HospLog A HospLog é uma empresa dedicada a logística intra-hospitalar.

Quanto tempo um medicamento ou uma amostra leva para percorrer a distância entre dois pontos dentro de um hospital?Um es...
28/08/2026

Quanto tempo um medicamento ou uma amostra leva para percorrer a distância entre dois pontos dentro de um hospital?

Um estudo publicado em 2026 na Scientific Reports comparou o transporte manual com um sistema formado por 10 robôs autônomos no Shaanxi Provincial People’s Hospital, em Xi’an, na China. Durante seis meses, os pesquisadores acompanharam a entrega de medicamentos e amostras em 22 enfermarias.

Na comparação, o transporte realizado pelos robôs apresentou uma redução de 32% a 36% no tempo de entrega. A frota também realizou 7,3 vezes mais viagens do que os 19 profissionais que faziam o transporte manual e reduziu em 68% a distância total percorrida.

O resultado mostra como uma operação pode ganhar capacidade quando a tecnologia assume tarefas logísticas repetitivas e os fluxos passam a ser planejados também a partir de dados.

Na HospLog, acompanhamos essa evolução porque automatizar uma etapa da logística exige entender primeiro como o processo acontece e onde estão os deslocamentos, além de quais atividades podem ser transformadas pela tecnologia.

É assim que a inovação deixa de ser conceito e passa a interferir na operação.

A maioria das vacinas precisa permanecer entre +2°C e +8°C, desde a produção até o momento da aplicação, uma manutenção ...
26/08/2026

A maioria das vacinas precisa permanecer entre +2°C e +8°C, desde a produção até o momento da aplicação, uma manutenção de temperatura que é fundamental para preservar a potência e a segurança dos imunobiológicos. 

O Ministério da Saúde define a cadeia de frio como o conjunto de processos de armazenamento, transporte e manuseio que mantém essas condições ao longo da distribuição das vacinas. Porém, o desafio aumenta diante de ondas de calor, enchentes, deslizamentos e interrupções de energia, que podem comprometer equipamentos de refrigeração e gerar perdas.

Por isso, logística também significa monitorar condições, antecipando riscos e acompanhando o produto durante seu percurso. E aqui, trabalhamos com tecnologia e informação, além de uma maquinário e equipe preparados para as adversidades, apoiando o acompanhamento dos processos logísticos e dando mais visibilidade à operação.

Prever a demanda de medicamentos é uma das tarefas mais sensíveis da cadeia hospitalar. Uma estimativa abaixo do consumo...
21/08/2026

Prever a demanda de medicamentos é uma das tarefas mais sensíveis da cadeia hospitalar. Uma estimativa abaixo do consumo pode contribuir para faltas, por exemplo, enquanto uma estimativa acima pode aumentar estoques e perdas.

Um estudo publicado em 2026 na Scientific Reports desenvolveu um modelo de machine learning para previsão de demanda farmacêutica hospitalar a partir de registros reais de dispensação e variáveis meteorológicas em dois hospitais na Tailândia.

A pesquisa reforça uma mudança importante na gestão: dados históricos podem deixar de servir apenas para explicar o que aconteceu e passar a apoiar decisões sobre o que pode acontecer.

Na HospLog, esse princípio já orienta o desenvolvimento de soluções que utilizam dados da operação para apoiar planejamento, acompanhamento diário e tomada de decisão, porque entendemos que uma operação que consegue antecipar uma necessidade ganha tempo para agir.

Se o seu projeto segue apenas reagindo, conheça mais de nossas soluções e entre em contato pelo link na bio.

O setor da saúde responde por aproximadamente 5% das emissões globais de gases de efeito estufa e, segundo a Organização...
20/08/2026

O setor da saúde responde por aproximadamente 5% das emissões globais de gases de efeito estufa e, segundo a Organização Mundial da Saúde, entre 60% e 80% dessas emissões estão associadas à cadeia de suprimentos, incluindo os bens e serviços adquiridos pelos sistemas de saúde.

Isso coloca compras, estoques, transporte e utilização de materiais dentro de uma discussão que vai além da eficiência operacional, uma vez que quanto se compra, quanto se movimenta, com que frequência e quanto efetivamente é utilizado são decisões que também produzem impacto ambiental.

Em dezembro de 2025, a OMS publicou orientações específicas para ajudar sistemas de saúde a reduzir as emissões da cadeia de suprimentos por meio de mudanças na seleção, aquisição e utilização de produtos e serviços.

Por isso, hospitais que contam com serviço especializado de logística hospitalar acabam tendo uma operação com melhor controle de recursos, o que também cria condições para decisões mais conscientes sobre seu uso e sustentabilidade começa em decisões que acontecem muito antes do descarte.

Um estudo realizado no Amsterdam University Medical Centre analisou 187 cirurgias e encontrou 1.785 itens descartáveis q...
19/08/2026

Um estudo realizado no Amsterdam University Medical Centre analisou 187 cirurgias e encontrou 1.785 itens descartáveis que não foram utilizados. Juntos, esses materiais representaram 60 kg de resíduos e uma pegada de carbono estimada em 338 kg de CO₂ equivalente.

O estudo não determina quanto desse desperdício poderia ter sido evitado, mas o dado evidencia uma etapa da operação que merece atenção: a preparação dos materiais antes de um procedimento.

Esse momento prévio envolve definir quais materiais estarão disponíveis, em que quantidade e para quais necessidades. Quando essa previsão não acompanha o que efetivamente será utilizado, recursos podem ser abertos sem necessidade ou permanecer separados para procedimentos que não demandarão todos aqueles itens.

A logística pode contribuir justamente nessa etapa, aproximando o planejamento do consumo real. Nesse sentido, o histórico de utilização, o perfil dos procedimentos e o acompanhamento dos materiais movimentados ajudam a construir uma operação com maior visibilidade sobre o que está sendo preparado e utilizado.

Na HospLog, esse controle avança também para dentro da sala cirúrgica. Nos kits cirúrgicos, por exemplo, os materiais são separados e endereçados de acordo com o procedimento e o paciente. O que não é utilizado não precisa se transformar em perda e retorna ao processo pela logística reversa, voltando a ser registrado no sistema e seguindo novamente pelo fluxo de rastreabilidade.

Isso também impacta a gestão das contas, uma vez que o material não utilizado deixa de compor o consumo daquele paciente e volta ao estoque para uma nova utilização, evitando cobranças indevidas e dando mais precisão ao processo de faturamento.

Na prática, o benefício alcança toda a cadeia, então planos de saúde e instituições privadas passam a ter maior controle sobre o que foi efetivamente consumido, enquanto o Sistema Único de Saúde também pode direcionar seus recursos para aquilo que de fato foi utilizado na assistência.

É assim que a logística deixa de atuar apenas depois que o material chega à operação e passa a acompanhar seu ciclo completo, da preparação ao consumo, da rastreabilidade à logística reversa.

Em 2023, mais de 30 milhões de doses de vacinas foram descartadas no Brasil por estarem fora da validade, segundo audito...
18/08/2026

Em 2023, mais de 30 milhões de doses de vacinas foram descartadas no Brasil por estarem fora da validade, segundo auditoria do Tribunal de Contas da União. O desperdício representou mais de R$ 400 milhões em recursos e entre os fatores identificados pelo TCU estão problemas relacionados à gestão de estoques, bem como à rede de frio.

O dado mostra que o desperdício de um insumo pode começar muito antes do descarte. Uma vacina precisa ser adquirida, armazenada, distribuída, monitorada e utilizada dentro de condições específicas. Quando a demanda prevista não corresponde ao consumo real, o estoque pode crescer enquanto o prazo de validade diminui.

É nesse intervalo que a logística e a HospLog atuam, com acompanhamento de estoque, planejamento de demanda, monitoramento de validade e visibilidade sobre os fluxos, que ajudam a identificar onde existem riscos de perda e permitem que decisões sejam tomadas antes que o produto se torne inutilizável.

Aqui, trabalhamos em soluções para também apoiar a gestão desses processos e transformar as informações da operação em decisões que contribuam para reduzir perdas. Saiba como em www.hosplog.com.br

A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 1 em cada 10 medicamentos em países de baixa e média renda seja substa...
17/08/2026

A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 1 em cada 10 medicamentos em países de baixa e média renda seja substanciado ou falsificado. Além disso, a entidade destaca que cadeias globais mais complexas aumentam os desafios para acompanhar a origem e o percurso dos produtos.

Em 2025, a OMS publicou um relatório específico sobre experiências de implementação de sistemas de rastreabilidade de produtos médicos. Nesse sentido, a tecnologia permite acompanhar produtos ao longo da cadeia e pode contribuir para detectar problemas mais cedo e responder com maior rapidez.

Dentro das instituições de saúde, a rastreabilidade também ajuda a responder perguntas fundamentais: onde determinado produto está, por onde passou, por quem e quando foi movimentado.

E aqui, na HospLog, usamos informação e tecnologia para apoiar a gestão desses fluxos, ampliando a visibilidade sobre os recursos que circulam pela operação.

O desperdício na saúde pode começar muito antes de um material se descartado, como em uma compra mal dimensionada, um es...
14/08/2026

O desperdício na saúde pode começar muito antes de um material se descartado, como em uma compra mal dimensionada, um estoque que não acompanha a demanda ou em um fluxo que dificulta saber onde determinado recurso está.

Uma pesquisa realizada em um hospital universitário da Universidade de São Paulo (USP) identificou os materiais como a principal fonte de desperdício apontada pelos profissionais entrevistados. Nesse cenário, o custo anual estimado do desperdício chegou a R$ 479 mil.

O dado é de um estudo de caso e não pode ser generalizado para todas as instituições, mas ajuda a dimensionar uma questão importante: cada falha na gestão de materiais pode representar recurso que deixa de cumprir sua finalidade.

É justamente antes desse ponto que a logística pode atuar, com planejamento de demanda, controle de estoques, acompanhamento dos fluxos e informação sobre o que acontece ao longo da operação, tornando possível identificar problemas e agir sobre eles antes que se transformem em perdas.

É nesse trabalho que a HospLog também entra, com soluções que organizam a sua operação para que os recursos disponíveis sejam usados onde e quando são necessários.

Saiba como podemos ajudar em www.hosplog.com.br

Consultas à distância, monitoramento remoto, diagnósticos apoiados por inteligência artificial e atendimento que começa ...
12/08/2026

Consultas à distância, monitoramento remoto, diagnósticos apoiados por inteligência artificial e atendimento que começa fora do hospital, acompanhando o paciente depois que ele vai para casa: a saúde já deixou de acontecer em um único lugar.

E isso muda uma premissa importante, porque a infraestrutura necessária para cuidar também precisa acompanhar essa mudança.

O hospital continua sendo essencial, mas passa a fazer parte de uma rede muito maior, na qual diferentes ambientes, profissionais, tecnologias e serviços precisam funcionar de forma coordenada.

Essa transformação cria uma nova pergunta para gestores de saúde: como desenhar uma operação preparada para um cuidado que acontece em tantos lugares diferentes?

É nesse debate que queremos estar, porque transformar a saúde digitalmente é muito mais que apenas levar tecnologia para dentro do hospital, sendo necessário repensar onde, como e por quem o cuidado acontece, e construir a estrutura necessária para sustentar essa nova realidade.

Conte conosco para os próximos passos e conheça como podemos fazer isso em www.hosplog.com.br

Uma vacina pode ser produzida com tecnologia de ponta e ainda assim não chegar ao braço de quem precisa.Segundo estimati...
11/08/2026

Uma vacina pode ser produzida com tecnologia de ponta e ainda assim não chegar ao braço de quem precisa.

Segundo estimativa citada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 50% das vacinas podem ser desperdiçadas globalmente. Entre os fatores associados estão falhas no controle de temperatura, problemas de armazenamento, vencimento, quebra e dificuldades de distribuição.

Isso coloca a logística no centro de uma questão que vai muito além da eficiência operacional, uma vez que vacinas são produtos altamente sensíveis. Para preservar sua qualidade, é preciso controlar temperatura, armazenagem, transporte, estoque e distribuição ao longo de toda a cadeia.

A própria OMS destaca que sistemas eficientes de supply chain e logística são fundamentais para garantir que vacinas estejam disponíveis na quantidade certa, momento certo e local certo e sob as condições adequadas.

E existe outro ponto: desperdício também pode significar oportunidades de vacinação perdidas.

É por isso que planejamento de demanda, rastreabilidade, monitoramento da cadeia e gestão de estoques não são apenas recursos para tornar uma operação mais eficiente, sendo mecanismos que ajudam a preservar um insumo essencial à saúde pública.

É por isso que tecnologia e logística precisam trabalhar juntas, transformando dados da operação em decisões mais precisas e reduzindo perdas que poderiam ser evitadas.

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