Vivendo com a Bete

Vivendo com a Bete Oi, você sabe o que é diabetes e como conviver com ela? Conhece alguém que é portador dessa doença? Sabia que ela não precisa ser uma inimiga?

Sabia que um diabético pode comer pizza, bolo, brigadeiro e tomar refrigerantes? Com alguns cuidados pod

06/16/2026

Em que momento você descobriu que aceitar o diabetes é diferente de desistir de si mesmo?

Aceitar o diabetes não significa gostar dele. Significa reconhecer que ele faz parte da sua vida e que merece atenção, cuidado e respeito.

Fingir que o diabetes não existe pode parecer mais fácil em alguns momentos, mas ignorar o tratamento não faz a doença desaparecer. Pelo contrário: aumenta os riscos e dificulta o controle da glicemia.

Por muito tempo, tentei agir como se o diabetes não existisse.

Mas ignorar o diabetes nunca me deixou mais livre. Só me deixou mais vulnerável.

A aceitação veio quando entendi que cuidar da minha saúde não me torna menos forte — me torna mais preparada para viver.

O diabetes faz parte da minha história, mas não define quem eu sou.

Você é muito mais do que o seu diabetes. Mas para continuar vivendo seus sonhos, seus planos e suas conquistas, é importante cuidar de quem torna tudo isso possível: você. 💙

06/10/2026

Eu não escondo minha diabetes porque tenho vergonha dela. Às vezes escondo porque quero que enxerguem primeiro quem eu sou. 💙✨

Por muito tempo, muitas pessoas com diabetes escondem sua condição. Não porque tenham vergonha de quem são, mas porque têm medo de serem vistas apenas pelo diagnóstico.

Somos artistas, estudantes, profissionais, amigos, filhos, pais, sonhadores. Temos gostos, talentos, histórias e uma personalidade única. O diabetes faz parte da nossa vida, mas não define quem somos.

Às vezes escondemos a glicemia, a insulina ou os sensores porque não queremos que o primeiro olhar seja de pena, preocupação ou julgamento. Queremos que as pessoas conheçam nossa essência antes de conhecerem nossa condição.

Mas a verdade é que falar sobre diabetes também é um ato de coragem. Quanto mais informação existe, menos preconceito existe.

E, por falar em informação, reconhecer uma hipoglicemia pode salvar vidas. Alguns sinais de alerta são:

⚠️ Tremores ⚠️ Suor excessivo ⚠️ Tontura ⚠️ Palidez ⚠️ Fome intensa ⚠️ Coração acelerado ⚠️ Confusão mental ⚠️ Alterações de humor ⚠️ Sonolência ⚠️ Visão embaçada

Por trás de cada pessoa com diabetes existe uma personalidade, uma história e uma vida inteira que merece ser vista. 💙

06/09/2026

"Ter com quem contar pode salvar uma vida. Mas também pode assustar quem está ao seu lado."

Para quem tem diabetes tipo 1, uma hipoglicemia grave é um dos momentos mais vulneráveis do tratamento. Em poucos minutos, a pessoa pode ficar confusa, perder a capacidade de se comunicar, ter convulsões ou até perder a consciência.

Nesses momentos, ter alguém por perto faz toda a diferença.

Mas existe um lado que quase não falamos: o de quem ajuda.

Ver alguém passando por uma hipoglicemia grave pode ser aterrorizante. O medo de não saber o que fazer, de agir errado ou de perder a pessoa que ama pode deixar marcas emocionais profundas.

Por isso, quando falamos sobre educação em diabetes, não estamos cuidando apenas de quem tem a condição. Estamos cuidando também dos pais, amigos, parceiros, professores e colegas que podem precisar agir em uma emergência.

Informação reduz o medo.
Treinamento gera confiança.
E apoio salva vidas.

Ninguém deveria enfrentar uma hipoglicemia grave sozinho. E ninguém deveria ser colocado na posição de ajudar sem saber como.

Para quem tem diabetes, uma rede de apoio é segurança. Para quem apoia, conhecimento é coragem.

Você tem um contato de emergência?

06/07/2026

O medo de ser excluído faz muitos adolescentes esconderem o diabetes. E isso acontece mais do que imaginamos.

💙 Nem todo adolescente com diabetes fala sobre sua condição.

Muitos escondem que têm diabetes por medo de serem julgados, tratados de forma diferente ou até excluídos pelos amigos. Alguns evitam medir a glicemia em público, aplicar insulina ou falar sobre o assunto para não chamar atenção.

Mas esconder o diabetes pode trazer riscos. Adiar uma correção, deixar de medir a glicose ou ignorar sintomas por vergonha pode comprometer a saúde e a segurança.

O mais triste é que, muitas vezes, esse medo nasce da falta de informação. Diabetes não é motivo de vergonha. É uma condição que exige coragem, responsabilidade e muito cuidado todos os dias.

Por isso, a conscientização nas escolas, entre amigos e familiares é tão importante. Quanto mais as pessoas entendem o que é o diabetes, mais acolhimento existe e menos adolescentes sentem que precisam esconder uma parte de quem são.

✨ Ninguém deveria ter que escolher entre cuidar da própria saúde e se sentir aceito.

06/05/2026

Racionalizar insumos significa limitar, reduzir ou controlar o uso de recursos para diminuir custos ou evitar desperdícios. Em alguns contextos isso pode ser positivo, mas quando falamos de diabetes — especialmente diabetes tipo 1 — a racionalização excessiva pode ser muito perigosa.

Por que a racionalização da insulina pode ser perigosa?

A insulina não é um item opcional para quem tem diabetes tipo 1. Ela é um medicamento vital.

Quando uma pessoa reduz doses de insulina por falta de acesso, custo ou restrições de fornecimento, podem ocorrer:

Hiperglicemias frequentes

Perda de peso involuntária

Desidratação

Cetoacidose diabética (uma emergência médica potencialmente fatal)

Internações hospitalares

Maior risco de complicações a longo prazo

E quanto aos outros insumos?

A racionalização também pode afetar:

Tiras reagentes para glicemia

Sensores de monitorização contínua

Agulhas e seringas

Conjuntos de infusão de bombas de insulina

Glucagon para emergências

Sem monitoramento adequado, a pessoa perde informações importantes para ajustar o tratamento com segurança.

O falso "economizar agora"

Uma questão importante é que economizar em insumos pode gerar custos muito maiores depois.

Por exemplo:
Menos monitoramento → mais descompensações.

Menos insulina → mais internações.

Menos acesso à tecnologia → maior risco de complicações crônicas.

Ou seja, o que parece uma economia imediata pode aumentar os gastos do sistema de saúde no futuro.

Para quem vive com diabetes tipo 1, racionalizar insulina ou insumos não significa apenas usar menos materiais. Muitas vezes significa:

Aplicar menos insulina do que precisa.

Deixar de medir a glicose.

Prolongar o uso de sensores ou materiais além do recomendado.

Viver com medo de acabar o estoque antes da próxima reposição.

Isso afeta não só a saúde física, mas também a saúde mental e a qualidade de vida.

"Insulina não é um recurso que pode ser simplesmente economizado. Para quem tem diabetes tipo 1, ela é tão essencial quanto o ar é para a respiração. Racionalizar o acesso ao tratamento pode significar colocar vidas em risco."

06/04/2026

A educação em diabetes tipo 1 nas escolas é extremamente importante porque crianças e adolescentes passam grande parte do dia nesse ambiente. Quando professores, funcionários e colegas entendem a condição, o estudante com diabetes tem mais segurança, inclusão e qualidade de vida.

Professores e funcionários treinados conseguem reconhecer sinais de:

Hipoglicemia (baixa glicose): tremores, suor frio, tontura, sonolência, confusão, irritabilidade.

Hiperglicemia (alta glicose): sede excessiva, vontade frequente de urinar, cansaço, visão embaçada.

O reconhecimento rápido desses sintomas pode evitar complicações graves e até salvar vidas.

Quando a glicemia está muito alta ou muito baixa, a concentração, a memória e o aprendizado podem ser prejudicados. Uma escola preparada ajuda o aluno a monitorar a glicose, aplicar insulina quando necessário e se alimentar adequadamente, favorecendo seu rendimento acadêmico.

Muitas pessoas ainda confundem diabetes tipo 1 com diabetes tipo 2. A conscientização ajuda a mostrar que:

O dm1 é uma doença autoimune.

Não é contagioso.

Não foi causado por escolhas da criança ou adolescente.

Crianças e adolescentes com diabetes podem se sentir diferentes dos colegas por precisarem medir a glicemia, usar sensores, bombas de insulina ou fazer aplicações. Quando a comunidade escolar entende a condição, há mais acolhimento e menos constrangimento.

A conscientização dos colegas também faz diferença

Quando os alunos aprendem sobre diabetes:

Desenvolvem empatia.

Sabem identificar sinais de uma possível emergência.

Reduzem situações de bullying e exclusão.

Uma escola preparada deve:

Ter um plano de ação para emergências relacionadas ao diabetes.

Permitir o monitoramento da glicemia.

Capacitar professores e funcionários.

Manter comunicação constante com a família.

Promover ações educativas sobre diabetes para toda a comunidade escolar.

A escola não deve ser apenas um local de aprendizagem, mas também um ambiente onde ela se sinta segura, compreendida e incluída. Quanto maior a conscientização de funcionários e colegas, menores são os riscos e maiores são as oportunid

06/01/2026

Uma curiosidade bem interessante é que, no século XVIII, o que hoje conhecemos como Diabetes Mellitus passou a ser chamado de "diabetes mellitus", termo criado pelo médico inglês Thomas Willis em 1674–1675. A palavra mellitus vem do latim e significa "doce como mel". Ele percebeu que a urina de algumas pessoas com diabetes tinha um sabor adocicado devido ao excesso de açúcar eliminado pelo corpo.

Naquela época, os médicos não conheciam a insulina nem entendiam o papel do pâncreas. O diagnóstico era feito observando sintomas como:

Sede excessiva.

Urinar muitas vezes ao dia.

Emagrecimento intenso.

Fraqueza constante.

Urina adocicada, que às vezes atraía insetos.

Quanto ao tratamento, ele era bastante limitado. Alguns médicos recomendavam:

Dietas especiais com poucos alimentos doces.

Certas ervas e preparados medicinais.

Restrições alimentares rigorosas.

Em alguns casos, até opiáceos para aliviar sintomas.

Na prática, porém, a vida dos pacientes ainda era muito difícil. A expectativa de vida para quem tinha diabetes tipo 1 era extremamente baixa, já que a insulina só seria descoberta cerca de 250 anos depois por Frederick Banting e Charles Best.

Infelizmente, para pessoas com o que hoje chamamos de diabetes tipo 1, não existia um tratamento realmente eficaz. Antes da descoberta da insulina em 1921–1922, a doença frequentemente era fatal.

Uma curiosidade histórica interessante: médicos da época utilizavam os próprios sentidos para diagnosticar doenças. No caso do diabetes, eles observavam a urina e, em alguns casos, chegavam a provar uma pequena quantidade para verificar se era doce. Hoje isso parece impensável, mas era uma das poucas ferramentas diagnósticas disponíveis.

03/15/2026

Um docinho não faz mal 🤣❤️

Você concorda?

03/12/2026

Quem é a sua pessoa?

Saudadesssss maravilhosa! ❤️

03/10/2026

Como prometido...

"Reagindo aos meus próprios vídeos"

"Com humor e certa informação a gente combate a desinformação " esse é meu lema desde sempre ❤️

Eai, vc já ajustou sua dose alguma vez?

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