Margarida Oliveira Baptista - Psicóloga

Margarida Oliveira Baptista - Psicóloga Psicóloga Lisboa | Carcavelos
Consultório privado
Clínica Reprogramar
Psicologia Clinica | Desporto Membro Efectivo da Ordem dos Psicólogos - Cédula nº 15773
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04/09/2026
Às vezes dizemos “não se passa nada”, “está tudo bem”, porque nem sequer sabemos por onde começar a explicar.Sabemos que...
01/09/2026

Às vezes dizemos “não se passa nada”, “está tudo bem”, porque nem sequer sabemos por onde começar a explicar.

Sabemos que estamos mais cansados.
Mais irritáveis.
Com a cabeça cheia.

Mas continuamos a funcionar como se estivesse tudo bem.

E talvez o primeiro passo não seja resolver.
Talvez seja parar e reconhecer que alguma coisa se passa.

E contigo? Costumas perceber quando alguma coisa não está bem ou só quando já não consegues ignorar?

Quando discutimos com alguém importante para nós, acreditamos muitas vezes que estamos a tentar resolver. Mas, no meio d...
30/08/2026

Quando discutimos com alguém importante para nós, acreditamos muitas vezes que estamos a tentar resolver.

Mas, no meio da emoção, podemos passar de:

➡️ “Como resolvemos isto?”

para:

➡️ “Como faço para o outro perceber que eu tenho razão?”

Porque numa relação saudável, o objetivo não é ganhar uma discussão.
É conseguir continuar ligados, mesmo quando pensamos de forma diferente.

💬 Nos conflitos, o que acontece mais contigo?

1️⃣ Tentamos compreender
2️⃣ Tentamos explicar o nosso lado
3️⃣ Ficamos presos em quem tem razão

Já reparaste como algumas pessoas chegam por acaso… e acabam por ficar em nós?Uma conversa.Um encontro.Uma coincidência....
27/08/2026

Já reparaste como algumas pessoas chegam por acaso… e acabam por ficar em nós?

Uma conversa.
Um encontro.
Uma coincidência.

E, sem darmos conta, alguma coisa muda.

Porque conectar não é apenas gostar de alguém ou ter coisas em comum.
É sentirmo-nos vistos, compreendidos e aceites.

Algumas pessoas devolvem-nos confiança.
Fazem-nos crescer.
Lembram-nos que não estamos sozinhos.

Nem todas as pessoas que chegam ficam.
Mas algumas deixam uma marca que permanece.

E tu? Há alguém que tenha entrado na tua vida por acaso e se tenha tornado importante?

27/08/2026

Já reparaste como algumas pessoas chegam por acaso… e acabam por ficar em nós?

Uma conversa.
Um encontro.
Uma coincidência.

E, sem darmos conta, alguma coisa muda.

Porque conectar não é apenas gostar de alguém ou ter coisas em comum.
É sentirmo-nos vistos, compreendidos e aceites.

Algumas pessoas devolvem-nos confiança.
Fazem-nos crescer.
Lembram-nos que não estamos sozinhos.

Nem todas as pessoas que chegam ficam.
Mas algumas deixam uma marca que permanece.

E tu? Há alguém que tenha entrado na tua vida por acaso e se tenha tornado importante

Mudar dói.Não necessariamente porque a mudança seja errada, mas porque nos obriga a sair do que conhecemos.Mesmo quando ...
12/08/2026

Mudar dói.

Não necessariamente porque a mudança seja errada, mas porque nos obriga a sair do que conhecemos.

Mesmo quando sabemos que determinada relação, rotina, trabalho ou forma de estar já não nos faz bem, o conhecido continua a dar-nos uma sensação de segurança.

Mudar implica movimento.
E movimento traz desconforto.

Por isso, muitas vezes, esperamos sentir-nos preparados, confiantes ou seguros para mudar. Mas esse momento pode nunca chegar.

A mudança raramente acontece sem medo, dúvida ou alguma resistência.

O importante não é eliminar o desconforto.
É perceber se aquilo que estamos a fazer nos aproxima da vida que queremos construir.

E aceitar que mudar não é um processo linear. Podemos avançar, recuar, duvidar e voltar a tentar.

Talvez a pergunta não seja:

“Como faço para não me custar?”

Mas sim:

“Aquilo que estou a evitar porque me custa é precisamente aquilo de que preciso para mudar?”

*Gráfico adaptado de The Change Book

Há uma pressão silenciosa para sermos felizes no verão.Como se bastasse chegar agosto para tudo ficar mais leve.Esperamo...
24/07/2026

Há uma pressão silenciosa para sermos felizes no verão.
Como se bastasse chegar agosto para tudo ficar mais leve.

Esperamos descansar.
Desligar.
Recuperar.
Sentirmo-nos melhor.

Mas nem sempre acontece.

As férias mudam o cenário.
Nem sempre mudam aquilo que levamos connosco.

E talvez seja aí que surge a frustração.

Porque esperamos que duas ou três semanas consigam compensar um ano inteiro de cansaço, exigência e preocupações.

As férias podem ser uma pausa.

Mas não têm de resolver tudo.

Talvez o mais importante não seja voltar diferentes.

Talvez seja voltar um pouco mais presentes.

E tu? Sentes que existe uma pressão para aproveitar o verão ao máximo e seres, obrigatoriamente, feliz nesta altura do ano?

🔍A forma como avaliamos o nosso desempenho profissional nem sempre depende apenas dos resultados objetivos.🔬Algumas pess...
01/07/2026

🔍A forma como avaliamos o nosso desempenho profissional nem sempre depende apenas dos resultados objetivos.

🔬Algumas pessoas vivem com um nível elevado de autocrítica, que as leva a sentir que aquilo que fazem nunca é suficiente.

🧨Este padrão pode tornar o contexto profissional mais exigente e emocionalmente desgastante.

⚖️Compreender de onde vêm estas crenças é muitas vezes um passo importante para construir uma relação mais equilibrada com o trabalho e com as próprias capacidades.

❔Na tua experiência, tendes a ser mais exigente contigo do que com os outros no trabalho? Partilha comigo nas mensagens ou em privado 🙂

O acompanhamento psicológico no desporto não acontece apenas em consulta.Também acontece antes da prova.Durante a compet...
22/05/2026

O acompanhamento psicológico no desporto não acontece apenas em consulta.

Também acontece antes da prova.
Durante a competição.
Nos momentos de pressão, dúvida, gestão emocional e recuperação do foco.

O objetivo não é não sentir pressão.
É conseguir lidar com ela sem perder o foco.

É ajudar o atleta a conseguir funcionar com eles.

A componente mental também se treina e influencia muito mais o rendimento do que muitas vezes imaginamos.

📩 Para acompanhamento psicológico, informações por mensagem privada.

09/05/2026

Nem tudo o que nos pesa é imediatamente visível.

Há cansaços que não aparecem por fora.
Pressões que se acumulam em silêncio.
Dias em que continuamos a funcionar… mas já longe de estarmos bem.

E, muitas vezes, habituamo-nos tanto a aguentar que deixamos de perceber o impacto que isso tem em nós.

No corpo.
Na paciência.
Na forma como pensamos.
Na forma como nos relacionamos.

👉 Nem tudo o que custa é óbvio.
Mas isso não significa que não esteja a pesar.

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