Dra. Marina Verdi

Dra. Marina Verdi • CRM 134242-SP
• Reumatologia | RQE 40516 | USP
• Clínica médica | RQE 37948 | USP
• Araçatuba/SP

Às vezes, a dor nas articulações parece não ter relação com o cansaço. Os olhos secos parecem não ter nada a ver com as ...
28/08/2026

Às vezes, a dor nas articulações parece não ter relação com o cansaço. Os olhos secos parecem não ter nada a ver com as dores no corpo. Em algumas doenças reumatológicas, porém, todos esses sintomas podem fazer parte da mesma condição.

Isso acontece porque muitas doenças reumatológicas são sistêmicas, ou seja, podem afetar diferentes órgãos e tecidos ao mesmo tempo. Por isso, tratar cada sintoma isoladamente nem sempre resolve o problema.

Na consulta com o reumatologista, o objetivo vai além de avaliar apenas a articulação que dói. É entender como todos os sinais se conectam, quando começaram, como evoluíram e se existe uma causa em comum por trás deles.

Afinal, muitas vezes, o que parecem ser problemas diferentes são apenas formas distintas de uma mesma doença se manifestar.

Você já teve a sensação de que cada sintoma parecia contar uma história diferente, mas, no fim, todos faziam parte da mesma condição? Conte nos comentários.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

26/08/2026

Dor para levantar, subir escadas ou dar os primeiros passos do dia não deve ser encarada como "normal" da idade.

Em muitos casos, esses sintomas podem estar relacionados à artrose. E, embora a doença não tenha cura, existem tratamentos que ajudam a controlar a dor, preservar a função da articulação e melhorar a qualidade de vida.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Sentir dor na região lombar é muito comum. E, por isso, muita gente acredita que a única explicação possível seja uma hé...
24/08/2026

Sentir dor na região lombar é muito comum. E, por isso, muita gente acredita que a única explicação possível seja uma hérnia de disco. Mas existem outras causas que também merecem atenção.

Quando a dor começa antes dos 45 anos, persiste por mais de três meses, costuma melhorar com o movimento e piorar após longos períodos de repouso, ela pode apresentar características inflamatórias e estar relacionada às espondiloartrites.

Enquanto a dor mecânica geralmente surge após esforço e melhora com o repouso, a dor inflamatória costuma seguir um padrão diferente: pode despertar o paciente durante a noite, causar rigidez ao levantar da cama e aliviar à medida que a pessoa se movimenta ao longo do dia.

Isso não significa que toda dor lombar seja uma espondiloartrite. Mas reconhecer esse padrão ajuda o reumatologista a identificar quando é necessário investigar além das causas mais comuns.

Se a sua dor nas costas persiste há meses e parece não se comportar como uma dor "comum", vale a pena procurar uma avaliação especializada. Um diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença no controle da doença e na preservação da qualidade de vida.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Quem convive com lúpus costuma passar por períodos em que a doença está controlada e outros em que ela pode apresentar m...
21/08/2026

Quem convive com lúpus costuma passar por períodos em que a doença está controlada e outros em que ela pode apresentar maior atividade. Por isso, conhecer o próprio corpo é uma parte importante do tratamento.

Mas existe um ponto fundamental: o lúpus não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas.

Enquanto algumas apresentam principalmente dores e inchaço nas articulações, fadiga ou lesões na pele, outras podem notar queda de cabelo, feridas na boca, febre sem causa aparente, urina espumosa ou outros sinais. A intensidade e a combinação desses sintomas também variam de uma pessoa para outra.

Por isso, mais importante do que comparar seus sintomas com os de outras pessoas é reconhecer mudanças no seu próprio padrão de saúde e comunicá-las ao reumatologista.

Se você perceber que seu corpo está diferente do habitual, não espere os sintomas se intensificarem para uma avaliação. Quanto mais cedo a atividade da doença é reconhecida, maiores são as chances de controlá-la de forma eficaz.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

19/08/2026

Mudança de cor nos dedos ao frio nem sempre é apenas uma reação à temperatura.

Esse pode ser o fenômeno de Raynaud — uma alteração da circulação dos dedos que, em algumas pessoas, pode estar associada a doenças reumatológicas, como a esclerodermia.

Quando as crises são frequentes, intensas ou acompanhadas de outros sinais, como dor, feridas nas pontas dos dedos, inchaço ou endurecimento da pele, é importante investigar.

Reconhecer os sinais e buscar avaliação adequada pode fazer diferença no diagnóstico e no acompanhamento da doença.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Se você tem artrose, provavelmente já percebeu que alguns dias parecem mais difíceis do que outros. Basta a temperatura ...
17/08/2026

Se você tem artrose, provavelmente já percebeu que alguns dias parecem mais difíceis do que outros. Basta a temperatura cair para a dor aumentar, a articulação ficar mais rígida e movimentos simples exigirem mais esforço.

Mas isso significa que o frio está piorando a doença? Não. Até o momento, não há evidências de que as baixas temperaturas aceleram a progressão da artrose. O que pode acontecer é um aumento da percepção de dor e da rigidez de algumas pessoas.

Ainda não existe uma explicação única para esse fenômeno. Acredita-se que fatores como maior tensão muscular, alterações na circulação, rigidez após períodos de repouso e até a redução da atividade física nos dias frios possam contribuir para esses sintomas.

A boa notícia é que manter-se ativo, dentro dos seus limites e com orientação adequada, continua sendo uma das estratégias mais importantes para preservar a mobilidade, aliviar os sintomas e manter a qualidade de vida, em qualquer estação do ano.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Você vai dormir bem e, de repente, acorda no meio da noite com uma dor intensa — muitas vezes no dedão do pé — que parec...
14/08/2026

Você vai dormir bem e, de repente, acorda no meio da noite com uma dor intensa — muitas vezes no dedão do pé — que parece ter surgido "do nada".
Essa é uma das características mais marcantes da gota.
Durante o sono, alguns fatores do próprio organismo favorecem o desencadeamento das crises. A leve redução da temperatura nas extremidades, como os pés, e outras alterações que ocorrem durante a noite podem facilitar a formação e o depósito de cristais de ácido úrico nas articulações.
Quando isso acontece, o sistema imunológico reconhece esses cristais como um agente estranho e desencadeia uma intensa resposta inflamatória. É por isso que muitas pessoas descrevem a dor como uma das piores que já sentiram, e até o simples contato do lençol pode se tornar insuportável.
A boa notícia é que as crises podem ser prevenidas.
O tratamento da gota vai muito além de aliviar a dor durante uma crise. O objetivo é controlar os níveis de ácido úrico, dissolver os cristais ao longo do tempo e reduzir o risco de novos episódios, sempre de forma individualizada e com acompanhamento médico.
Quem já passou por uma crise de gota sabe como ela pode ser incapacitante. Você já acordou durante a madrugada por causa dessa dor? Conte sua experiência nos comentários.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

12/08/2026

Ter uma afta de vez em quando é comum. Mas quando elas aparecem repetidamente, é importante investigar a causa.

Em alguns casos, aftas recorrentes podem fazer parte de uma doença inflamatória e vir acompanhadas de outros sinais que não devem ser ignorados.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

07/08/2026

Uma diferença de pressão entre os braços pode ser muito mais do que um detalhe.
Você sabe quando esse achado merece investigação? Assista ao Reels e entenda como esse sinal pode estar relacionado à arterite de Takayasu.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

31/07/2026

A infiltração pode aliviar a dor, mas isso não significa que ela possa ser repetida sempre que o desconforto voltar.
Cada caso precisa ser avaliado de forma individual, considerando a causa da dor, a articulação envolvida e a resposta ao tratamento.

Marina Peres Verdi de Almeida | Reumatologista
CRM 134242-SP | RQE 40516 | RQE 37948

Endereço

Rua Silva Jardim, 343
Araçatuba, SP
16010-34011

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra. Marina Verdi posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar