Reuma - Centro de Reumatologia Avançada

Reuma - Centro de Reumatologia Avançada Reuma | Autoimunidade e terapia biológica
🔹Centro especializado em doenças imunomediadas
🔹Centro de infusão de imunobiológicos
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téc: José Eduardo Assad | CRM3936/ES
☎️ 27 3022-0222

10/08/2026

A Dra. Joseane Chiabai, alergista e imunologista da Reuma, foi destaque na Revista Ícone em uma nota sobre os inchaços recorrentes e os sinais que podem indicar angioedema hereditário.

A publicação reforça a importância de reconhecer esse tipo de manifestação e buscar uma avaliação adequada para chegar ao diagnóstico correto.

07/08/2026

Febre alta que persiste por vários dias na infância nem sempre é apenas um quadro viral simples.

Em algumas situações, especialmente quando surgem alterações nos olhos, na boca, na pele ou nas extremidades, pode estar presente a Doença de Kawasaki, uma inflamação dos vasos sanguíneos que exige avaliação médica precoce.

O que chama atenção é a combinação desses sinais com uma febre que não cede 👇

🔹 Olhos avermelhados, sem secreção;
🔹 Lábios muito ressecados e avermelhados;
🔹 Língua com aspecto diferente;
🔹 Manchas na pele;
🔹 Inchaço ou vermelhidão nas mãos e nos pés;
🔹 Aumento de um gânglio no pescoço.

O risco não está apenas nos sintomas visíveis. O principal impacto da doença pode acontecer no coração.

As artérias coronárias, responsáveis por levar sangue ao músculo cardíaco, podem sofrer dilatações e formação de aneurismas quando a inflamação não é reconhecida e tratada no tempo certo.

Essas alterações aumentam o risco de trombose, redução do fluxo sanguíneo e, em situações mais graves, infarto já na infância.

Quando o diagnóstico é feito precocemente e o tratamento iniciado dentro da janela adequada, com imunoglobulina e ácido acetilsalicílico sob supervisão médica, a chance de acometimento cardíaco diminui.

Além disso, algumas crianças não apresentam todos os sinais clássicos da doença. Mesmo assim, podem evoluir com a chamada forma incompleta da Doença de Kawasaki, o que pode dificultar o reconhecimento inicial e atrasar a suspeita clínica.

Mesmo nesses casos, o risco cardíaco permanece. Existe ainda uma condição que pode se parecer com esse quadro em crianças: a síndrome inflamatória multissistêmica (MIS-C), associada à COVID-19 e que também requer avaliação médica cuidadosa.

💬 Na Reuma, contamos com reumatologista pediátrica para avaliação e acompanhamento de doenças inflamatórias na infância, com investigação direcionada e cuidado especializado.

07/08/2026

Muita gente usa a expressão “imunidade baixa” para explicar qualquer problema relacionado ao sistema imunológico, mas isso não se aplica às doenças autoimunes.

Essas condições não acontecem por falta de defesa. O que ocorre é uma resposta desregulada do próprio sistema imunológico.

Em vez de agir apenas contra vírus, bactérias ou outros agentes externos, algumas células de defesa passam a reconhecer estruturas do próprio corpo como ameaça. Isso envolve alterações na forma como linfócitos T e B fazem o reconhecimento imunológico, especialmente em pessoas com predisposição genética.

O resultado é um processo inflamatório persistente, direcionado aos próprios tecidos, e não uma fragilidade do sistema de defesa.

Já na imunodeficiência, o problema está justamente no oposto. O organismo não consegue responder de forma adequada, o que aumenta a chance de infecções recorrentes.

Por isso, o foco do tratamento das doenças autoimunes não está em estimular o sistema imunológico, mas em regular essa resposta desorganizada. Medicamentos imunomoduladores e terapias biológicas atuam nesse equilíbrio.

Você também confundia esses termos?

“Melhorou, então não deve ser nada.”Esse pensamento é comum quando um sintoma neurológico desaparece. Mas formigamento, ...
03/08/2026

“Melhorou, então não deve ser nada.”

Esse pensamento é comum quando um sintoma neurológico desaparece. Mas formigamento, alterações visuais, fraqueza ou desequilíbrio que surgem e depois melhoram podem fazer parte de episódios que merecem ser investigados.

Na Esclerose Múltipla, as manifestações podem ocorrer em surtos, com melhora parcial ou completa entre eles. É justamente essa característica que pode fazer com que a pessoa espere os sintomas passarem e adie a consulta.

O diagnóstico considera a história clínica, o exame neurológico e exames complementares, como a ressonância magnética e, em situações específicas, a análise do líquor. A forma como os sintomas surgem e evoluem ao longo do tempo também é importante.

Na Reuma, esse cuidado conta com neurologista, equipe multiprofissional e centro de infusão, integrando diferentes etapas do acompanhamento quando necessário.
Agosto é o mês de conscientização sobre a Esclerose Múltipla.

Reconhecer os sinais é o primeiro passo para buscar ajuda especializada.

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“Quando o corpo está travado assim de manhã… o melhor não seria evitar se mexer?”Essa dúvida é muito comum em quem convi...
30/07/2026

“Quando o corpo está travado assim de manhã… o melhor não seria evitar se mexer?”

Essa dúvida é muito comum em quem convive com doenças reumatológicas como artrite reumatoide, osteoartrite, lúpus (LES) e artrite psoriásica. A rigidez matinal, com dificuldade para iniciar os movimentos, costuma levar exatamente a esse receio.

Mas o que acontece com frequência é outra coisa. Quando o corpo permanece muito tempo em repouso, essa rigidez tende a ficar mais intensa, principalmente nas primeiras horas do dia. A sensação de “travamento” pode demorar mais para ceder.

Por isso, o Colégio Americano de Reumatologia (ACR) inclui a atividade física como parte do tratamento, desde que seja adaptada, gradual e respeite o momento clínico.

A prática regular ajuda a reduzir essa sensação de rigidez ao acordar, melhora a mobilidade articular e facilita o início das atividades diárias.

Não se trata de forçar o corpo. Nem de ignorar a dor. E sim de evitar longos períodos de imobilidade.

Caminhada leve, exercícios de fortalecimento, alongamentos e práticas como yoga ou tai chi podem ser opções seguras quando bem orientadas.

O medo de se exercitar diante da dor e da rigidez precisa ser avaliado em consulta, com orientação individualizada para definição de uma rotina segura.

🌐 Fonte: American College of Rheumatology (ACR) – Exercise and Arthritis.

Muita gente usa a expressão “imunidade baixa” para explicar qualquer problema relacionado ao sistema imunológico, mas is...
27/07/2026

Muita gente usa a expressão “imunidade baixa” para explicar qualquer problema relacionado ao sistema imunológico, mas isso não se aplica às doenças autoimunes.

Essas condições não acontecem por falta de defesa. O que ocorre é uma resposta desregulada do próprio sistema imunológico.

Em vez de agir apenas contra vírus, bactérias ou outros agentes externos, algumas células de defesa passam a reconhecer estruturas do próprio corpo como ameaça.

Isso envolve alterações na forma como linfócitos T e B fazem o reconhecimento imunológico, especialmente em pessoas com predisposição genética.

O resultado é um processo inflamatório persistente, direcionado aos próprios tecidos, e não uma fragilidade do sistema de defesa.

Já na imunodeficiência, o problema está justamente no oposto. O organismo não consegue responder de forma adequada, o que aumenta a chance de infecções recorrentes.

Por isso, o foco do tratamento das doenças autoimunes não está em estimular o sistema imunológico, mas em regular essa resposta desorganizada. Medicamentos imunomoduladores e terapias biológicas atuam nesse equilíbrio.

Você também confundia esses termos?

Na Reuma, diferentes especialidades atuam de forma integrada no cuidado de doenças autoimunes, inflamatórias e reumatoló...
23/07/2026

Na Reuma, diferentes especialidades atuam de forma integrada no cuidado de doenças autoimunes, inflamatórias e reumatológicas.

Entre elas, estão Reumatologia, Reumatologia Pediátrica, Dermatologia, Alergia e Imunologia, Pneumologia, além de Ortopedia, Anestesiologia e Medicina da Dor, Neurologia, Gastroenterologia e Coloproctologia.

Essa integração permite uma avaliação mais completa, especialmente em situações em que os sintomas envolvem diferentes sistemas do organismo e exigem abordagens complementares.

O cuidado não se limita a uma única área, mas se conecta conforme a necessidade de cada caso.

Você já chegou a conferir isso antes de iniciar um acompanhamento?O RQE é o registro que comprova formação específica na...
20/07/2026

Você já chegou a conferir isso antes de iniciar um acompanhamento?

O RQE é o registro que comprova formação específica na área, após residência médica reconhecida ou título de especialista. Ele não é apenas um detalhe burocrático, é o que diferencia a atuação geral de uma prática com treinamento aprofundado.

Na reumatologia, isso é importante porque o cuidado envolve investigação de doenças complexas e decisões de terapêuticas que, em alguns casos, incluem medicamentos que atuam diretamente no sistema imunológico.

Essa informação é pública e pode ser consultada no site do Conselho Federal de Medicina (CFM), a partir do nome do profissional.

Muitas pessoas só descobrem esse dado depois de já estarem em acompanhamento.

Antes de iniciar um tratamento em reumatologia ou qualquer outra área, inclua a verificação do RQE como parte da escolha do especialista.

Sua saúde merece estar em boas mãos!

Tomar um anti-inflamatório fora da receita e com frequência é um comportamento perigoso para quem convive com uma doença...
17/07/2026

Tomar um anti-inflamatório fora da receita e com frequência é um comportamento perigoso para quem convive com uma doença autoimune.

O uso desses comprimidos por conta própria diante de uma crise nova pode parecer a saída mais rápida, mas altera diretamente o andamento do tratamento.

A dor persistente sinaliza que o sistema de defesa continua ativo. Ao recorrer a essa medicação sem orientação, o sintoma desaparece temporariamente, mas a inflamação interna prossegue sem bloqueio.

Sem a supervisão correta, essa conduta gera o oposto do esperado, mascarando a evolução da própria condição e acumulando prejuízos que poderiam ser evitados.

A estabilização do quadro exige ajustar os medicamentos específicos que atuam na causa do problema, em vez de insistir em paliativos de farmácia para silenciar o corpo. A necessidade constante de recorrer a essas pílulas serve de alerta para agendar uma consulta e revisar a estratégia atual de cuidados.

🔔Conhece alguém com diagnóstico autoimune que vive recorrendo a esses comprimidos? Compartilhe este post para alertá-la.

Em 2011, a tenista Venus Williams revelou seu diagnóstico de Doença de Sjögren após anos enfrentando falhas diagnósticas...
14/07/2026

Em 2011, a tenista Venus Williams revelou seu diagnóstico de Doença de Sjögren após anos enfrentando falhas diagnósticas e a progressão severa de sintomas que a impediram temporariamente de jogar tênis profissionalmente.

A trajetória da atleta ilustra um dos maiores desafios da reumatologia: o atraso na identificação de patologias autoimunes devido a manifestações que se confundem com o esgotamento físico.

A Doença de Sjögren é uma condição inflamatória crônica e sistêmica, caracterizada pelo ataque imunológico às glândulas exócrinas. Embora a xerostomia (boca seca) e a xeroftalmia (olho seco) sejam os sinais clássicos, o quadro clínico clínico vai muito além das mucosas, provocando fadiga profunda, dores articulares crônicas e potencial acometimento de múltiplos órgãos.

O diagnóstico preciso exige investigação reumatológica detalhada, combinando critérios clínicos, te**es de função glandular e marcadores sorológicos específicos.

A conscientização e a informação de qualidade são ferramentas fundamentais para encurtar o caminho até o tratamento correto. O diagnóstico precoce permite instituir terapias modernas que controlam a atividade inflamatória, previnem complicações e devolvem a qualidade de vida ao paciente.

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Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:00 - 18:00
Terça-feira 07:00 - 18:00
Quarta-feira 07:00 - 18:00
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Sexta-feira 08:00 - 18:00

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