13/03/2018
*** Mudando o normal ***
Já está claro para muitos que nossas interpretações das situações moldam a forma que experimentamos a vida. Interpretamos conforme fomos condicionados ou ensinados que determinada maneira dá certo e de outras não, certos e errados. Verdades adquiridas dos pais, cultura, autoridades, localização, etc. E tudo isso foi forjado por outros, antes desses. Um amontoado de conceitos elaborados em outros contextos que perduram por tradição, mas que no mundo interconectado de hoje, essa normatização tradicional f**a um tanto incoerente e constrangedora.
Assim no mundo, assim dentro de nós. Viemos categorizando nossos sentimentos e emoções numa escala do que queremos ou não sentir. Nesse preconceito emocional tendemos a evitar os que nos desagradam, desejando que sumam e que levem junto o culpado causador. Agindo dessa maneira perdemos muitas oportunidades de nos conhecer mais intimamente e ver a fundo o que aquela situação podia nos ensinar. Isso é visto em terapia como a "consciência de vítima", onde não nos tornamos responsáveis por aquilo que criamos e nos colocamos como "efeito do meio em que se vive". Então recriamos diversas vezes a mesma situação, em enredos e personagens variados, até que possamos solucionar a questão emocional, e compreendermos de onde se originam tais sentimentos.
É um trabalho de autoanálise profundo recomendado ser acompanhado por profissionais. Mas nada impede de usarmos nossa intuição para mudarmos interpretações condicionadas. Basta nos abrirmos à possibilidade de podermos estar equivocados no nosso julgamento, sabendo que em toda situação exitem vários pontos de vista. Se ao invés de agirmos por impulso (usando o que cremos ser verdade), pararmos, respirarmos e nos questionarmos o que mais é possível compreender amorosamente dessa situação, possivelmente irá surgir uma nova resposta mais responsável à mente e assim escolhemos como agir anulando a reação automática. No início é trabalhoso, pois estamos muito habituados a acreditar no que sentimos, sem questionar, mas ao tomarmos uma decisão clara, isso é perfeitamente possível.
Algumas técnicas terapêuticas ajudam a detectar e auxiliar na mudança de crenças e padrões comporta(mentais). O ThetaHealing é uma delas. Se te interessa conhecer, vamos agendar uma consulta?
Luz