Nutricionista Cátia Magalhães Lemos

Nutricionista Cátia Magalhães Lemos Transforma a tua alimentação e reduz os sintomas da doença autoimune. Do diagnóstico à adaptação: vive com mais leveza.

Sabes do que estou a falar?Acordas. E o corpo está rígido, preso, como se precisasse de autorização para começar a mover...
23/06/2026

Sabes do que estou a falar?

Acordas. E o corpo está rígido, preso, como se precisasse de autorização para começar a mover-se. Cada passo custa. Cada movimento é uma negociação.

Nas doenças autoimunes com abrangência articular, isto tem explicação: em repouso, a inflamação intensifica-se e a rigidez matinal é uma das formas como o corpo a expressa. Quando a doença está mais estável, esta sensação tende a ser menos intensa.

Mas enquanto isso, há coisas que ajudam.

Água quente de manhã, ajuda a relaxar a parte muscular e a começar a mover o corpo com menos custo.

Acordar um pouco mais cedo do que o necessário para fazeres a tua rotina no teu tempo. O stress de chegar atrasada prende ainda mais.

Preparar o que puderes na noite anterior. A mesa do pequeno almoço, a roupa, o que precisas de levar.

Estas pequenas estratégias poupam energia quando ela é mais escassa.
Tens de encontrar o que funciona para ti e para a tua rotina.

Se ainda estás à espera de diagnóstico ou sentes que os teus sintomas não estão a ser bem geridos, fala comigo.

18/06/2026

Duas pessoas com o mesmo diagnóstico e a mesma idade têm necessidade diferentes. O plano nunca vai ser igual.

Não há um plano standard para cada doença. Temos que perceber como o teu corpo reage a cada alimento, o que gostas de comer e o que faz sentido para a tua vida.

Quantas refeições consegues fazer por dia?
Quais os teus horários, a tua rotina?
Quais as tuas condições?

Há pessoas que conseguem fazer 5 refeições por dia. Outras só conseguem 3. O plano tem de respeitar isso.

Posso, e tenho, uma base de receitas. No entanto, o meu trabalho começa sempre na análise do teu caso específico. Nos teus sintomas. No que já fazes. No que é realista para ti.

E não termina quando o plano está feito. Os ajustes ao longo do tempo são o que realmente faz a diferença. O que resulta hoje pode precisar de ser afinado daqui a três meses. A doença muda, a vida muda e o plano acompanha.

O objetivo é sempre o mesmo: reduzir os sintomas e devolver-te energia para o teu dia. Adormecer a doença

Se queres um acompanhamento pensado mesmo para ti, o link está na bio.

“Um pacote de açúcar no café não faz diferença.“ Um, talvez não.Mas quantos cafés tomas por dia? E quantos dias por sema...
16/06/2026

“Um pacote de açúcar no café não faz diferença.“ Um, talvez não.
Mas quantos cafés tomas por dia? E quantos dias por semana?
Ações que parecem pequenas, repetidas, deixam de o ser.

Nas doenças autoimunes, a carga glicémica acumulada ao longo do dia importa. Picos de açúcar repetidos alimentam inflamação. E inflamação alimenta os sintomas.

A maior parte das vezes, a diferença está nos padrões, não em momentos isolados. É por isso que nas consultas olhamos para os teus dias, percebemos a tua rotina, e adaptamos a alimentação à tua medida.

Se queres esse olhar sobre a tua alimentação, agenda a tua consulta pelo link na bio.

Quando não há plano, a resposta é quase sempre a mais fácil. A que está mais à mão. Não é necessariamente a melhor para ...
11/06/2026

Quando não há plano, a resposta é quase sempre a mais fácil. A que está mais à mão. Não é necessariamente a melhor para o teu corpo.

Planear permite-te ter a resposta antes da pergunta aparecer.

Comenta EMENTA e eu envio-te a minha ementa semanal, pensada para quem tem doença autoimune.

Tens diagnóstico, tomas a medicação e ainda assim acordas todos os dias a sentir que algo não está bem.Já ouvi isto muit...
09/06/2026

Tens diagnóstico, tomas a medicação e ainda assim acordas todos os dias a sentir que algo não está bem.

Já ouvi isto muitas vezes e, quando olhamos para o que está a acontecer, há uma peça que ninguém ajudou a encaixar. A alimentação adaptada a ti.

Não para a doença como um todo.
Para ti. Para os teus sintomas, a tua medicação e a tua rotina.

É esse trabalho que faço com as minhas pacientes para as ajudar a controlar os sintomas e adormecer a doença.

Se sentes que esta é a peça que falta, agenda a tua consulta através do link na bio. Espero por ti.

Já pensaste isto? Parece fazer sentido mas na prática trabalha contra ti.Quando passas o dia a comer pouco, chega a hora...
04/06/2026

Já pensaste isto? Parece fazer sentido mas na prática trabalha contra ti.

Quando passas o dia a comer pouco, chega a hora do jantar e o corpo está em falta. A fome acumulada tira-te o controlo. Comes mais depressa, comes mais quantidade, escolhes sem pensar muito no assunto.

Se levares o dia de forma normal, cumprires as refeições chegas ao jantar com a fome controlada. O corpo equilibrado gere muito melhor uma refeição especial do que o corpo em falta.

Se tens dúvidas sobre como adaptar a alimentação às situações reais do teu dia a dia, agenda uma consulta.

Treinava, dormia e comia bem. Ainda assim o corpo não respondia. Esta é a história da Joana. E a de muitas mulheres que ...
02/06/2026

Treinava, dormia e comia bem. Ainda assim o corpo não respondia. Esta é a história da Joana. E a de muitas mulheres que chegam até mim.

A Joana tem tiroidite. Quando me procurou, acordava sem energia, as dores na fase menstrual eram constantes e a meio do treino tinha de parar porque não tinha energia.

Trabalhámos a alimentação com foco no que ela sentia e as coisas começaram a mudar logo nas primeiras semanas.

Uma coisa curiosa neste caso foi o momento em que a Joana foi de férias, não seguiu o plano, e o corpo começou a reagir. Ela conseguiu identificar porquê. Isso, para mim, é o verdadeiro resultado.
Mais do que sentires-te melhor é perceberes o teu corpo.

Se a história da Joana te fez lembrar a tua, agenda uma consulta através do link na bio. Vamos perceber juntas o que o teu corpo está a tentar dizer-te.

Hoje é o Dia Mundial da Esclerose Múltipla  e há algo que a investigação tem vindo a mostrar com cada vez mais clareza: ...
28/05/2026

Hoje é o Dia Mundial da Esclerose Múltipla e há algo que a investigação tem vindo a mostrar com cada vez mais clareza: a alimentação não é um detalhe na gestão desta doença.

Nos últimos anos, os estudos sobre nutrição e EM têm crescido muito. E há três nutrientes que aparecem repetidamente: o magnésio, a vitamina D e o ómega-3. E eles têm um papel relevante na forma como o corpo responde à doença.

O magnésio está ligado aos impulsos nervosos e pode ajudar a reduzir cãibras e espasmos. A vitamina D, cujo défice é muito comum nas doenças autoimunes, pode, quando em níveis adequados, reduzir a atividade da doença e proteger a saúde óssea. O ómega-3 tem um papel neuroprotetor: ajuda a preservar a mielina e pode atrasar o processo degenerativo.

Não são promessas. São nutrientes que, quando em défice, deixam o teu corpo com menos recursos para responder. E que, quando ajustados, podem fazer a diferença na velocidade com que a doença avança e na forma como te sentes no dia a dia.

Se tens esclerose múltipla e nunca avaliaste se a tua alimentação está de acordo com as tuas necessidades, este pode ser o momento certo para começar. Agenda a tua consulta através do link na bio.

Dia Mundial da Doença de Behçet
20/05/2026

Dia Mundial da Doença de Behçet

Ser diagnosticada com doença celíaca é, muitas vezes, receber um papel e ficar sozinha com ele.Ninguém te explica o que ...
18/05/2026

Ser diagnosticada com doença celíaca é, muitas vezes, receber um papel e ficar sozinha com ele.

Ninguém te explica o que fazer a seguir, o que podes comer e o que não podes. Ficas com um diagnóstico e mil perguntas sem resposta.

E o dia-a-dia que vem a seguir tem um peso que quem não vive não imagina.

Há a ansiedade constante de comer fora de casa, o “o que é que eu posso comer aqui?“ antes de entrar em qualquer sítio. Aprendes a ler rótulos como se fosse uma segunda língua e o símbolo da passa a ser a tua referência. Pesquisas, verificas, confirmas. Sempre. Não podes facilitar, mesmo quando parece exagero para quem está à tua volta.

Depois há os restaurantes. A maioria ainda não tem sensibilidade para esta doença e muitas vezes até te indicam coisas que nem podes comer. Basta acontecer contigo uma vez, ou conheceres alguém a quem aconteceu, para entrares em qualquer sítio com medo.

E no meio de tudo isto, ainda tens de explicar a toda a gente porque não podes comer isto ou aquilo. “Mas um bocadinho não faz mal, pois não?“. Faz.

O que foi mais difícil para ti após o diagnóstico? Conta-me nos comentários. 👇

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