Dra. Marina Verdi

Dra. Marina Verdi • CRM 134242-SP
• Reumatologia | RQE 40516 | USP
• Clínica médica | RQE 37948 | USP
• Araçatuba/SP

Existe uma parte das doenças autoimunes que quase nunca aparece nos exames.A parte emocional de olhar para o próprio cor...
27/05/2026

Existe uma parte das doenças autoimunes que quase nunca aparece nos exames.

A parte emocional de olhar para o próprio corpo e não reconhecer mais quem você era antes da doença.

Porque doenças autoimunes não afetam apenas articulações, pele, músculos ou órgãos. Elas podem mudar a percepção de identidade, feminilidade, autoconfiança e a forma como muitas mulheres passam a existir no mundo.

Muitas pacientes escutam frases como: “mas você nem parece doente”, “você é muito nova, isso vai passar”. E, aos poucos, começam a duvidar da própria dor, da própria percepção e até do próprio corpo.

Existe um desgaste silencioso em precisar negociar diariamente com um corpo muitas vezes imprevisível. Em não saber se amanhã será um dia bom ou ruim. Em sentir medo do futuro sem conseguir traduzir isso para quem está ao redor.

E a autoestima também precisa ser reconstruída dentro do processo de adoecimento. Porque autoestima não é apenas gostar da própria aparência.

É conseguir olhar para si mesma sem acreditar que perdeu valor porque o corpo mudou.

Seu diagnóstico não diminui sua feminilidade. Não apaga sua identidade. Não reduz quem você é.

Você vive uma condição médica real, complexa e profundamente desgastante — física e emocionalmente.

E eu quero que você se lembre disso: você não está sozinha.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Muitos pacientes começam adaptando movimentos sem perceber.Depois passam a evitar atividades.E, aos poucos, a vida vai f...
25/05/2026

Muitos pacientes começam adaptando movimentos sem perceber.
Depois passam a evitar atividades.
E, aos poucos, a vida vai ficando mais restrita.

Existe um ciclo muito comum na artrose:
a dor leva à redução do movimento,
menos movimento leva à perda muscular,
menos musculatura reduz a estabilidade das articulações — e isso aumenta ainda mais a dor e a limitação funcional.

Por isso, muitas vezes, o maior impacto da artrose não aparece apenas nos exames.
Ele aparece na rotina.

É quando subir escadas exige esforço.
Quando caminhar mais tempo se torna difícil.
Quando atividades antes simples, começam a depender de ajuda.

E essa perda progressiva de autonomia tem um impacto emocional importante.

A boa notícia é que a evolução funcional da artrose pode ser desacelerada com acompanhamento adequado.

Controle da dor, fortalecimento muscular, atividade física orientada, perda de peso quando necessária e tratamento individualizado fazem diferença no prognóstico.

Nosso objetivo não é apenas tratar articulações.
É preservar movimento, independência e qualidade de vida pelo maior tempo possível.

Marina Peres Verdi de Almeida
Médica Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Mas existe uma verdade importante:Hoje, com acompanhamento adequado, planejamento gestacional e controle da atividade da...
22/05/2026

Mas existe uma verdade importante:

Hoje, com acompanhamento adequado, planejamento gestacional e controle da atividade da doença, muitas mulheres com lúpus conseguem ter uma gestação segura.

Procure um reumatologista especialista em doenças autoimunes.
Você não precisa enfrentar tudo isso sozinha, e muito menos viver acreditando que seu diagnóstico definiu o seu futuro.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Muitas pacientes descrevem a sensação de que os olhos “nunca descansam”.O que pouca gente sabe é que esse sintoma pode e...
21/05/2026

Muitas pacientes descrevem a sensação de que os olhos “nunca descansam”.

O que pouca gente sabe é que esse sintoma pode estar relacionado à Síndrome de Sjögren, uma doença autoimune caracterizada principalmente pela diminuição da produção de lágrimas e saliva.

E não se trata apenas de um “olho seco comum”.

Na Síndrome de Sjögren, existe um processo inflamatório nas glândulas responsáveis pela produção das lágrimas. Isso compromete a lubrificação ocular e pode causar irritação persistente, sensação de areia nos olhos, queimação, visão borrada e diversos outros sintomas.

Mas existe também um impacto silencioso que muitas vezes não é percebido.

Porque quando uma mulher deixa de realizar pequenos rituais do dia a dia por desconforto físico constante, ela perde conforto e bem-estar .

O problema é que muitas pacientes passam anos tratando apenas o sintoma ocular, sem investigar a causa sistêmica por trás dele.

Por isso, sintomas persistentes de ressecamento merecem uma avaliação cuidadosa.

Na Reumatologia, o diagnóstico precoce faz diferença não apenas no controle dos sintomas, mas na qualidade de vida da paciente como um todo.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Tem mulheres de 30 anos acordando com a sensação de que seu corpo envelheceu décadas.Rigidez ao sair da cama, dor nas mã...
20/05/2026

Tem mulheres de 30 anos acordando com a sensação de que seu corpo envelheceu décadas.

Rigidez ao sair da cama, dor nas mãos ao abrir um pote, cansaço após tarefas simples e articulações inflamadas logo pela manhã.

Doenças reumatológicas não escolhem idade.

Artrite reumatoide, espondilite anquilosante, lúpus e outras doenças inflamatórias podem surgir justamente em fases extremamente produtivas da vida — quando essa mulher está trabalhando, criando filhos, sustentando a rotina e tentando dar conta de tudo.

E existe um detalhe importante: dor inflamatória não se comporta como uma dor muscular comum.

Ela costuma:
— piorar após longos períodos de repouso
— causar rigidez matinal prolongada
— vir acompanhada de fadiga intensa
— oscilar em crises
— afetar sono, memória, concentração e humor

O problema é que muitas mulheres normalizam sinais importantes porque aprenderam a suportar desconforto em silêncio.

Na Reumatologia, o diagnóstico precoce muda prognóstico.

Controlar a inflamação desde cedo significa menos dor, menos dano articular, menos perda funcional e mais qualidade de vida no futuro.

Sentir dor constante não é “normal da idade”.
E muito menos “frescura” quando acontece cedo.

Seu corpo não precisa ser ignorado para ser levado a sério.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Existem lugares que formam médicos. E existem lugares que ajudam a construir quem nós nos tornamos.A USP de Ribeirão Pre...
18/05/2026

Existem lugares que formam médicos. E existem lugares que ajudam a construir quem nós nos tornamos.

A USP de Ribeirão Preto faz parte da minha história muito antes do diploma. Foi ali que meu pai também construiu sua trajetória, e onde eu aprendi a enxergar a medicina não apenas como profissão, mas como missão — algo que atravessa gerações dentro da minha família.

Também foi em Ribeirão Preto que encontrei pessoas que marcaram profundamente o meu caminho: grandes mestres, referências da reumatologia nacional, colegas que se tornaram amigos e vínculos que ultrapassaram a formação acadêmica.

Nosso centro de referência sempre representou muito mais do que excelência técnica. Representou convivência, troca, aprendizado coletivo e inspiração diária ao lado de pessoas brilhantes — na medicina e na vida.

Olhar para essas fotos é enxergar muito mais do que uma trajetória profissional.
É enxergar legado, pertencimento e memória afetiva.

Porque, no fim, a medicina também é feita das mãos que nos conduzem, das pessoas que caminham ao nosso lado e das raízes que nunca deixamos para trás.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

No  , discutiremos os principais desafios das doenças reumatológicas, com especial enfoque na saúde da mulher — um tema ...
13/05/2026

No , discutiremos os principais desafios das doenças reumatológicas, com especial enfoque na saúde da mulher — um tema essencial para a prática clínica.

O congresso reunirá grandes referências nacionais e internacionais para debater avanços em estratégias diagnósticas, terapias biológicas e novas abordagens terapêuticas baseadas nas evidências científicas mais recentes.

Estar presente nesses encontros faz parte do meu compromisso com uma Reumatologia atual, individualizada e centrada em oferecer o que há de melhor aos meus pacientes.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Há cuidados que começam muito antes da medicina.Começam no colo, no exemplo, na presença silenciosa de quem ensina a cui...
10/05/2026

Há cuidados que começam muito antes da medicina.
Começam no colo, no exemplo, na presença silenciosa de quem ensina a cuidar pelo amor.

Hoje celebro a mulher que me mostrou, na vida, o significado da dedicação e do acolhimento.
Feliz Dia das Mães 🤍

29/04/2026

Pacientes com doenças reumáticas precisam de atenção especial com o calendário vacinal, principalmente por conta da doença e das medicações utilizadas.

As vacinas ajudam a prevenir infecções que podem ser mais graves nesses pacientes e até interferir no controle da doença.

E as suas vacinas, estão em dia?

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Nem todo tratamento atua da mesma forma.Os imunobiológicos são medicamentos que atuam diretamente em partes específicas ...
27/04/2026

Nem todo tratamento atua da mesma forma.

Os imunobiológicos são medicamentos que atuam diretamente em partes específicas do sistema imunológico, ajudando a controlar a inflamação de forma mais direcionada.

Eles são utilizados em algumas doenças reumatológicas quando há indicação específica, principalmente em casos moderados a graves ou quando outros tratamentos não foram suficientes.

O objetivo é controlar a doença com mais precisão e reduzir danos ao longo do tempo.

Se você tem dúvida sobre seu tratamento, converse com seu médico para entender as opções disponíveis.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

24/04/2026

Acordar com o corpo rígido não é normal.

A rigidez matinal é comum em doenças como artrite reumatoide, espondilite anquilosante e lúpus — e acontece por um processo inflamatório que se intensifica durante a noite.

Se isso acontece com você com frequência, vale atenção: pode ser um sinal de alerta.

Não deixe de procurar seu reumatologista de confiança para investigar!

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Endereço

Rua Silva Jardim, 343
Araçatuba, SP
16010-34011

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