17/04/2026
Quando James Naishimit inventou o basquete, com certeza não imaginaria que existiria um homem que saberia arremessar de longe como Oscar, ele mudou jogo, caracterizou batalhas nas quadras, na política, na sua vida contra um câncer, deu exemplos e mostrou condutas ímpares como ser humano e atleta. Deixou marcas com a seleção, sírio, na Itália e nas competições por onde passou! Anotou tantos pontos e deu à luz a geração que levou seu nome, dando esperança ao nosso basquete por 2 décadas, que assistiu Oscar e companhia contra os EUA em Indianapólis, contra Dream Team, a linda seleção da Yuguslávia de Petrovic, URSS de Sabonis e outras tantas, de astros famosos, mas que quando jogavam com o Brasil, era um espetáculo. Comecei no basquete por conta dele, fui de uma geração que assistiu jogos de madrugada por conta de ver a gara e coragem em vencer sempre, que arremessou muito, pois só assim se contruía uma mão calibrada e que não era santa, mas treinada. Deixei o basquete, mas continuo amando esse esporte que exige sapiência e sabedoria; ternura e ousadia; coragem e humildade; consciência e esperteza; esbarrar e conseguir alcançar a cesta. Basquete é jogo de inteligência que Oscar soube jogar e motivar muitos ao redor do mundo, inclusive Kobe Bryant! Agradeço de coração, pois muito do que entendi desse esporte me levou à Educação Física, ao meu trabalho e motivação para ser melhor como pessoa, profissional e entusiasta daquilo que vivo. Deixo aqui meu depoimento, pois não de idolatrar muitos, mas o Oscar merece sempre o meu respeito.