03/05/2026
Ajudar os outros não é sermos bonzinhos, é sermos humanos.
Ajudar os outros deveria ser uma responsabilidade social, ética e humana. Somos feitos para viver em comunidade, para partilhar, para disponibilizar, para crescermos juntos com os demais.
Ajudar os outros é enriquecer o nosso mundo. Sempre que ajudamos e nos disponibilizamos a isso, conhecemos sempre mais sobre nós através dos outros. Quando saímos do nosso mundo e vamos voluntariamente ao mundo do outro, ou de outros, vimos coisas que nunca viramos, experienciamos coisas que nunca teríamos a oportunidade de experienciar, aprendemos outras tantas, tornamo-nos conscientes de outras, e o melhor, deixamos de viver exclusivamente auto-centrados nas nossas necessidades e dores.
E deixar o nosso mundo é tão importante como estarmos nele. Quando vivemos só centrado em nós tornamo-nos menos bonitos, afáveis, compreensíveis e gratos.
Quando ajudamos alguém e depois regressamos a nós, o que nos preocupava muito pode passar a preocupar-nos menos, o que não valorizamos podemos ganhar a oportunidade de valorizar, o que importava pode deixar de ser assim tão importante e vimos definitivamente mais ricos.
Podemos desconstruir paradigmas e preconceitos. Podemos até descobrir outras formas de viver mais prósperas e saudáveis, e aprender com outras realidades tão diferentes da nossa.
Ajudar os outros é vivermos ricos pelas partilhas, pela gratidão e pela capacidade imensa de empatizar.
Ajudar os outros não é sermos bonzinhos até porque quando a ajuda é genuína podemos acabar por ser os primeiros beneficiados.
Façamos o bem sem olhar a quem.