Dra. Mônica Shimoda

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Dra. Mônica Shimoda A bússola emocional e técnica de pais que enfrentam a cardiopatia infantil.

Mães, vamos conversar sobre algo que muitas de nós enfrentamos: a culpa. É impressionante como, mesmo diante de situaçõe...
29/08/2026

Mães, vamos conversar sobre algo que muitas de nós enfrentamos: a culpa. É impressionante como, mesmo diante de situações que estão além do nosso controle, nos questionamos sobre o que poderia ter sido feito de diferente. O dia do diagnóstico pode ser um dos momentos mais difíceis, e é comum reviver a gravidez, buscando um erro que, muitas vezes, nem existe.

A verdade é que a maioria das cardiopatias congênitas se desenvolve nas primeiras semanas de gestação, quando ainda não sabemos que estamos grávidas. Portanto, é hora de parar de se culpar. Não foi o que você comeu, nem o que deixou de fazer. A formação do coração do seu bebê é um processo complexo, e muitas vezes não há explicação.

Lembre-se: a medicina evoluiu imensamente. Hoje, crianças com cardiopatias têm a chance de crescer saudáveis e felizes, realizando seus sonhos. Se você se emocionou ao ler isso, saiba que isso é reflexo do seu imenso amor. Você não está sozinha nessa jornada!

Compartilhe sua experiência ou sentimentos nos comentários. Vamos nos apoiar e quebrar o ciclo da culpa juntas. Salve este post para quando precisar e compartilhe com outras mães que também precisam ouvir isso!

28/08/2026

O anticoncepcional da adolescente cardiopata não pode ser uma escolha de balcão de farmácia. ⚠️

Para meninas com determinadas cardiopatias, métodos contraceptivos que contêm estrogênio aumentam consideravelmente o risco de trombose. A boa notícia é que existem diversas alternativas seguras, mas a decisão exige cuidado duplo: a liberação do cardiologista e a prescrição do ginecologista.

Assista ao vídeo para entender quais corações correm mais risco e como conduzir essa etapa da vida da sua filha com naturalidade e, acima de tudo, segurança. Começar essa conversa cedo não é incentivo, é proteção.

Salve este post para quando o momento chegar e compartilhe com outras famílias de cardiopatas. A informação certa precisa chegar ANTES da necessidade. 👇

27/08/2026

Uma das perguntas mais silenciosas (e pesadas) que recebo no consultório é: “Doutora, e os irmãos? Precisam investigar o coração também?” 🫀

Se você tem um filho cardiopata e pensa em aumentar a família — ou já tem outros filhos e f**a insegura —, esse vídeo foi feito para tirar um peso enorme das suas costas.

No vídeo de hoje, eu coloco os números na mesa para acalmar o seu coração e explico o que fazer na prática:

Os números reais: A chance do próximo bebê nascer com o coração normal ainda é gigantesca (95 a 97%!).

Para o futuro: A regra de ouro é o ecocardiograma fetal na próxima gestação.

Para os irmãos que já nasceram: Entenda quando é preciso investigar e quando o acompanhamento atento do pediatra já é o suficiente.

Ter um filho cardiopata não condena os próximos. Assista ao vídeo para entender os detalhes e saber exatamente em quais casos o rastreio genético ou exames extras são realmente indicados.

A regra de ouro: Irmão de cardiopata não precisa de pânico. Precisa de eco fetal na próxima gestação e de um pediatra que conheça bem o histórico da família.

Você carregava essa dúvida por aí? Me conte nos comentários e salve este post para não esquecer dessas orientações! E se você conhece uma família cardiopata que pensa em ter mais filhos, compartilhe esse vídeo com eles. 👇

26/08/2026

Essa é uma daquelas dúvidas que assustam qualquer pai ou mãe. A resposta? É raríssimo, mas existe — e as causas não têm nada a ver com o infarto dos adultos!

No vídeo, eu te explico por que o coração infantil está protegido daquele infarto tradicional e quais são as 3 exceções que a medicina conhece (como anomalias de nascença e sequelas da Doença de Kawasaki).

🚨 A regra de ouro para a sua rotina:

Dor no peito no sofá assistindo TV? Quase sempre é muscular ou na cartilagem.

Dor no peito DURANTE o esforço físico? Essa nunca deve ser ignorada em nenhuma idade.

A criança praticamente não infarta, mas o coração dela sabe pedir ajuda. E esse pedido costuma vir no esforço! Assista ao vídeo para entender todos os detalhes.

🗣️ Você já tinha se feito essa pergunta? Deixe seu comentário aqui embaixo e envie esse vídeo para quem vive dizendo que “dor no peito de criança é frescura”. Saber separar as coisas é o que faz a gente não errar na exceção!

Dra. Mônica Shimoda | Cardiologista Pediátrica

25/08/2026

Ouvir na maternidade que o seu bebê “tem um sopro” é um dos maiores sustos para qualquer família. Mas e quando esse sopro simplesmente desaparece dias depois? 🫀

Como te contei no vídeo, nas primeiras 48 horas de vida, a circulação do recém-nascido está passando por uma verdadeira “reforma” para se adaptar à vida fora do útero. Na grande maioria das vezes, esse barulhinho extra no estetoscópio é apenas o som dessa transição acontecendo (o canal arterial se fechando e a pressão ajustando)!

A regra de ouro é: sopro em bebê corado, que está mamando bem e teve o teste do coraçãozinho normal? O caminho é acompanhar e reexaminar. O que define a necessidade de exames mais profundos não é o barulho em si, mas como o bebê está como um todo.

💬 O seu bebê também “nasceu com um sopro” que depois sumiu? Conta a sua experiência aqui nos comentários!
✈️ E aproveita para enviar esse vídeo para aquela amiga grávida — essa informação salva muitas mães do desespero na maternidade!

Dra. Mônica Shimoda
Cardiologista Pediátrica

25/08/2026

O peito do seu filho é “afundado” ou “para fora”? 🧐

Essa é uma dúvida que costuma tirar o sono de muitas famílias, especialmente quando reparam no formato do tórax da criança na hora do banho. O peito afundado (pectus excavatum) ou projetado (pectus carinatum) é uma variação na cartilagem das costelas e costuma f**ar mais evidente nos estirões de crescimento.

Mas a grande pergunta que sempre ouço no consultório é: isso aperta o coração? ❤️‍🩹

Na grande maioria dos casos, não! Trata-se apenas de uma característica física. O sinal de alerta acende apenas quando o formato diferente do tórax vem acompanhado de:

Cansaço desproporcional em relação aos colegas

Falta de ar durante brincadeiras

Palpitações ou desmaios no esforço

A regra de ouro é: peito diferente + cansaço diferente = avaliação cardiológica. 🩺

E para acalmar o coração de vocês: mesmo quando há necessidade de intervenção, existem tratamentos excelentes e seguros, desde o uso de coletes até cirurgias!

Você já reparou nisso ou conhece alguma criança com o peitinho assim? Comenta aqui embaixo e já envia esse vídeo para uma família que precisa saber disso! Informação é o melhor caminho para o alívio. 👇

Dra. Mônica Shimoda | Cardiologista Pediátrica

Você sabia que a organização da farmacinha do cardiopata pode transformar a rotina da sua família? Muitas vezes, o dia a...
23/08/2026

Você sabia que a organização da farmacinha do cardiopata pode transformar a rotina da sua família? Muitas vezes, o dia a dia é corrido e repleto de preocupações, principalmente quando se trata de cuidar da saúde de quem amamos. No entanto, existem maneiras simples de tornar essa tarefa mais leve e eficiente.

Imagine ter um sistema que elimina a confusão com horários e dosagens. Um organizador semanal, alarmes no celular e uma tabela visível podem fazer toda a diferença. Dessa forma, não só você evita esquecimentos, mas também garante que cada membro da família saiba o que e quando administrar.

Se você ainda está gerenciando tudo na memória, está na hora de mudar isso. A saúde do seu pequeno merece atenção e organização. E lembre-se: em caso de dúvidas, sempre consulte o médico. A informação correta é o melhor remédio!

Salve este post e compartilhe com outras famílias que podem se beneficiar dessas dicas. Vamos juntos tornar a vida mais leve!

23/08/2026

“De quem ele herdou isso?” 💔 Essa é a pergunta que mais machuca — e afasta — as famílias após um diagnóstico de cardiopatia congênita.

Se a sua família está vivendo essa busca implacável por um “culpado”, este vídeo é a trégua que vocês precisam. Na grande maioria das vezes, as cardiopatias infantis são multifatoriais. Ou seja: não há um gene único ou um “lado da família” responsável. A formação do coração do bebê nas primeiras semanas de gestação é um processo biológico extremamente complexo e, na maioria dos casos, a alteração simplesmente acontece, sem uma causa isolada.

Salvo casos de síndromes genéticas específ**as (onde o aconselhamento genético será guiado pelo seu cardiologista pediátrico), procurar um responsável só gera desgaste emocional, culpa materna e conflitos. A energia da família precisa estar concentrada em um só lugar: no cuidado e na rede de apoio à criança.

A verdadeira pergunta não é “de onde veio?”, mas sim: “como vamos ajudar daqui para frente?”.

💬 Essa “caça ao culpado” aconteceu na sua família após o diagnóstico? Conta aqui nos comentários como foi.
✈️ Envie este vídeo no grupo da família. A informação correta é o melhor caminho para a paz.

Dra. Mônica Shimoda | Cardiologista Pediátrica

Você já parou para pensar na saúde do coração do seu filho? Receber o diagnóstico de uma cardiopatia é um momento que po...
22/08/2026

Você já parou para pensar na saúde do coração do seu filho? Receber o diagnóstico de uma cardiopatia é um momento que pode desestabilizar qualquer mãe. Mas a boa notícia é que existem medidas simples que podem fazer toda a diferença e que muitas vezes passam despercebidas nas consultas rápidas. Vamos juntos cuidar da saúde dos pequenos?

A consulta de rotina pode e deve incluir alguns cuidados essenciais. Medir a pressão, dosar o colesterol, palpar os pulsos dos membros e fazer perguntas sobre o esforço físico são etapas que não devem ser deixadas de lado. Essas ações simples podem detectar problemas que, se não tratados, podem se agravar com o tempo. Lembre-se: a saúde do seu filho é prioridade!

Converse com o pediatra e não hesite em fazer essas perguntas. A parceria entre mães e médicos é fundamental para garantir que nada passe despercebido. Você tem o poder de transformar 15 minutos de consulta em um grande passo para a saúde do coração do seu pequeno.

Salve este checklist e leve na próxima consulta. E não esqueça de compartilhar com outras mães que também precisam dessa informação. Vamos juntas cuidar do futuro das nossas crianças!

20/08/2026

Você sabe o que realmente tem no copo do seu filho? 🥤🔍

Criança agitada, coração acelerado e sono ruim podem ter uma causa que passa totalmente despercebida na rotina: a cafeína. E ela não está apenas no tradicional “cafezinho”!

Como explico no vídeo, refrigerantes de cola, chás (como o mate e o preto), achocolatados e até o chocolate são fontes comuns que acabam fazendo parte da infância. O problema é que, em um corpo pequeno, o efeito dessas substâncias é muito mais intenso e prolongado, podendo causar desde agitação escolar até palpitações reais.

A regra de ouro é simples: quanto menor a criança, mais perto de zero deve ser o consumo de cafeína.

Me conta aqui nos comentários: qual dessas fontes escondidas costuma aparecer aí na sua casa? 👇

E não esqueça de compartilhar este vídeo no grupo da família. A informação é a melhor forma de cuidar do coração de quem a gente ama!

Dra. Mônica Shimoda
Cardiologista Pediátrica

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