29/08/2026
Em alguns momentos da vida, nós como artistas, acabamos vivendo a ânsia de querer que a nossa arte chegue longe, toque as pessoas, ganhei proporções e engajamento para o máximo de pessoas no mundo. Tudo isso é legal, parece fantástico, e acaba muitas vezes sendo o foco incessante do nosso fazer artístico.
Ontem eu recebi alguns desenhos da minha sobrinha Cecília, que pediu para que eu fizesse na IA, versões realistas dos seus croquis. Ela me explicou todos os detalhes das suas criações e eu fiz! Ela amou!
Conversamos muito sobre o que eu faço, ela sempre muito curiosa que é, pergunta tudo sobre os vestidos, as fantasias, os desenhos... E eu falo, conto e incentivo ela a continuar a desenhar!
Pediu pra que eu a ensinasse a fazer vestidos, olha só! E depois disso eu lembrei de uma coisa que meu professor Cláudio Didimano sempre nos falava: Tudo tem que partir do nosso umbigo. Ou seja, devemos começar sempre a buscar inspiração e um ponto de partida a partir do que nos cerca.
Fiquei refletindo sobre, pois muitas vezes a gente busca ser inspiração e a admiração de pessoas desconhecidas, e é muito gratificante quando a gente vê que as pessoas, as crianças principalmente, que estão mais perto da gente, nos vêem como inspiração e com olhar de admiração! E as crianças não mentem!
Cecília, meu amor, minha pequena artista, obrigado por ver em mim esse espelho e essa admiração, e inspiração para fazer a sua arte!
Estarei sempre aqui! 💕💕💕💕