18/05/2026
Tem feridas que não chegam gritando.
Elas aparecem nos excessos.
Na necessidade constante de agradar, no medo de decepcionar, na culpa ao dizer “não”, na sensação silenciosa de nunca ser suficiente.
E, muitas vezes, o que você chama de “meu jeito” pode ser apenas uma forma que a sua dor encontrou para sobreviver.
Olhar para si com profundidade não é fraqueza.
É coragem.
Porque aquilo que não é acolhido, continua conduzindo escolhas, relações e emoções sem que você perceba.
A cura começa quando você para de apenas funcionar… e passa a se escutar.
⚠️ Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui acompanhamento psicológico ou consulta profissional.
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Cândida Pricylla - Psicóloga
CRP 19/1879