17/09/2026
“Nem um homem é ilha.”
Diante disto, penso no que Leonardo Boff escreve sobre a existência como uma teia de relações, porque ninguém se constrói sozinho.
Somos feitos dos encontros que nos atravessam, das palavras que permanecem e das mãos que um dia nos conduziram.
Penso que é isso que mais me emociona em atender meus professores: perceber que o tempo não apaga os vínculos, ele lhes dá novos significados.
Há encontros que não terminam quando a aula acaba.
Eles continuam vivendo naquilo que nos tornamos.
Dona Elizier, que bom fazer parte do seu sorriso! Que ele continue iluminando e trazendo esperança com sua dedicação na educação!