12/09/2022
A Livre demanda é um ponto que gera muitas dúvidas nas mães e família. Nós seres humanos adultos, somos habituados a rotina desde sempre. E o que inclui esse hábito de rotina? HORÁRIOS!
Sim. A maioria de nós desde a infância, possuímos horário para acordar, para o café, para o almoço e isso se prolonga pela vida.
Logo, quando o bebê nasce desejamos ter em nossas mãos o controle de seus horários incluindo nisso uma rotina.
Claro, rotina é uma maneira qual organizamos nossa vida, nossos papéis, tarefas e nosso organismo.
Mas para um bebê, principalmente os recém chegados ao mundo, essa rotina não cabe quando falamos em amamentação.
E aí que entra a Livre demanda!
O que seria a livre demanda? Nada mais é que o livre acesso, a livre solicitação, o bebê busca o seio quando sente necessidade. Por qualquer razão que seja: fome, sede, sono, insegurança…
E é nesse momento, que muitas mães passam pela insegurança de achar que o seu leite não está sendo suficiente para sustentar o bebê, que solicita o seio inúmeras vezes ao dia e as vezes em intervalos curtos. Porém a mãe se esquece que o seio supre várias necessidade do bebê que vão para além da fome, como citei acima.
A livre demanda, além de seus inúmeros benefícios como a estimulação constante da produção e o ganho de peso adequado, ela também tem uma função muito importante que é a prevenção da obesidade infantil.
A livre demanda permite que o bebê regule seu ciclo de fome e de saciedade de forma natural. Isso vai assegurar que o bebê receba os nutrientes conforme a sua real necessidade.
A livre demanda deve ser estimulada e mantida ao menos até o primeiro ano de vida do bebê.
E a recomendação da OMS é que o leite materno seja o alimento exclusivo dos bebês até os seis meses de vida.