09/07/2026
Durante muito tempo, eu achei que ser forte era dar conta de tudo sozinha.
Conheci a Biodança aos 23 anos, através do meu tio, José Nivaldo Sobral, discípulo de Rolando Toro, criador da Biodança.
Naquela época, eu atravessava um momento muito difícil na faculdade. Não conseguia encontrar um caminho para minha pesquisa e, sem perceber, anos me afastando de mim mesma começaram a cobrar seu preço.
Eu estava me perdendo de mim.
A Biodança não mudou minha vida de um dia para o outro.
Ela mudou primeiro o meu corpo.
Foi na forma de abraçar, de receber um abraço, de permitir o afeto, de reconhecer meus limites e de perceber que eu não precisava continuar tentando caber em lugares que nunca foram feitos para mim.
Só depois veio a consciência.
Percebi que havia passado tempo demais me negligenciando, acreditando que cuidar de todos era mais importante do que cuidar de mim.
Foi ali que começou a minha caminhada de autocuidado.
E ela continua até hoje.
É por isso que escolhi facilitar a Biodança.
Porque acredito que, muitas vezes, a transformação começa exatamente onde quase ninguém olha: no corpo, no encontro e no afeto.
🌿
Na Biodança, primeiro vem a mudança. Depois, a consciência.
E talvez o primeiro passo do autocuidado seja justamente permitir-se ser cuidada.
Em que momento da sua vida você percebeu que também precisava cuidar de si?🌿
Se esta história conversou com você, vou gostar de ler sua experiência nos comentários.