Psivanessaavila

Psivanessaavila �Psicoterapia para gestantes e mulheres no puerpério. Acompanhamento psicológico para famílias enlutadas com perda gestacional e neonatal.

Psicoterapia para mulheres, gestantes e mães. Pós-parto, pré-natal psicológico, perda gestacional, ansiedade, depressão, autoestima.

E por aí? Em algum momento, já se perguntou se está fazendo tudo errado?E se essa dúvida aparece com frequência demais, ...
16/03/2026

E por aí? Em algum momento, já se perguntou se está fazendo tudo errado?

E se essa dúvida aparece com frequência demais, talvez você não precise atravessar isso sozinha.

A terapia pode ser um espaço para organizar essas dúvidas e sustentar essa travessia.

Vanessa Ávila — Psicóloga Perinatal
Te ajudo a atravessar a maternidade quando tudo muda por dentro.

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E você? Já transformou seu filho em escudo para se livrar de uma situação desconfortável?Vanessa Ávila - psicóloga perin...
20/02/2026

E você? Já transformou seu filho em escudo para se livrar de uma situação desconfortável?

Vanessa Ávila - psicóloga perinatal
Te ajudo a atravessar a maternidade

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A culpa não aparece porque você está fazendo algo errado.Ela aparece porque a maternidade atravessa tudo:o corpo, os vín...
30/01/2026

A culpa não aparece porque você está fazendo algo errado.

Ela aparece porque a maternidade atravessa tudo:
o corpo, os vínculos, as escolhas, a identidade.

Se a culpa tem ocupado mais espaço do que você consegue sustentar sozinha, talvez seja hora de atravessar isso acompanhada. Vamos conversar!

Vanessa Ávila - Psicóloga Perinatal
Te ajudo a atravessar a maternidade quando tudo muda por dentro.

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Nem tudo o que dói no pós-parto cabe em diagnósticos.Existe uma travessia emocional pouco nomeada, pouco validada e muit...
20/01/2026

Nem tudo o que dói no pós-parto cabe em diagnósticos.

Existe uma travessia emocional pouco nomeada, pouco validada e muito solitária.

Aqui, não falamos de dar conta.
Falamos de atravessar.

Vanessa Ávila — Psicóloga Perinatal
Te ajudo a atravessar a maternidade quando tudo muda por dentro.

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Se você começou 2026 com um bebê no colo e se sentindo meio perdida, vem cá! Temos muito o que conversar!Vanessa Ávila -...
13/01/2026

Se você começou 2026 com um bebê no colo e se sentindo meio perdida, vem cá! Temos muito o que conversar!

Vanessa Ávila - Psicóloga Perinatal
Te ajudo a atravessar a maternidade quando tudo muda por dentro.

Como está a travessia por aí?Vanessa Ávila - Psicóloga Perinatal Cuidando da saúde mental de gestantes e mães  💖
05/01/2026

Como está a travessia por aí?

Vanessa Ávila - Psicóloga Perinatal
Cuidando da saúde mental de gestantes e mães

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O puerpério não acaba quando o bebê faz 40 dias.Ele pode durar meses e até anos.Porque não é só sobre o corpo que se rec...
15/09/2025

O puerpério não acaba quando o bebê faz 40 dias.
Ele pode durar meses e até anos.
Porque não é só sobre o corpo que se recupera…
É sobre a mulher que está se reconstruindo por dentro.

Se você está nesse processo, lembre-se: você não precisa passar por ele sozinha. A terapia é um apoio valioso para a sua transformação 🦋.

Salve esse post para reler nos dias em que achar que “já deveria estar bem”.

Vanessa Ávila – Psicóloga Perinatal
Cuidando da saúde mental de gestantes e mães

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O puerpério não é sobre trocar fraldas, aprender a amamentar e sobreviver a privação de sono.É sobre dor... dor no corpo...
18/08/2025

O puerpério não é sobre trocar fraldas, aprender a amamentar e sobreviver a privação de sono.

É sobre dor... dor no corpo, na alma, nos pensamentos e emoções. É sobre detestar palpites e na primeira dúvida, perguntar para as amigas, vizinhas, pediatra, padre, benzedeira e ChatGPT o que fazer para melhorar a amamentação, sono, dentes, introdução alimentar, adaptação escolar...

É sobre aprender a deixar as coisas inacabadas. É aprender a lidar com a sensação de que, por mais que você faça, nunca parecerá suficiente.

É sobre se perder e não se reconhecer. Detestar o novo corpo (que de novo não tem nada). É sobre detestar o cabelo (que não para de cair e ficar arrepiado), é sobre querer um tempo para comer, tomar banho, mas não confiar em ninguém para ficar com a cria para você.

É sobre não reconhecer suas roupas, seus medos, seus pensamentos. É sobre se perder e se encontrar... é sobre se transformar.

No fim, o puerpério é sobre nascer de novo. Não como mãe perfeita, mas como uma mulher inteira que carrega no corpo e na alma as marcas de tudo o que viveu e sobreviveu. E, mesmo sem perceber, já é muito mais forte do que imagina.

E como tem sido o puerpério por aí?

Vanessa Ávila – Psicóloga Perinatal
Cuidando da saúde mental de gestantes e mães

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Tem mãe que tentou.Tem mãe que chorou.Tem mãe que sangrou.Tem mãe que não teve apoio.Tem mãe que fez o melhor com o que ...
07/08/2025

Tem mãe que tentou.
Tem mãe que chorou.
Tem mãe que sangrou.
Tem mãe que não teve apoio.
Tem mãe que fez o melhor com o que tinha.
E tem mãe que escolheu não amamentar e tudo bem.

Você não é menos mãe por ter dado fórmula.
Você não é menos mãe por ter parado antes do que gostaria.
Você não é menos mãe por ter respeitado seus limites.

Amamentar deve, sim, ser incentivado. Mas nunca imposto. E, muito menos, usado como régua para medir o amor de uma mãe.

Amamentar é um ato de amor, proteção, nutrição e vínculo. Mas é importante lembrar: não é a ÚNICA forma de amar, de nutrir, de proteger e de criar vínculo.

Lembre-se: as mesmas pessoas que dizem que “amamentar é amor líquido”, que “amamentar é instintivo”, que “é só colocar no peito que o bebê suga”... são, muitas vezes, as mesmas que dizem que “seu leite está fraco” e que “você vai mimar seu bebê porque ele não sai do seu colo”.

Amamentar não te faz mais mãe (apesar do esforço físico e mental por trás disso).
E não amamentar não te faz menos (e quem pensa que aqui há uma ausência de esforço está bem enganado!).
Ser mãe vai muito além disso.

E você? Como foi ou tem sido sua experiência com a amamentação? Conta aqui nos comentários. Sua história pode acolher outra mãe que está se sentindo sozinha. Vamos falar sobre isso com mais verdade e menos julgamos!

Vanessa Ávila – Psicóloga Perinatal
Cuidando da saúde mental de gestantes e mães

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Essa semana eu vi essa frase em alguma postagem do instagram. Fiquei pensando no quanto as mães registram, com satisfaçã...
08/05/2025

Essa semana eu vi essa frase em alguma postagem do instagram. Fiquei pensando no quanto as mães registram, com satisfação e alegria, momentos de seus filhos com os pais. Mas também fiquei pensando nas inúmeras selfies que as mães deixam de tirar... Eu mesma já fui assim. Lembro de tirar várias selfies e apagar. Apagava porque meu olhar era crítico demais.

Meu olhar se incomodava com o registro daquelas enormes olheiras. Meu olhar se incomodava com o registro da alça feia do sutiã de amamentação aparecendo ou mesmo da roupa toda manchada ou molhada de leite e golfadas. Meu olhar se incomodava com o registro do cabelo preso em um rabo de cavalo ralo e arrepiado. Porque o cabelo menos corajoso que eu, abandonou o barco nos primeiros dias de maternidade...

A selfie estampava aquilo que eu evitava olhar. Evitava espelhos. Então, por que permitiria o olhar impiedoso de uma câmera sem filtros? Mas não era só a foto. Era o reflexo de uma mulher cansada e perdida tentando se reconhecer.

Os dias passaram e tanto eu quanto meu filho adoramos passar o tempo olhando para aquelas selfies. Ele não as critica e eu também não. Hoje, eu só mando amor para aquela versão de mulher que ainda estava aprendendo a ser mãe.

Então, nesse Dia das Mães, quero te encorajar a tirar mais selfies e a se olhar com mais amor. A sua história vale a pena ser registrada. Você também merece aparecer no quadro, na foto, nas lembranças...

E você? Tem mais fotos ou selfies? Tem alguma selfie que quase apagou, mas hoje enxerga com mais carinho?

Me conta aqui nos comentários ou, se quiser, me marca naquela selfie que representa um pedaço da sua história como mãe. Podemos criar um álbum coletivo de coragem, amor, transformação e auto aceitação!

Vanessa Ávila – Psicóloga Perinatal
Cuidando da saúde mental de gestantes e mães

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Ouvi essa frase durante um atendimento e achei a mais pura definição de maternidade. Ser mãe é isso: viver dentro de um ...
23/04/2025

Ouvi essa frase durante um atendimento e achei a mais pura definição de maternidade. Ser mãe é isso: viver dentro de um tempo que não tem ponto final. Antes, os dias tinham bordas. Tinha hora pra começar, pra parar, pra respirar. Até os pensamentos vinham inteiros. Agora, até eles se perdem no meio de um choro, de uma fralda, de um pedido de colo.

Antes, você fazia mil coisas no dia e, ao deitar, havia uma pausa. E só depois dessa pausa, um novo dia se iniciava. Agora, as pausas não existem mais. Elas não vêm sozinhas e viraram luxo. Agora, as pausas precisam ser planejadas. As pausas precisam de apoio, de ajuda, de companheirismo para acontecer.

E, assim, o dia não acaba. Ele se emenda nas horas, nos minutos, nas atividades e em listas que nunca têm fim. E, no meio disso tudo… tem você. Tentando lembrar onde ficou. Se perguntando se vai dar conta. Se é normal se sentir assim. (Eu te digo: é.)

Você não falhou. Você só está exausta. E ninguém vive bem num dia que nunca acaba. Se ninguém te disse hoje: você merece pausas. Não porque terminou tudo. Mas porque continuar também cansa. E porque cuidar de si é o único jeito de ainda caber em você mesma.

Se você também vive em dias que não acabam, a terapia pode ser o seu respiro. Me chama no direct. Vamos conversar.

Vanessa Ávila – Psicóloga Perinatal
Cuidando da saúde mental de gestantes e mães

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“Eu nem tenho sonhos mais. Só tem espaço para ser mãe.”Essa frase saiu com dor e um certo silêncio depois.Talvez você ta...
10/04/2025

“Eu nem tenho sonhos mais. Só tem espaço para ser mãe.”
Essa frase saiu com dor e um certo silêncio depois.
Talvez você também já tenha sentido isso.
Como se, depois da maternidade, não houvesse mais espaço pra desejar nada que fosse só seu.

Mas a verdade é que, mesmo depois de ser mãe, a mulher continua existindo.
E ela precisa de espaço, de escuta, de planos que não estejam sempre ligados ao outro.

Na terapia, a gente vai construindo esse caminho de volta.
Um caminho pra dentro.
Pra lembrar do que você gosta, do que te faz bem, do que te move.

Ter planos não é um ato egoísta.
É um gesto de cuidado. Com você. Com quem você é. Com quem você ainda quer ser.

Me conta: o que você deseja pra você?

Vanessa Ávila – Psicóloga Perinatal
Cuidando da saúde mental de gestantes e mães

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