16/08/2026
Quando uma paciente chega até mim, eu gosto de explicar que o meu trabalho vai muito além da estética.
Eu trabalho com Biomedicina Integrativa, e isso significa que eu procuro olhar para você como um todo. Não quero saber apenas o que está te incomodando por fora. Quero entender como você está se sentindo, como está o seu sono, sua disposição, seu intestino, sua alimentação e, principalmente, o que o seu corpo pode estar tentando mostrar.
Uma parte que eu gosto muito do meu trabalho é a análise dos exames laboratoriais. Eu não gosto simplesmente de olhar um resultado e dizer: “está dentro da referência, então está tudo bem”. Eu gosto de analisar os exames em conjunto com aquilo que você está sentindo e com a sua história.
Porque às vezes a paciente chega dizendo:
“Claire, meus exames estão normais, mas eu não me sinto bem.”
E é aí que a gente começa a investigar com mais atenção.
E a estética entra como parte desse cuidado, porque eu acredito que saúde, bem-estar e autoestima caminham juntos.
Quando faço um tratamento facial, por exemplo, meu objetivo não é transformar o rosto de ninguém. Eu gosto de preservar a identidade da paciente, melhorar aquilo que está incomodando e trabalhar o envelhecimento de uma maneira mais natural e individualizada.
Então, quando você vem se consultar comigo, eu quero que você sinta que existe alguém realmente olhando para você — e não somente para um exame, uma ruga ou uma queixa isolada.
É essa união entre Biomedicina Integrativa, análise de exames e estética que representa o meu trabalho.
Porque, para mim, cuidar da saúde também é cuidar da forma como você se sente quando se olha no espelho. 🤍