Mais Leve Pediatria

Mais Leve Pediatria Nossa missão é promover parto humanizado e infância saudável de forma mais leve.

Quando as temperaturas caem, é comum sentirmos menos sede - e com as crianças isso também acontece. Mas o organismo cont...
24/06/2026

Quando as temperaturas caem, é comum sentirmos menos sede - e com as crianças isso também acontece. Mas o organismo continua precisando de água para funcionar bem, especialmente nessa época do ano, em que infecções respiratórias se tornam mais frequentes.

Além de ajudar no funcionamento do organismo, a hidratação tem um papel importante na saúde das vias respiratórias, no funcionamento do intestino e na recuperação durante gripes e resfriados, tão comuns no inverno.

Nos bebês, o leite materno segue sendo uma excelente fonte de hidratação. Já nas crianças maiores, vale estimular o consumo de água mesmo quando elas não pedem espontaneamente. Frutas, sopas, caldos e alimentos ricos em água também ajudam bastante nesse processo.

Alguns sinais podem indicar que a criança está ingerindo menos líquidos do que precisa, como boca seca, urina escura, irritabilidade, cansaço ou redução da frequência urinária.

No inverno, muitas vezes lembramos dos casacos, das mantas e dos cuidados com o frio, mas a hidratação também precisa fazer parte dessa rotina de cuidado, pois protege o corpo, mantém a imunidade forte e ajuda até na concentração.

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
Pediatria e Neonatologia









A “moleira” é um espaço natural entre os ossos do crânio do bebê, que existe para permitir o crescimento do cérebro nos ...
18/06/2026

A “moleira” é um espaço natural entre os ossos do crânio do bebê, que existe para permitir o crescimento do cérebro nos primeiros meses de vida.

Muitos pais observam mudanças nessa região e ficam preocupados, mas nem toda alteração significa um problema.

Uma moleira levemente mais funda pode acontecer, por exemplo, quando o bebê está mais desidratado, especialmente em situações de febre, vômitos, diarreia ou menor ingestão de líquidos.

Já a moleira mais elevada pode aparecer momentaneamente quando o bebê chora, tosse ou faz força.

O que merece atenção é quando essa alteração persiste ou vem acompanhada de outros sinais, como:
Febre; Sonolência excessiva; Irritabilidade importante; Dificuldade para mamar; Vômitos; Diminuição da urina; Prostração.

Nesses casos, o bebê deve ser avaliado pelo pediatra.

Mais importante do que observar apenas a moleira é olhar o bebê como um todo: comportamento, alimentação, hidratação e disposição ajudam muito a entender quando algo realmente precisa de atenção.

Na dúvida, nunca hesite em procurar orientação médica.

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
Pediatria e Neonatologia








Aquele beijinho no bebê parece só amor, mas pode carregar algo invisível e muito sério. Já atendi mães sem entender o qu...
15/06/2026

Aquele beijinho no bebê parece só amor, mas pode carregar algo invisível e muito sério. Já atendi mães sem entender o que havia acontecido com seu bebê, até descobrirmos que a origem estava em algo simples, um beijinho de alguém próximo.

O vírus do herpes labial, tão comum em adultos, pode ser extremamente perigoso para um recém-nascido, cujo sistema imunológico ainda está se formando. Existe o risco de consequências sérias, como evoluir para uma infecção, atingir órgãos internos e até colocar a vida dele em risco.

Pode parecer exagero, mas a medicina já documenta casos.

E o que torna tudo ainda mais delicado é que muitas pessoas nem sabem que têm o vírus. Ele pode estar presente mesmo sem nenhuma bolha visível. Ou seja: não é falta de cuidado ou intenção, é um risco invisível.

Por isso, alguns cuidados precisam ser claros no dia a dia:

➡️ Evitar beijar o bebê no rosto, boca e mãos;

➡️ Pedir que qualquer pessoa lave bem as mãos antes de pegar o bebê.

São atitudes simples que protegem de algo maior. Não se trata de frescura, mas de proteger quem ainda não tem defesas para se proteger sozinho.

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
Pediatria e Neonatologia








É muito comum que os pais fiquem apreensivos após a vacinação - principalmente nos primeiros meses de vida. Mas a maiori...
12/06/2026

É muito comum que os pais fiquem apreensivos após a vacinação - principalmente nos primeiros meses de vida. Mas a maioria das reações vacinais é leve, esperada e passageira.

As vacinas estimulam o sistema imunológico, e algumas respostas do organismo podem acontecer nesse processo. O importante é observar a criança.

➡️ Reações consideradas normais:
Dor no local da aplicação Vermelhidão ou pequeno inchaço Febre baixa Irritabilidade Sonolência Diminuição do apetite por um curto período

Essas reações costumam melhorar espontaneamente em poucos dias. Algumas crianças podem ficar mais sensíveis e precisando de mais colo, aconchego e descanso após a vacinação.

📌 Sinais que merecem avaliação médica:
Febre alta persistente Dificuldade para respirar Manchas pelo corpo Inchaço importante Choro inconsolável por muitas horas Sonolência excessiva Convulsões Reação alérgica como inchaço nos lábios ou rosto

O mais importante é observar a criança como um todo: se ela está respirando, mamando, interagindo e como se comporta após a vacina.

Sempre que houver dúvida, converse com seu pediatra de confiança. Informação e orientação ajudam a trazer mais segurança para esse momento.

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
Pediatria e Neonatologia








Cada vacina aplicada é um gesto de cuidado, proteção, responsabilidade e amor.No Dia da Imunização, vale lembrar que vac...
09/06/2026

Cada vacina aplicada é um gesto de cuidado, proteção, responsabilidade e amor.

No Dia da Imunização, vale lembrar que vacinar não é apenas prevenir doenças: é oferecer às crianças a oportunidade de crescer com mais saúde, segurança e qualidade de vida.

Muitas doenças que hoje parecem distantes - como sarampo, poliomielite e meningite - já fizeram parte da realidade de milhares de famílias. E foi graças à imunização que conseguimos reduzir complicações graves, internações e salvar vidas ao longo das gerações.

Por isso, manter a carteirinha em dia é um compromisso coletivo de cuidado. Criamos uma rede de proteção que beneficia toda a sociedade.

Confira a carteirinha de vacinação de seu pequeno e mantenha as imunizações em dia. A prevenção continua sendo um dos maiores presentes que podemos oferecer às crianças. 🥰

E, em caso de dúvidas, sempre consulte seu pediatra de confiança!

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
Pediatria e Neonatologia


As festas juninas são cheias de memórias afetivas, brincadeiras, comidas típicas e momentos especiais. Mas, principalmen...
07/06/2026

As festas juninas são cheias de memórias afetivas, brincadeiras, comidas típicas e momentos especiais. Mas, principalmente com bebês e crianças pequenas, alguns cuidados merecem atenção:

➡️ Fogueiras e os fogos de artifício: queimaduras e acidentes podem acontecer. O ideal é manter a supervisão constante e evitar que os pequenos manipulem qualquer tipo de artefato.

➡️ Alimentos duros ou muito pequenos: amendoim, pipoca, milho, pedaços grandes de carne e maçã do amor podem aumentar o risco de engasgo, principalmente nos menores de 4 anos.

➡️ Excesso de açúcar e ultraprocessados: podem causar desconforto gastrointestinal, alteração no sono e até piorar a aceitação alimentar nos dias seguintes.

➡️ Frio: bebês e crianças pequenas perdem calor com mais facilidade, então vale investir em roupas confortáveis, em camadas e adequadas ao clima.

➡️ Vírus respiratórios: ambientes fechados e aglomerações aumentam o risco de transmissão. Crianças gripadas ou com febre devem evitar esses eventos, e a higiene das mãos continua sendo uma aliada importante.

➡️ Fantasias e acessórios: evite peças pequenas que possam se soltar, tecidos inflamáveis ou acessórios desconfortáveis. A roupa precisa permitir que a criança brinque, se movimente e aproveite a festa com segurança.

📌 E acima de tudo: tenha atenção aos gostos da criança. Nem todas gostam de barulho intenso, músicas altas ou ambientes cheios. Respeitar o tempo, o sono e os limites dos pequenos também fazem parte do cuidado.

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
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Madrugada difícil quase sempre tem uma causa. E, quase sempre, tem solução. Existem alguns erros que podem estar acontec...
05/06/2026

Madrugada difícil quase sempre tem uma causa. E, quase sempre, tem solução.

Existem alguns erros que podem estar acontecendo na sua casa:

➡️ Você estimula demais sem perceber

Luz acesa, voz animada, barulho, conversa com o parceiro, tudo isso ativa o sistema nervoso do bebê na hora que ele deveria estar desligando. A madrugada pede silêncio, escuridão e o mínimo de interação possível. Use uma luz âmbar bem baixa e fale apenas o necessário.

➡️ Algo pode estar incomodando o bebê

Frio, calor, roupa apertada, etiqueta pinicando, fralda vazando, qualquer desconforto físico impede o relaxamento. Escolha roupas no tamanho adequado, sem etiquetas costuradas, adequadas à temperatura do quarto.

➡️ A troca da fralda não pode virar um evento

Pijama de botão, que demora para abrir e fechar, expõe o bebê ao frio e o acorda de vez. Com uma troca rápida, o sono tem mais chance de continuar.

➡️ Mudar de ambiente na madrugada

Quarto dos pais – depois quarto do bebê – depois retorno ao quarto dos pais. Circulação confunde o bebê e dificulta muito a volta ao sono. Planeje tudo para que a ma**da e o retorno ao sono aconteçam no mesmo ambiente.

➡️ Sonecas do dia desreguladas

Sonecas muito longas, muito curtas ou fora do horário bagunçam o ritmo natural do bebê e ele cobra isso à noite. Uma rotina de sono durante o dia não é rigidez. É o que permite que ele chegue à noite no momento certo de descansar de verdade.

Se identificar algum desses erros, tente corrigir e alivie suas madrugadas por aí.

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
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Muitos pais não sabem em quais situações a consulta pediátrica em casa pode ser considerada.Na maioria dos casos, ela po...
30/05/2026

Muitos pais não sabem em quais situações a consulta pediátrica em casa pode ser considerada.

Na maioria dos casos, ela pode trazer benefícios importantes e facilitar a avaliação.

➡️ Quando:

✔️ For um recém-nascido com poucos dias de vida;

✔️ A criança está muito indisposta;

✔️ Há necessidade de observar o ambiente da criança, para avaliar alimentação, sono e comportamento;

✔️ A família precisa de orientações mais detalhadas sobre rotina e cuidados.

O mais importante é lembrar que o objetivo da consulta pediátrica é sempre avaliar, orientar e acompanhar o desenvolvimento da criança.

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
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Nos primeiros meses de vida, o cérebro do bebê está em pleno desenvolvimento, mas o que realmente faz diferença não são ...
26/05/2026

Nos primeiros meses de vida, o cérebro do bebê está em pleno desenvolvimento, mas o que realmente faz diferença não são estímulos complexos, e sim a qualidade das interações.

O bebê aprende através do olhar, da voz, do toque e da presença. Conversar, cantar, oferecer colo, manter contato visual e permitir movimentos livres são atitudes simples, mas extremamente poderosas para o desenvolvimento neurológico e emocional.

Mais do que “estimular”, é necessário construir vínculo. 🥰

Evitar excessos, como telas e estímulos artificiais, e respeitar o tempo do bebê são parte essencial desse cuidado.

No início da vida, é o vínculo seguro que sustenta todo o desenvolvimento.

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
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Nem sempre. A ciência mostra que a cor da urina é um dos principais indicadores de hidratação, inclusive já validado em ...
21/05/2026

Nem sempre. A ciência mostra que a cor da urina é um dos principais indicadores de hidratação, inclusive já validado em estudos com crianças.

A cor da urina pode variar durante o dia, e é interessante que se observe.

Urina mais escura geralmente significa que ela está mais concentrada, ou seja:
pode ser apenas falta de água.

Quando a criança se hidrata melhor, a tendência é a urina clarear em poucas horas.

Mas atenção:
Se o xixi continuar escuro, tiver cheiro forte ou vier acompanhado de outros sintomas, como dor, febre associada ou mudança de comportamento, é importante investigar.

Nem toda alteração é grave, mas também não deve ser ignorada. Observar o padrão da urina de forma periódica é mais importante do que se assustar com um episódio.

Dra. Letícia Pivatto – CRM 141045/ RQE 1229771
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