16/08/2026
Depois dos 50, mudanças na intimidade do casal nem sempre significam falta de amor, desejo ou companheirismo.
No climatério e na pós-menopausa, alterações hormonais podem interferir na libido, lubrificação vaginal, conforto durante a relação, qualidade do sono e até no humor. Ardência, secura vaginal, dor na penetração e redução do desejo podem levar a mulher a evitar o contato íntimo — e o parceiro, muitas vezes, interpreta esse afastamento como rejeição.
Mas dor não deve ser normalizada.
O primeiro passo é compreender o que está acontecendo e investigar as possíveis causas: síndrome geniturinária da menopausa, alterações hormonais, infecções, doenças vulvares, disfunções do assoalho pélvico, efeitos de medicamentos ou outros fatores ginecológicos.
O tratamento deve ser individualizado e pode envolver orientação para o casal, cuidados locais, terapia hormonal quando indicada, fisioterapia pélvica e outras abordagens selecionadas após avaliação médica.
Também é importante lembrar que sintomas como sangramento uterino anormal, sangramento após a relação, dor pélvica ou alterações ovarianas merecem investigação específica e, em alguns casos, podem exigir histeroscopia ou tratamento cirúrgico minimamente invasivo.
✨ A sexualidade após os 50 pode continuar sendo uma parte importante da saúde, da autoestima e da conexão do casal.
Não é apenas sobre voltar a ter relações. É sobre recuperar conforto, segurança e qualidade de vida.
Agende sua avaliação ginecológica Dra Fernanda Fernandes - Ginecologista e Obstetra CRM 91046 RQE 72844