12/01/2018
A expectativa na busca de resultados quanto ao uso, faz com que os cosméticos se tornem um fator de cultivo da autoestima, impacto positivo, com poder de transformar por dentro, o que é aplicado por fora.
O uso de cosméticos para pele ultrapassou o objetivo de limpar, perfumar, alterar a aparência e por meio dessa evolução surgiram os dermocosméticos. Para o consumidor, através de uma pesquisa realizada pela ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), os cosméticos vão além da vaidade e beleza, estão ligados à prevenção, são essenciais e indispensáveis para o bem-estar.
A ANVISA define os cosméticos como preparações compostas por substâncias naturais ou sintéticas, de uso externo nas diversas partes do corpo (pele, cabelo, unhas, lábios). Possuem como objetivo exclusivo nessas regiões de aplicação: limpar, perfumar, alterar aparência, corrigir odores corporais, proteger ou mantê-las em bom estado.
Com o desejo de impulsionar os tratamentos estéticos, os dermocosméticos aparecem como alternativa de tratamento não invasivo, que contém ingredientes que são bioativos, ou seja, sua eficácia foi medida e provada através de vários estudos. Possuindo assim, propriedades terapêuticas, de combate a doenças ou mesmo problemas de caráter limitado, de baixo período de latência. Utilizam ativos cuja interação com o organismo é maior que os cosméticos e podem ser prescritos em formulações médicas individuais, sendo manipulados de acordo com a necessidade do paciente. Servem como uma ponte entre os produtos de cuidados pessoais e farmacêuticos.
De um modo Geral, cada um destina-se a ações diferentes e devemos utilizá-los de acordo com os objetivos traçados, seja uma limpeza capilar através de cosméticos, ou um rejuvenescimento facial por meio de dermocosméticos.
Possui dúvidas sobre o tema? Procure orientação médica e farmacêutica.