16/01/2026
O que a ciência sabe sobre os efeitos neurológicos das medicações “incretínicas”.
Os agonistas GLP-1, como semaglutida e liraglutida, não atuam apenas no metabolismo. Estudos recentes mostram que eles alcançam regiões do cérebro relacionadas à memória, atenção e motivação.
Eles reduzem neuroinflamação, estresse oxidativo e parecem promover neuroplasticidade — mecanismos importantes para proteção cognitiva.
Ainda não são tratamentos psiquiátricos, mas a neurociência por trás deles é promissora.