensão abdominal, desconforto intestinal, urgência para evacuar ou alterações digestivas justamente quando começam a aumentar o volume ou a intensidade dos treinos?

O exercício físico é uma das melhores ferramentas para a saúde. Mas durante períodos de atividade intensa, o intestino merece uma atenção especial.

Isso acontece porque, durante o exercício, o corpo prioriza o envio de sangue para músculos, coração e pulmões. Como consequência, o fluxo sanguíneo para o trato gastrointestinal diminui temporariamente. Quanto maior a intensidade e a duração do esforço, maior tende a ser esse desvio.

Além disso, o exercício aumenta a liberação de catecolaminas, como adrenalina e noradrenalina. Essas substâncias ajudam o corpo a sustentar o desempenho, mas também reduzem funções digestivas naquele momento, diminuindo a motilidade adequada, a produção de secreções digestivas e alterando a comunicação entre intestino e sistema nervoso.

Somado a isso, períodos repetidos de menor irrigação da mucosa intestinal podem deixar a barreira intestinal mais vulnerável. Em algumas pessoas, isso favorece aumento da permeabilidade intestinal, desconfortos gastrointestinais, pior recuperação e maior sensibilidade a determinados alimentos.

Por isso, quem treina precisa olhar para além do treino.

Hidratação adequada.
Recuperação adequada.
Sono adequado.
Estratégia nutricional adequada.
Saúde intestinal adequada.

Performance não depende apenas de músculos. Ela também depende da capacidade do organismo de absorver, utilizar e sustentar energia.

E tudo isso começa no intestino.

A corrida me ensinou algo que vai muito além dos quilômetros.E a 5 imagem hoje me inspirou MUITO. Ela me ensinou que nin...
06/06/2026

A corrida me ensinou algo que vai muito além dos quilômetros.
E a 5 imagem hoje me inspirou MUITO.

Ela me ensinou que ninguém constrói saúde em um único dia. Que não existe transformação instantânea. Que a evolução acontece quando você escolhe continuar, mesmo quando o resultado ainda não apareceu.

Talvez seja por isso que eu goste tanto de associar corrida e saúde. Ambas são jornadas. Ambas exigem paciência. Ambas nos lembram que o corpo responde ao que fazemos repetidamente, não ao que fazemos ocasionalmente.

Mas existe uma lição que considero ainda mais importante: o ambiente importa. É mais fácil continuar quando existem pessoas caminhando na mesma direção, compartilhando desafios, conquistas e aprendizados. Porque, muitas vezes, o que falta não é mais informação. É sustentação para continuar.

E você? Qual foi a maior lição que a corrida já te ensinou sobre a vida?

Muita gente acha que o desafio da banheira de gelo é entrar na água fria. Mas, para mim, nunca foi sobre o gelo.É sobre ...
05/06/2026

Muita gente acha que o desafio da banheira de gelo é entrar na água fria. Mas, para mim, nunca foi sobre o gelo.

É sobre aquele instante em que a mente começa a gritar para você sair.

É sobre perceber o desconforto, observar os pensamentos, direcionar a respiração e escolher permanecer. Um segundo de cada vez.

A banheira de gelo ensina algo que vai muito além da fisiologia: você não precisa obedecer tudo o que sente. Nem todo impulso precisa virar ação. Nem toda emoção precisa assumir o comando.

Claro que existem benefícios físicos. A exposição ao frio estimula a termogênese, aumenta o gasto energético, favorece a recuperação muscular, melhora a resposta ao estresse, ativa neurotransmissores relacionados ao bem-estar e ajuda o corpo a desenvolver maior capacidade de adaptação.

Mas o maior benefício, na minha visão, é lembrar que você pode treinar a sua atenção da mesma forma que treina um músculo.

E aí vem a sauna, quase como a outra face da mesma moeda. Mas nesse caso, o ideal é primeiro sauna e depois gelo.

O calor intenso promove vasodilatação, melhora a circulação, auxilia processos de recuperação, favorece a eliminação de metabólitos e estimula a produção das proteínas de choque térmico (heat shock proteins), associadas à proteção celular, reparo de proteínas danificadas e mecanismos ligados à longevidade.

No fim, tanto o frio quanto o calor nos ensinam a mesma coisa: crescimento não acontece na ausência do desconforto. Acontece quando aprendemos a atravessá-lo com presença, consciência e direção.

Essa foi uma experiência vivida em SP, no .club

Você faz o que parece certo, organiza a alimentação, evita exageros, tenta manter rotina e mesmo assim o seu corpo não r...
05/06/2026

Você faz o que parece certo, organiza a alimentação, evita exageros, tenta manter rotina e mesmo assim o seu corpo não responde como deveria, e isso não tem relação com falta de esforço, tem relação com falta de direcionamento

Cada organismo funciona de forma única, e o teste genético ajuda a entender como o seu corpo metaboliza nutrientes, responde à inflamação e se comporta no dia a dia, trazendo clareza para conduzir alimentação e tratamento com mais precisão

Quando existe essa leitura, o cuidado deixa de ser genérico e passa a fazer sentido para o seu corpo

Se quiser entender como funciona e quando esse exame é indicado, deixa sua dúvida aqui nos comentários

Dra Kassia Galvão - CRM 9058RN / 222.234SP
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04/06/2026

Existe uma fase da vida em que muitas começam a sentir que algo mudou, mas quase sempre recebem respostas rasas para explicar isso.

“É estresse.”
“É sua idade.”
“É normal.”

Mas a biologia mostra uma história muito mais complexa.

A perimenopausa é um período marcado por oscilações hormonais importantes e essas mudanças não afetam apenas o ciclo menstrual.

Elas também podem impactar diretamente áreas do cérebro relacionadas ao humor, ao sono, à memória, à cognição, à motivação e ao equilíbrio emocional.

E o que isso significa na prática?

Que muitas passam a perceber alterações que antes não faziam parte da rotina: cansaço intenso, irritabilidade, ansiedade, sensação de tristeza persistente, dificuldade de concentração, insônia, perda de energia e até a sensação de não se reconhecer mais.

Não é falta de força, nem exagero e muito menos “coisa da sua cabeça”.

É um cérebro tentando se adaptar a uma nova realidade hormonal.

Durante muito tempo, sintomas emocionais nessa fase foram minimizados ou tratados de forma isolada, sem investigação adequada.

Saúde mental também passa pelos hormônios.

Quando o organismo entra em desequilíbrio, ele fala. E muitas vezes ele fala através do humor, do sono, da disposição e da forma como o próprio corpo passa a ser percebido.

Você não precisa se acostumar com a ideia de apenas suportar sintomas porque “a idade chegou”.

Sintoma não foi feito para ser ignorado, mas sim compreendido.

Encaminhe este conteúdo para alguém que precisa entender que não está “ficando louca”. Pode existir um processo biológico por trás de tudo isso.

Dra Kassia Galvão - CRM 9058RN / 222.234SP
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“Por que ninguém me olhou assim antes?”Essa não foi uma pergunta qualquer, foi um desabafo carregado de cansaço, de frus...
03/06/2026

“Por que ninguém me olhou assim antes?”

Essa não foi uma pergunta qualquer, foi um desabafo carregado de cansaço, de frustração e, ao mesmo tempo, de alívio por finalmente começar a entender o que estava acontecendo no próprio corpo.

Essa paciente já tinha feito o que a maioria faz, buscou ajuda, passou por diferentes profissionais, realizou exames, tentou tratamentos, seguiu orientações, mas ainda assim continuava convivendo com sintomas que ninguém conseguia explicar de forma completa.

O que ela sentia não era imaginário e nem isolado, era um conjunto de sinais que não estavam sendo conectados, porque o olhar estava sempre focado em partes, nunca no funcionamento do corpo como um todo.

Quando a investigação começa a aprofundar, quando o intestino entra na análise, quando a inflamação, o metabolismo e os sinais silenciosos passam a ser considerados, o cenário muda, porque o que antes parecia desconexo começa a fazer sentido.

E é nesse momento que muitas pacientes percebem que não era falta de esforço, nem exagero, nem “coisa da cabeça”, era um corpo desorganizado tentando funcionar sem ter sido, de fato, compreendido.

Se você já passou por vários profissionais e ainda sente que algo não foi resolvido, chegou a hora de investigar melhor, com profundidade e com um olhar integrado.

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