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20/05/2026

Descobriu uma placa de gordura na artéria? Antes de entrar em pânico, leia isso.
▸ Ter placa não significa que você vai precisar de cirurgia ou stent
▸ A doença arterial começa décadas antes dos sintomas
▸ Pessoas saudáveis entre 40–50 anos podem ter placas — é mais comum do que se imagina
▸ Quanto maior a carga de placa, maior o risco cardiovascular ao longo do tempo
▸ Stent não resolve o problema — a placa pode se refornar
▸ O que protege de verdade é estabilizar a placa: ela não pode romper
▸ Estatinas não são só para baixar LDL — elas estabilizam a placa e reduzem o risco de infarto
▸ Controlar alimentação, peso, pressão, glicemia, tabagismo e exercício é o tratamento real
A questão não é a placa que você encontrou.
É o que você decide fazer a partir de agora.

🔖 Salva esse conteúdo e compartilha com quem acabou de receber esse diagnóstico.
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19/05/2026

Você corre, treina, cuida da alimentação — e ainda sente culpa quando come carboidrato.
O problema não é a glicose. É o que seu corpo faz com ela.
Insulina não é inimiga. É a chave metabólica que abre a célula muscular para a glicose entrar. O que muda tudo é o contexto em que isso acontece.
A mesma refeição, no mesmo corpo — com músculo treinado e boa sensibilidade à insulina vira combustível. Com fadiga acumulada e pouco músculo vira problema metabólico.
Mesma comida. Resultado completamente diferente.
Durante o exercício, a captação de glicose pelo músculo aumenta em até 5 vezes — sem precisar de insulina. O movimento por si só abre a porta.
O treino de força melhora a sensibilidade à insulina em 30 a 40%. E esse efeito dura entre 24 e 48 horas depois do treino.
Você não precisa eliminar carboidrato. Precisa de um corpo que saiba usá-lo.
Treina o músculo. Treina o metabolismo. E a glicose deixa de ser medo — e vira rendimento.

🔖 Salva e para de demonizar o que pode ser sua maior fonte de performance.

18/05/2026

Você toma sal, toma magnésio, toma eletrólito — e a cãibra volta na próxima prova.
Porque o problema quase nunca é sal. É o seu treinamento.
Existe um padrão que poucos corredores reconhecem:
Cãibra sempre no mesmo músculo → déficit de força local. Aquele músculo não aguenta sua mecânica de corrida. Solução: trabalho excêntrico.
Cãibra só nos últimos quilômetros ou na prova → você nunca simulou fadiga real nos treinos. Saiu rápido demais e o sistema nervoso colapsou antes do tempo.
Cãibra depois das descidas no trail → sobrecarga excêntrica das freadas. Não é o positivo acumulado. É falta de técnica e treino específico de descida.
E tem um fator que ninguém menciona: o sistema nervoso já chega sobrecarregado na largada. Adrenalina alta, ritmo acelerado — e você queima tudo antes da metade.
A cãibra não começa no músculo. Começa quando o sistema nervoso para de conseguir controlá-lo. Schwellnus, Miller, Minetto e Bergeron confirmam isso — é fadiga neuromuscular, não falta de sal.
Parar de ter cãibra é uma questão de treinar o que você está evitando.

🔖 Salva — você vai se ver em pelo menos uma dessas situações.

17/05/2026

⚠️ 67% das mortes súbitas no triatlo acontecem na água.

E não… não é porque nadar é mais “perigoso”.

É porque você está no ambiente mais hostil para o seu coração falhar.

Enquanto você acha que o risco está na corrida ou no ciclismo…
👉 é na largada da natação que tudo converge.

E aqui está o que ninguém te explica:

• A imersão aumenta abruptamente o retorno venoso → sobrecarga cardíaca
• O frio e o estresse aumentam descarga adrenérgica
• A largada gera pânico, hiperventilação e descontrole fisiológico
• E se houver uma doença silenciosa… ela aparece ali

👉 O resultado? Um cenário PERFEITO para arritmias fatais.

Agora o dado que mais deveria te preocupar:

• 85% das vítimas são homens
• Idade média: ~46 anos
• 38% estavam no PRIMEIRO triatlo
• Risco dispara após os 60 anos

Ou seja:
não é o atleta de elite.
É o amador, saudável “no papel”.

E mais importante:

❌ Não é edema pulmonar
❌ Não é hipotermia
❌ Não é hipertermia

👉 A evidência aponta principalmente para arritmias cardíacas em um contexto de estresse extremo.

A verdade dura:

Você pode treinar todos os dias.
Ter um shape impecável.
E ainda assim ter um evento fatal…
sem nenhum sintoma prévio.

A boa notícia? Isso é PREVENÍVEL.

✔ Avaliação cardiológica adequada
✔ Teste de esforço (idealmente cardiopulmonar)
✔ Estratificação de risco individual
✔ Estratégia de largada e adaptação ao ambiente

Se você vai entrar na água… saiba como está o seu coração.

Não é sobre performance.
É sobre não virar estatística.

💬 Me conta: você já fez uma avaliação cardiológica completa antes de competir?

📩 Envie esse post para quem treina triatlo. Isso pode literalmente salvar uma vida.

16/05/2026

Em 1897, um homem com possível tuberculose correu 39 km com sapatos de couro e quase morreu na linha de chegada.

Em 2026, os melhores do mundo fazem o mesmo percurso em 2 horas e 5 minutos.

O corpo humano não mudou nada.
O que mudou foi tudo que construímos ao redor dele. 🧬

Sensores de glicose. Inteligência artificial. Sapatos que devolvem energia a cada passada. Ciência que em 1897 nem existia como conceito.

E o ponto mais destruidor da maratona de Boston não é a famosa Heartbreak Hill — é a descida dos primeiros 15 km, que compromete os quadríceps antes mesmo do atleta perceber.

130 anos de dados contam uma história que quase ninguém conhece. 👇

Se o primeiro campeão de Boston tivesse a tecnologia de 2026, ele seria competitivo hoje? Comenta aqui o que você acha.

15/05/2026

5 zonas de frequência cardíaca. 5 objetivos diferentes. Você sabe em qual está treinando?
▸ Zona 1 — abaixo de 60% da FC máx → recuperação ativa, queima de gordura
▸ Zona 2 — 60 a 70% → construção da base aeróbica, ritmo sustentável por horas
▸ Zona 3 — 70 a 80% → resistência e velocidade simultaneamente
▸ Zona 4 — 80 a 90% → elevação do limiar anaeróbico, ritmos mais rápidos por mais tempo
▸ Zona 5 — acima de 90% → fibras rápidas, melhora do VO2 máximo
Como calcular as suas:
FC máxima = 220 − sua idade
Depois aplica o percentual usando sua FC de repouso como base (Fórmula de Karvonen)
A maioria dos corredores treina quase tudo na zona 3 — intensidade suficiente para cansar, insuficiente para evoluir de verdade.

🔖 Salva esse conteúdo e compartilha com quem treina muito sem saber por quê não evolui.

14/05/2026

“Mas ele era tão saudável…”
Essa frase aparece toda vez que um atleta morre de repente. E é exatamente o problema.
Parece saudável ≠ está protegido.
O exercício de alta intensidade pode revelar uma cardiopatia que estava silenciosa faz anos. E sem triagem, ninguém sabe que ela existe.
Você treina com frequência. Já fez uma avaliação cardiovascular? ⬇️

13/05/2026

Frequência cardíaca em repouso de 30 bpm — é aqui que vivem os corredores de elite. 🫀
Treinar devagar é o que faz seu coração bater menos e render mais.

12/05/2026

Por que sua frequência cardíaca dispara quando você começa a correr?

Não é falta de preparo — é biologia. 🫀

Na corrida, seus músculos sustentam 100% do seu peso. Por isso o coração trabalha mais, mesmo no mesmo ritmo.

Treine pelo coração, não pelo relógio. ⌚

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