04/10/2026
Nesses últimos meses, após o diagnóstico de câncer de tireoide da minha mãe, pensei muito sobre o amor e o medo de perder. Mesmo sendo da área da saúde e confiando que tudo daria certo, o medo também apareceu.
Lembrei de uma reflexão: quando alguém que amamos parte, sentimos falta não só de quem essa pessoa era, mas também de quem éramos para ela. No olhar da minha mãe, sou filha, sou cuidado, sou alguém profundamente amada. Pensar em perder esse olhar dói.
Isso me lembrou de valorizar o que temos hoje: abraçar, estar perto, dizer “eu te amo”. Porque o amor permanece, mas a oportunidade de vivê-lo juntos é agora