ImigraMama

ImigraMama Mariana Alonso Montanher
Counsellor M.A.C.A. level 3
[email protected]

Mariana Alonso Montanher - Counsellor - ACA 23952
contato: [email protected]

31/05/2026

Esse é o um dos superpoderes da mãe imigrante, imagina quantos a gente como mãe tem que desenvolver e se virar nos 30 para criar nossos filhos fora do Brasil...

✨ Compartilhe com uma amiga que precisa dar uma descontraida hoje, e lembrar ela que tem esse superpoder!

Maternar longe do Brasil também é lidar com saudades que nem sempre cabem em palavras. 💛Se esse post deu nome ao que voc...
30/05/2026

Maternar longe do Brasil também é lidar com saudades que nem sempre cabem em palavras. 💛

Se esse post deu nome ao que você sente, saiba que existem outras mães vivendo a mesma jornada.

✨ Compartilhe com uma amiga que precisa ler isso hoje.

Você olha para o lado e parece que todas as outras mães imigrantes estão dando conta. Enquanto isso, você sente que está...
20/05/2026

Você olha para o lado e parece que todas as outras mães imigrantes estão dando conta. Enquanto isso, você sente que está sempre à beira de um colapso, mesmo sem um motivo "grave" aparente.
Imagine acordar e entender exatamente por que sua mente está acelerada e, mais do que isso, saber como silenciar essa autocrítica. Imagine viver a maternidade no exterior com a segurança de quem conhece seus limites e sabe como cuidar de si mesma.
No meu perfil, ajudo mulheres brasileiras espalhadas pelo mundo a organizarem o caos emocional da jornada perinatal. Você não precisa de mais cobrança, você precisa de espaço para respirar.
Este post te trouxe algum alívio? Clique no ícone de salvar para não esquecer que o que você sente tem nome e tem saída.

19/05/2026

Você acorda e a primeira coisa que sente não é disposição, é uma lista mental de tarefas que já começa a rodar.
Ser mãe imigrante potencializa isso. Sem a sua rede de apoio por perto, o "planejar" vira uma função solitária e ininterrupta. Você se sente irritada, com a mente acelerada e uma sensação de que, se você parar um segundo, algo grave vai acontecer.
O primeiro passo para sair desse ciclo é dar nome ao que você sente. Não é preguiça, não é falta de vitamina. É sobrecarga invisível. Eu ajudo mulheres a organizarem esse caos interno para voltarem a se reconhecer além da função de "resolvedora de problemas".
Você se sente exatamente assim hoje? Escreva 'EXAUSTA' nos comentários se você sente que carrega o planejamento do mundo nas costas.
E salve este post para ler quando sentir que está se perdendo de si mesma.

Dia das mães no exterior não é sobre o presente que você ganha, mas sobre a presença que você não tem.Enquanto o feed do...
11/05/2026

Dia das mães no exterior não é sobre o presente que você ganha, mas sobre a presença que você não tem.
Enquanto o feed do Instagram transborda almoços em família no Brasil, aqui o fuso horário dita o ritmo da saudade. A rede de apoio é o Wi-Fi, e o descanso é um conceito abstrato.
Se você se sente exausta, se o choro está fácil ou se você simplesmente se sente 'anestesiada' pelo cansaço, eu quero te dizer: eu te vejo. Eu também sou imigrante, também materno longe das referências conhecidas e sei que a conta emocional é alta.
Não se sinta culpada por não estar 'radiante'. Validar o seu cansaço é o primeiro passo para não permitir que ele te adoeça.
Mande esse post para uma brasileira que mora aí perto de você (ou do outro lado do mundo). Vamos criar nossa própria rede de validação.

02/05/2026

Tem um tipo de cansaço que não melhora quando “aparece ajuda”.
Porque o peso não está só na falta de gente.
Está na forma como tudo continua passando por você.
Você que lembra. Você que organiza. Você que antecipa. Você que sustenta.
E, aos poucos, isso vai criando uma sobrecarga que não é visível.
De fora, parece que existe rede. Mas por dentro, o peso continua concentrado.
Isso não é ingratidão. Nem dificuldade de “receber ajuda”.
É quando a responsabilidade emocional nunca foi, de fato, dividida.
E sustentar tudo assim… cansa de um jeito que não se resolve descansando só o corpo.
Se isso te fez pensar em algo que você não estava conseguindo nomear, salva esse vídeo.
Às vezes, organizar o que pesa começa assim.

01/05/2026

Essa notícia não é só sobre uma fatalidade.
É sobre o que a gente aprende a ignorar.
Na maternidade, principalmente na maternidade imigrante, quando você está sustentando tudo sozinha, o corpo começa a dar sinais… e você aprende a traduzir tudo como “normal”.
Cansaço vira rotina. Tontura vira detalhe. Exaustão vira parte do processo.
Mas o corpo não fala do nada. Ele responde ao que está sendo sustentado por tempo demais.
E o que muitas vezes parece só físico… já vem de um nível de sobrecarga que não encontrou espaço antes.
Você continua funcionando. Resolve. Dá conta.
Mas, aos poucos, vai se afastando da própria percepção.
E esse é o ponto que quase ninguém nomeia.
Nem todo sintoma é grave. Mas ignorar tudo também não é força.
Talvez cuidado, aqui, não seja fazer mais nada. Seja começar a se escutar com mais honestidade.
Se fizer sentido, salva esse post. Não como alerta… mas como lembrete de que você não precisa chegar no limite para se levar a sério.

01/05/2026

Hoje é o Dia Mundial da Saúde Mental Materna.
Mas quase nunca é sobre isso que se fala de verdade.
Se fala sobre dar conta. Sobre aguentar. Sobre seguir funcionando.
E muitas vezes… você até consegue.
Você resolve. Você sustenta. Você continua.
Mas isso não signif**a que está leve.
Tem um tipo de sobrecarga que não aparece. Que se acumula nas decisões, na responsabilidade, na solidão… e no fato de precisar sustentar tudo sem apoio.
Saúde mental materna não é só sobre dar conta. É sobre não precisar colapsar sozinha.
Se isso fez sentido pra você, salva esse vídeo. Para lembrar, nos dias mais difíceis, que não deveria ser tudo só seu.
E se em algum momento fizer sentido organizar o que está pesado por dentro, você não precisa fazer isso sozinha.

30/04/2026

Você não f**a mal só pelo palpite.
Você f**a mal pelo que acontece depois dele.
Pela dúvida que entra. Pela sensação de que talvez você esteja fazendo errado. Pela necessidade de ajustar, justif**ar, explicar.
E, aos poucos, você vai saindo do seu eixo… tentando caber na expectativa de todo mundo.
Isso não é falta de segurança. Isso tem nome: sobrecarga emocional com excesso de referência externa.
Nem todo comentário precisa virar ajuste.
Alguns só precisam ser devolvidos pra quem disse.
Se isso fez sentido, salva esse post pra lembrar disso nos dias em que a dúvida vier mais forte.

Tem pensamentos que parecem lógicos.“Não tenho com quem deixar meu bebê.”“Agora não cabe no orçamento.”“É só uma fase, v...
28/04/2026

Tem pensamentos que parecem lógicos.
“Não tenho com quem deixar meu bebê.”
“Agora não cabe no orçamento.”
“É só uma fase, vai passar.”
E, de certa forma, eles fazem sentido.
Mas o problema é que esses pensamentos não estão te protegendo. Eles estão te mantendo no mesmo lugar, sustentando tudo sozinha, por tempo demais.
A maioria das mulheres que eu atendo não chegou cedo. Chegou quando já estava no limite.
Não porque “deixou pra depois”. Mas porque não sabia reconhecer o que estava vivendo.
Na maternidade no exterior, o que você sente não vem com nome claro. Vem como cansaço constante, irritação, culpa, confusão.
E quando não tem nome, parece menor do que é. Mas não é.
Você não precisa esperar piorar para se autorizar a cuidar de você.
Se esse post organizou algo aí dentro, salva pra reler nos dias mais difíceis.
E se você quiser entender como isso funciona na prática, me chama no direct com a palavra terapia.

Address

Gold Coast, QLD

Website

Alerts

Be the first to know and let us send you an email when ImigraMama posts news and promotions. Your email address will not be used for any other purpose, and you can unsubscribe at any time.

Contact The Business

Send a message to ImigraMama:

Share