29/05/2026
O médico patologista traz um vídeo sobre esse crime horrendo.
Alguns pontos que psicólogos e criminologistas costumam observar em casos assim:
* Falta de empatia: muitas pessoas que praticam violência repetida contra animais demonstram dificuldade em reconhecer ou se importar com o sofrimento alheio.
* Dessensibilização emocional: quando alguém transforma violência em “conteúdo” ou produto, pode ocorrer uma perda gradual da reação emocional natural diante da dor.
* Busca por lucro e validação: em crimes online, às vezes existe uma combinação de ganho financeiro com necessidade de atenção, choque ou sensação de poder.
* Comportamento compulsivo: alguns especialistas analisam se existe escalada de comportamentos extremos para manter interesse, audiência ou excitação psicológica.
* Possíveis traços antissociais: em certos casos, a crueldade deliberada pode aparecer ligada a traços de personalidade antissocial, como manipulação, ausência de culpa ou prazer em controlar situações violentas. Mas isso exige avaliação clínica séria.
A criminologia também observa que violência contra animais pode funcionar como um “indicador de risco” para outros tipos de violência. Por isso, muitos países tratam esse tipo de crime como um sinal importante de comportamento perigoso.
Outro aspecto psicológico forte é o efeito coletivo da internet. Plataformas e comunidades que compartilham conteúdos violentos podem criar um ambiente de normalização, onde pessoas passam a competir por material cada vez mais chocante. Isso reduz barreiras morais e reforça comportamentos extremos.