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ImigraMama Mariana Alonso Montanher
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Quando uma criança está vivendo uma emoção intensa, quase todas as orientações se voltam para aquilo que o adulto deveri...
03/08/2026

Quando uma criança está vivendo uma emoção intensa, quase todas as orientações se voltam para aquilo que o adulto deveria fazer.

Acolha. Nomeie. Valide. Mantenha a calma. Ajude-a a se regular.

E existe algo importante nisso: crianças realmente precisam de adultos que as ajudem a atravessar emoções que ainda não conseguem organizar sozinhas.

O problema começa quando transformamos essa necessidade da criança em mais uma exigência de desempenho para a mãe.

Porque aquela mãe que deveria permanecer calma talvez esteja há horas sendo tocada, chamada e solicitada.

Talvez tenha dormido mal.

Talvez esteja tentando administrar trabalho, casa, filhos, relacionamento, saudade e adaptação longe da rede que conhecia.

Talvez o sistema nervoso dela também esteja dizendo: chega.

Mas, diante da crise da criança, parece não haver espaço para isso.

Ela precisa ser paciente. Precisa falar baixo. Precisa responder da maneira “certa”. Precisa regular o filho sem demonstrar que também chegou ao próprio limite.

E quando não consegue, ainda vem a culpa.

É por isso que falar sobre regulação emocional infantil sem falar sobre as condições emocionais de quem cuida deixa uma parte importante da história de fora.

Corregulação não exige uma mãe perfeitamente regulada.

Mães também se irritam. Também se desorganizam. Também levantam a voz. Também precisam se afastar por alguns minutos. Também precisam reparar quando algo não saiu como gostariam.

Talvez, enquanto aprendemos a perguntar: “Do que essa criança precisa?”

precisemos começar a perguntar também: “Do que essa mãe precisa para conseguir continuar cuidando sem desaparecer de si mesma?”

Porque a criança merece ser olhada.

E a mãe também.

Se essa conversa fez você pensar em outra mãe que está atravessando as big emotions dos filhos enquanto tenta dar conta das próprias, compartilhe este post com ela.

E siga o perfil. Por aqui, a mãe também faz parte da conversa.

31/07/2026

Existem dores que aprendemos a esconder.

Muitas mães que vivem no exterior sorriem durante a videochamada, dizem que está tudo bem e mudam de assunto quando perguntam como elas realmente estão.

Não porque estejam mentindo.

Mas porque, em algum momento, aprenderam que demonstrar tristeza preocuparia quem ficou no Brasil. Ou porque acreditam que, já que escolheram essa vida, não têm o direito de dizer que está difícil.

Só que emoções não desaparecem quando são escondidas.

Elas apenas encontram outras formas de aparecer: no cansaço constante, na irritação, na culpa, na sensação de estar distante de si mesma.

Você não precisa carregar esse peso sozinha para proteger quem ama.

Reconhecer a própria dor não torna você mais fraca. Torna possível cuidar de si com a mesma gentileza que você oferece a todos ao seu redor.

Se você conhece outra mãe que vive longe do que é familiar e sempre responde "está tudo bem", compartilhe este vídeo com ela. Talvez ela precise ouvir que não precisa enfrentar tudo sozinha.

31/07/2026

Você não precisa esperar chegar ao limite para pedir ajuda.

Às vezes, o primeiro passo não é resolver tudo. É ter um espaço para entender o que está acontecendo com você.

Clique no link da bio e agende sua Sessão de Acolhimento. Em um encontro individual, vamos organizar o que você está vivendo e identif**ar um primeiro passo possível para que você volte a encontrar o seu EIXO.

31/07/2026

A culpa é uma das emoções mais presentes na maternidade.

E, ao mesmo tempo, uma das mais mal interpretadas.

Muitas mulheres acreditam que, se estão sentindo culpa, é porque fizeram alguma coisa errada.

Mas emoções não são provas.

A culpa pode surgir depois de colocar um limite.

Depois de descansar.

Depois de pedir ajuda.

Depois de escolher algo importante para você.

Ou simplesmente porque existe uma expectativa, sua ou dos outros, de que uma "boa mãe" deveria dar conta de tudo, o tempo todo.

Por isso, antes de concluir que você errou, vale fazer uma pergunta: Essa culpa aponta para um comportamento que eu gostaria de reparar ou apenas para uma expectativa impossível que estou tentando cumprir?

Essa resposta pode mudar completamente a forma como você olha para si mesma.

Me conta nos comentários: qual é a culpa que mais aparece na sua maternidade?

31/07/2026

Às vezes, quando uma mulher diz que está sobrecarregada, a primeira resposta que ela escuta é:

"Mas seu marido ajuda tanto..."

E, aos poucos, ela começa a acreditar que não deveria se sentir cansada.

Mas ajuda não é a mesma coisa que dividir a carga mental.

Você pode ter um parceiro presente e, ainda assim, ser quem lembra das consultas, organiza a rotina, pensa na comida, troca a roupa que ficou pequena, percebe que acabou a fralda, acalma o choro, responde à escola, planeja a semana e continua sendo o porto seguro emocional da família.

Principalmente quando essa maternidade acontece longe da rede de apoio.

O problema não é reconhecer o que o seu parceiro faz.

O problema é usar isso para invalidar o que você sente.

Você não precisa provar que faz "mais" para justif**ar o seu cansaço.

A sobrecarga não desaparece porque alguém diz que você não deveria senti-la.

Ela apenas f**a mais silenciosa.

Você já ouviu essa frase alguma vez? Me conta nos comentários!

Mãe não é mágicaÉ estratégia, improvisoe uma força que o mundoainda insisti emsubestimar.Você cozinha, cuida,trabalha, o...
29/07/2026

Mãe não é mágica
É estratégia, improviso
e uma força que o mundo
ainda insisti em
subestimar.

Você cozinha, cuida,
trabalha, organiza,
apoia, resolve, acolhe
e ainda encontra
tempo para amar.

Não porque é fácil.
Mas porque você faz
acontecer.

A pálpebra treme.
A cabeça pesa.
O coração aperta.
Mas você segue.

Respire fundo.
Você não precisa
dar conta de tudo.
Precisa dar conta
de você também.

Se você se identificou, compartilhe com outra mãe que também vive esse malabarismo diário.

29/07/2026

Se você sente culpa quando para ou percebe que não consegue descansar mesmo quando finalmente tem alguns minutos livres, talvez o problema não seja falta de disciplina.

Talvez seu corpo tenha passado tempo demais em estado de alerta.

Quando vivemos sob sobrecarga constante, o estresse não desaparece só porque a agenda ficou vazia. Muitas vezes, ele continua presente no corpo, nos pensamentos e na sensação de que você precisa estar sempre pronta para a próxima demanda.

Descansar também é uma habilidade.

E ela começa quando entendemos o que está acontecendo conosco, em vez de apenas nos cobrarmos mais.

Se você sente que nunca consegue realmente desligar, a Sessão de Acolhimento pode ser o primeiro passo para compreender esse ciclo e encontrar um caminho para voltar ao seu EIXO.

O link está na bio.

29/07/2026

Vou ser direta.

A mãe perfeita não existe.

Mas muitas mulheres vivem como se ela existisse.

Todos os dias, elas tentam dar conta de tudo.
Ser pacientes o tempo todo.
Nunca perder a calma.
Nunca errar.
Nunca precisar de ajuda.

Só que esse padrão é impossível.

E tentar alcançá-lo tem um preço.

Você começa a se cobrar mais.
Descansa menos.
Tolera menos os próprios erros.
Perde a paciência com mais facilidade.
E, logo depois, vem a culpa.

Então promete que amanhã vai fazer melhor.

E o ciclo recomeça.

O problema não é falta de amor pelos seus filhos.

É que ninguém consegue permanecer emocionalmente disponível quando vive em estado constante de sobrecarga.

Filhos não precisam de uma mãe perfeita.

Precisam de uma mãe que possa ser humana.

Que reconheça quando chegou ao limite.
Que saiba se regular.
Que possa reparar quando errar.
E que também encontre espaço para cuidar de si.

Se hoje você se sente exausta tentando alcançar um padrão impossível, talvez não seja falta de capacidade.

Talvez seja hora de abandonar a perfeição e voltar para o seu EIXO.

Compartilhe este post com outra mãe que também precisa lembrar que ela não precisa ser perfeita para ser suficiente.

Tem mãe se reconstruindo enquanto segura tudo sozinha. E mesmo assim, continua.Se você está vivendo dias assim, saiba: v...
28/07/2026

Tem mãe se reconstruindo enquanto segura tudo sozinha. E mesmo assim, continua.

Se você está vivendo dias assim, saiba: você nao está louca, nem fraca. Está humana.

Reconstruir-se em silêncio é pesado demais.

Você não precisa atravessar isso sozinha.

Comece com pequenos Retornos ao EIXO:

🤎 Respire por um minuto
🤎 Coloque um peso no chão
🤎 Seja gentil com você

Você importa. Sua saúde importa. Seu bem-estar importa.

Me conta aqui nos comentários: qual é o peso mais difícil de colocar no chão no seu dia a dia?

Compartilhe este post com uma mãe que precise ouvir isso hoje.

Salve para ler quando precisar de um lembrete.

24/07/2026

A gente costuma acreditar que só pode descansar quando tudo estiver resolvido.

Mas a verdade é que esse momento quase nunca chega.

Sempre vai existir uma roupa para dobrar. Uma mensagem para responder. Uma decisão para tomar. Mais uma tarefa na lista.

E, enquanto você espera o "momento certo" para respirar, continua carregando um peso que nunca diminui.

Hoje eu quero te fazer um convite diferente.

Você não precisa resolver a sua vida.

Só precisa escolher uma coisa que pode esperar cinco minutos.

Cinco minutos sem culpa. Cinco minutos sem pressa. Cinco minutos para lembrar que você também merece cuidado.

Porque o EIXO não é sobre fazer tudo perfeitamente.

É sobre perceber que você não precisa carregar tudo o tempo todo.

Me conta nos comentários: O que você pode colocar no chão por cinco minutos hoje?

Quem sabe a sua resposta também dê permissão para outra mãe fazer o mesmo.

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