Dra. Janaina Koenen

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Dra. Janaina Koenen Dra. Janaina Koenen - Endocrinologia e Metabologia
CRM-MG 39.049 RQE 33648
Diabetes • Endometriose • Câncer

Janaina Koenen - Endocrinologia e Metabologia
CRM-MG 39.049 RQE 33648

Sou médica endocrinologista e tenho por missão ajudar o máximo de pessoas a evitar doenças (obesidade, diabetes, Alzheimer, câncer, doenças cardiovasculares) que têm matado tantas e tantas pessoas na nossa sociedade atual. Adoro metabolismo e promovo um estilo de vida saudável, com alimentação adequada e enfoque funcional, baseado em ciência de qualidade e responsabilidade.
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Convido você a conhecer a minha proposta: viva melhor!


​:: Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
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:: Especialista em Endocrinologia e Metabologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
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:: Mestre em Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
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:: Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
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:: Membro da Sociedade Brasileira de Diabetes. (comissão científica da diretoria da regional de Minas Gerais).
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:: Membro da Endocrine Society.
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MEU CURRÍCULO LATTES: http://bit.ly/2bmRmHR
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⚠️ 95% DAS VAGAS JÁ ESGOTARAM!🔷 3º Congresso Brasileiro de Medicina Funcional IntegrativaUm evento para profissionais de...
12/10/2026

⚠️ 95% DAS VAGAS JÁ ESGOTARAM!

🔷 3º Congresso Brasileiro de Medicina Funcional Integrativa

Um evento para profissionais de diferentes áreas e especialidades da saúde que compartilham a mesma visão: enxergar o ser humano como um todo indivisível.

Ao conectar diferentes áreas do conhecimento, a abordagem funcional integrativa busca promover saúde, prevenir doenças e tratar suas causas, além de aliviar os sintomas.

🔵 O FUTURO É FUNCIONAL INTEGRATIVO

Serão mais de 30 horas de conteúdo ao longo de três dias, reunindo especialistas de referência em diferentes áreas da saúde.

Você terá a oportunidade de conhecer terapias inovadoras e práticas clínicas que combinam o melhor da medicina convencional com abordagens funcionais integrativas fundamentadas em evidências científicas.

Vai aprofundar seus conhecimentos nas pesquisas e nos avanços científicos mais recentes e participar de estudos de caso, levando novos aprendizados para a sua prática clínica diária.

Tudo isso aprendendo diretamente com professores renomados, que compartilharão suas técnicas e experiências na aplicação da visão funcional integrativa.

🗓️ 30 de outubro a 1º de novembro de 2026

📍 WTC Golden Hall | São Paulo

➡️ Inscreva-se pelo link na descrição do perfil

10/10/2026

🔷 3º Congresso Brasileiro de Medicina Funcional Integrativa 🔷

Quem esteve nas edições anteriores sabe: este congresso fez história e se consolidou como um marco da saúde no Brasil.

Um evento presencial com mais de 30 horas de conteúdo, reunindo especialistas de renome nacional e internacional no maior centro de eventos da América Latina.

Você terá a oportunidade de conhecer terapias inovadoras e práticas clínicas que combinam o melhor da medicina convencional com o melhor da abordagem funcional integrativa, sempre fundamentadas em evidências científicas.

Vai se aprofundar nas pesquisas mais recentes, inovações e avanços científicos.

Vai participar de sessões práticas e estudos de caso, com novos protocolos para implementar no seu dia a dia.

Vai aprender com profissionais de referência, que unem conhecimento científico e ampla experiência clínica.

E vai se conectar com colegas de diversas áreas da saúde e com as principais marcas do setor, criando oportunidades únicas de parcerias.

Faça parte deste movimento e esteja entre o grupo de profissionais que está construindo o futuro da saúde.

🗓️ 30 de outubro a 1º de novembro

📍 WTC Golden Hall | São Paulo

⚠️ ÚLTIMAS VAGAS

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08/10/2026

“Lugol causa Hashimoto.” - Essa é uma afirmação repetida há décadas. Mas quando analisamos as evidências, a história não é tão simples assim.

No início do século passado, o Lugol era amplamente utilizado para diversas finalidades. Na época, surgiram relatos de casos de hipertireoidismo após o uso de iodo, principalmente em pessoas que já apresentavam alterações tireoidianas, como doença de Graves ou bócio nodular.

Isso significa que o iodo causa Hashimoto? Não necessariamente!

É importante entender que a resposta ao iodo depende do contexto clínico de cada paciente. Estado nutricional, inflamação, saúde da tireoide e presença de doenças prévias fazem toda a diferença.

As recomendações atuais de ingestão de iodo foram definidas principalmente para prevenir a deficiência e o bócio em populações inteiras. Porém, evitar deficiência não significa, obrigatoriamente, atingir níveis ideais para todos os indivíduos.

Por isso, antes de repetir conceitos como verdades absolutas, vale a pena olhar para a ciência com mais profundidade e considerar cada caso de forma individualizada.

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Por muito tempo, falar em tratamento da insônia significou pensar principalmente em medicamentos com efeito sedativo. Ma...
07/10/2026

Por muito tempo, falar em tratamento da insônia significou pensar principalmente em medicamentos com efeito sedativo. Mas a ciência vem ampliando essa perspectiva.

O lemborexante, uma nova opção disponível no Brasil, atua por um mecanismo diferente: ele bloqueia os receptores de orexina, um sistema cerebral importante para a manutenção da vigília. Nos estudos clínicos, apresentou benefícios tanto para iniciar quanto para manter o sono, com resultados particularmente interessantes na segunda metade da noite.

Isso significa que ele é melhor que os medicamentos tradicionais? Não necessariamente. Significa que temos uma estratégia farmacológica diferente, que pode fazer sentido para determinados perfis de pacientes.

Tratar insônia não é simplesmente escolher um medicamento para fazer alguém dormir, é investigar por que aquela pessoa não está dormindo. Apneia do sono, menopausa, ansiedade, depressão, dor, alterações circadianas, medicamentos, álcool, cafeína e outros fatores podem estar por trás da queixa. Além disso, na insônia crônica, a TCC-I continua sendo uma das bases do tratamento.

Novas opções são bem-vindas, mas novidade não substitui avaliação individualizada e personalizada para cada paciente.

➡️ Compartilhe com quem precisa entender melhor as novas possibilidades para o tratamento da insônia.

04/10/2026

Diante de uma paciente com dor, infertilidade, sangramento intenso ou outros sintomas associados, simplesmente prescrever um anticoncepcional pode não ser suficiente para compreender a complexidade daquele caso.

A escolha do tratamento exige conhecimento sobre fisiopatologia, metabolismo, eixo hormonal, resistência à progesterona, comorbidades e as diferentes manifestações que podem acompanhar a endometriose.

SOP, adenomiose, alterações metabólicas, lipedema e sintomas gastrointestinais são alguns dos fatores que podem coexistir e modificar a abordagem de cada paciente.

Por isso, os profissionais precisam estar preparados para enxergar além do sintoma e compreender as conexões entre diferentes sistemas.

É esse olhar integrado e aprofundado que você vai aprender na Pós-Graduação em Endocrinologia.

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02/10/2026

O uso dos análogos de GLP-1 no lipedema ainda gera discussões, mas uma coisa é importante entender: eles não atuam apenas sobre o peso.

Tirzepatida e semaglutida apresentam efeitos metabólicos e pleiotrópicos que vão além da redução do apetite. Entre eles, estão efeitos sobre vias relacionadas à inflamação e ao metabolismo aspectos que podem ser relevantes em uma doença marcada por alterações do tecido adiposo, inflamação e fibrose.

Isso ajuda a explicar por que esses medicamentos vêm sendo estudados como uma possível ferramenta no manejo do lipedema.

⚠️ Mas existe um ponto fundamental: GLP-1 não “cura” o lipedema e não substitui o tratamento multidisciplinar.

✅ Alimentação adequada, atividade física, fisioterapia, manejo da inflamação e cuidado com o terreno metabólico continuam fazendo parte de uma abordagem completa.

O objetivo não é simplesmente fazer o paciente emagrecer, é tratar a doença de forma mais ampla e individualizada.

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Lipedema não envolve apenas o aumento do volume das pernas. A função muscular também pode fazer parte dessa história.Em ...
01/10/2026

Lipedema não envolve apenas o aumento do volume das pernas. A função muscular também pode fazer parte dessa história.

Em estágios mais avançados, especialmente na transição entre os estágios 2,5 e 3, pode existir uma dissociação entre o volume dos membros e a capacidade de produzir força.

🎯É nesse contexto que surge a dinapenia: uma redução da força muscular que não é explicada simplesmente pela perda de massa muscular.

Uma das hipóteses discutidas em uma revisão publicada em 2026 é que a inflamação do tecido adiposo, alterações da microcirculação e do metabolismo dos lipídios possam favorecer alterações no músculo, incluindo a chamada miosteatose inflamatória. Esse processo poderia comprometer a eficiência muscular e contribuir para a perda funcional.

E existe ainda um ciclo que pode agravar esse cenário: dor → redução do movimento → descondicionamento → redução da força, tornando a movimentação cada vez mais difícil. 8-Lipedema and Dynapenia.pdf

Por isso, acompanhar o lipedema não deve significar olhar apenas para peso ou volume. Força, mobilidade, dor, edema e capacidade funcional também precisam entrar nessa avaliação.

⚠️Importante: a relação entre lipedema, miosteatose inflamatória e dinapenia apresentada no artigo é um modelo mecanístico ainda em investigação, e não uma relação causal definitivamente comprovada.

📚Fonte: Viana DPC, Invitti AL, Schor E. Lipedema and Dynapenia: Inflammatory Myosteatosis as a Mechanistic Link Between Tissue Expansion and Muscle Dysfunction. Int J Mol Sci. 2026;27:2319. DOI: 10.3390/ijms27052319.

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A TPM não acontece porque a mulher “está exagerando” ou simplesmente porque seus hormônios estão desregulados.As oscilaç...
30/09/2026

A TPM não acontece porque a mulher “está exagerando” ou simplesmente porque seus hormônios estão desregulados.

As oscilações de estrogênio e progesterona fazem parte de um ciclo menstrual normal. O que parece diferenciar mulheres com sintomas pré-menstruais mais intensos é, em parte, a resposta do cérebro às mudanças hormonais e aos neuroesteroides produzidos a partir deles, como a alopregnanolona, que atua sobre o sistema GABAérgico.

Por isso, irritabilidade, ansiedade, alterações do sono e mudanças de humor podem ter uma relação biológica com o período pré-menstrual e não devem ser reduzidas simplesmente a “falta de paciência”.

Também é importante observar a recorrência e o impacto dos sintomas. Sintomas pré-menstruais são comuns, mas quando são intensos, cíclicos e comprometem a vida pessoal, profissional ou os relacionamentos, é necessário investigar a possibilidade de um transtorno pré-menstrual, como a TDPM.

Quando falamos em tratamento, não existe uma estratégia universal. Atividade física, sono, manejo do estresse, alimentação e intervenções específicas podem fazer parte da abordagem, sempre considerando o padrão e a intensidade dos sintomas. Suplementos também não devem ser tratados como receita pronta. Apesar do interesse crescente em compostos naturais para saúde feminina, as evidências de eficácia e segurança variam bastante entre as substâncias e interações também precisam ser consideradas.

📚 Fontes: Modzelewski S. et al. Premenstrual syndrome: new insights into etiology and review of treatment methods. Front Psychiatry. 2024. DOI: 10.3389/fpsyt.2024.1363875. / Liguori F. et al. Premenstrual Syndrome and Premenstrual Dysphoric Disorder’s Impact on Quality of Life, and the Role of Physical Activity. Medicina. 2023;59(11):2044. DOI: 10.3390/medicina59112044. / Dietz BM. et al. Botanicals and Their Bioactive Phytochemicals for Women’s Health. Pharmacol Rev. 2016;68(4):1026–1073. DOI: 10.1124/pr.115.010843.

27/09/2026

A relação entre o iodo e as doenças da tireoide é mais complexa do que pode parecer.

Em alguns contextos, a introdução do sal iodado foi acompanhada pelo aumento da incidência de doenças autoimunes da tireoide, o que levantou a hipótese de uma possível relação entre maior exposição ao iodo e a tireoidite de Hashimoto.

No entanto, os estudos não são unânimes. Algumas pesquisas não encontraram associação entre o excesso crônico de iodo e determinadas formas de hipertireoidismo.

Por isso, é fundamental analisar a literatura científica com senso crítico: nem toda associação indica uma relação de causalidade.

Quando o assunto é iodo, tanto a deficiência quanto o excesso podem ser relevantes. O contexto, a dose e as características individuais de cada pessoa fazem diferença.

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26/09/2026

T3 e T4: qual a diferença e quando cada um deve ser considerado na prática clínica?

Embora os dois sejam hormônios tireoidianos, eles não têm exatamente o mesmo papel no organismo. O T4 é produzido em maior quantidade pela tireoide e funciona, em grande parte, como um precursor que será convertido perifericamente em T3, a forma biologicamente mais ativa do hormônio tireoidiano.

É justamente nessa conversão que começam algumas das questões mais interessantes da prática clínica.

Um paciente pode apresentar exames laboratoriais dentro dos parâmetros esperados e, ainda assim, permanecer com sintomas persistentes. Nesses casos, olhar apenas para um marcador isolado pode não ser suficiente. É preciso integrar sintomas, história clínica, exame físico, exames laboratoriais, fisiologia e contexto individual para compreender o que está acontecendo.

Isso não significa que todo paciente com hipotireoidismo precise receber T3. A indicação deve ser criteriosa, individualizada e fundamentada na literatura científica. O ponto é justamente este: conhecer profundamente as possibilidades terapêuticas permite ao médico sair de condutas automáticas e desenvolver um raciocínio clínico mais completo.

E é esse nível de aprofundamento que diferencia uma atualização pontual de uma formação realmente especializada em Endocrinologia.

Na Pós-Graduação, temas como hipotireoidismo, fisiologia tireoidiana e terapias hormonais são estudados de forma aprofundada, conectando evidência científica à prática clínica.

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