Marisa Nascimento Terapias

Marisa Nascimento Terapias Terapia Holística, Sistêmica, Integrativa e Autoterapia Especialista Emocional.

Conduzo mulheres a terem uma vida pessoal e amorosa conectadas a sua essência e a tomarem melhores decisões.

31/08/2026

Quantas vezes uma companhia nos faz sentir ainda mais sós?

Estar ao lado de alguém não significa, necessariamente, sentir-se acompanhado.

Às vezes, estamos cercados de pessoas, conversamos, sorrimos, compartilhamos a rotina… mas, por dentro, existe uma sensação silenciosa de não ser visto, ouvido ou verdadeiramente acolhido.

A solidão mais dolorosa pode acontecer justamente quando existe alguém ao nosso lado, mas não existe presença, escuta ou conexão.

Relacionamentos saudáveis não exigem que você deixe de ser quem é para caber no mundo do outro. Eles permitem que você exista por inteiro.

E talvez essa seja uma pergunta importante para se fazer: “Eu me sinto verdadeiramente acompanhado nas relações que tenho?”

Porque companhia ocupa espaço. Conexão preenche presença. 🌿



31/08/2026

Você é o projeto mais importante da sua vida. 🤍

Quantas vezes colocamos tudo e todos na frente de nós mesmas?

O trabalho.
A família.
Os relacionamentos.
As responsabilidades.
As expectativas.

E quando percebemos, estamos vivendo no automático e adiando aquilo que também precisa da nossa atenção: nós.

Recomeçar não significa que você fracassou.

Às vezes, significa apenas que você cresceu, mudou de direção e percebeu que o caminho anterior já não combina com quem você está se tornando.

Você pode parar.
Respirar.
Reavaliar.
Mudar de rota.
Começar novamente.

Quantas vezes forem necessárias.

Na psicoterapia e nas terapias integrativas, podemos transformar o olhar sobre nós mesmas, compreender padrões, resgatar necessidades que ficaram esquecidas e construir escolhas mais conscientes.

E o Breathwork pode ser um convite para desacelerar, voltar ao corpo e criar um espaço interno para perceber o que realmente precisa de atenção.

Não espere estar pronta para começar a cuidar de você.

Comece de onde estiver.

Com o que você tem.

No ritmo que conseguir.

Porque talvez o maior compromisso da sua vida não seja chegar a algum lugar.

Seja não desistir de si mesma no caminho. 🌷

❤️

31/08/2026

“Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher.”

Talvez seja justamente essa ideia que precisamos deixar para trás.

Violência contra a mulher não é uma simples “briga de casal”. Quando existe violência, ameaça, controle, humilhação ou abuso, estamos diante de uma questão que ultrapassa os limites da vida privada.

É um problema coletivo.

Uma sociedade que naturaliza a violência, silencia diante dela ou responsabiliza quem está sofrendo acaba contribuindo para que o ciclo continue.

Por isso, proteger uma mulher não é “se meter onde não foi chamado”.

É exercer cidadania.
É oferecer acolhimento.
É não minimizar sinais de violência.
É fortalecer redes de apoio.
É ajudar a mulher a conhecer seus direitos e encontrar caminhos seguros para buscar proteção.

No meu trabalho com psicoterapia e terapias integrativas, acredito que transformação também passa por consciência: reconhecer padrões, fortalecer autoestima, desenvolver autonomia e compreender que ninguém deve precisar suportar violência para manter uma relação.

Mas a responsabilidade não pode ser colocada somente sobre os ombros de quem sofre.

Precisamos de uma sociedade que não pergunte “o que ela fez?”, mas “como podemos protegê-la?”

Que a nossa colher seja o acolhimento.
Que a nossa voz seja a denúncia.
Que a nossa presença seja uma rede.

Porque quando uma mulher está em risco, o silêncio nunca deveria ser considerado neutralidade. 🤍

GNT

31/08/2026

“Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher.”

Talvez seja justamente essa ideia que precisamos deixar para trás.

Violência contra a mulher não é uma simples “briga de casal”. Quando existe violência, ameaça, controle, humilhação ou abuso, estamos diante de uma questão que ultrapassa os limites da vida privada.

É um problema coletivo.

Uma sociedade que naturaliza a violência, silencia diante dela ou responsabiliza quem está sofrendo acaba contribuindo para que o ciclo continue.

Por isso, proteger uma mulher não é “se meter onde não foi chamado”.

É exercer cidadania.
É oferecer acolhimento.
É não minimizar sinais de violência.
É fortalecer redes de apoio.
É ajudar a mulher a conhecer seus direitos e encontrar caminhos seguros para buscar proteção.

No meu trabalho com psicoterapia e terapias integrativas, acredito que transformação também passa por consciência: reconhecer padrões, fortalecer autoestima, desenvolver autonomia e compreender que ninguém deve precisar suportar violência para manter uma relação.

Mas a responsabilidade não pode ser colocada somente sobre os ombros de quem sofre.

Precisamos de uma sociedade que não pergunte “o que ela fez?”, mas “como podemos protegê-la?”

Que a nossa colher seja o acolhimento.
Que a nossa voz seja a denúncia.
Que a nossa presença seja uma rede.

Porque quando uma mulher está em risco, o silêncio nunca deveria ser considerado neutralidade. 🤍

Créditos: GNT

31/08/2026

🌷🌿 Às vezes, insistimos tanto em receber de alguém aquilo que essa pessoa não consegue — ou não quer — oferecer.

Pedimos atenção.
Esperamos cuidado.
Tentamos explicar nossas necessidades.
Diminuímos nossas expectativas para caber naquilo que o outro consegue entregar.

Até que percebemos uma coisa:

não precisamos convencer ninguém a nos tratar com carinho.

Existem relações em que precisamos implorar por migalhas de presença.

E existem relações em que o cuidado acontece com naturalidade, reciprocidade e respeito.

Na psicoterapia e nas terapias integrativas, podemos aprender a reconhecer esses padrões e compreender por que, algumas vezes, permanecemos tentando florescer em lugares que não nos nutrem.

Isso não significa esperar que o outro adivinhe tudo o que precisamos.

Significa aprender a comunicar, estabelecer limites e também observar se existe reciprocidade.

Porque amor saudável não é sobre receber um jardim inteiro o tempo todo.

É sobre não precisar morrer de sede enquanto tenta convencer alguém a regar você. 🤍

Escolha relações onde você possa ser você mesma, onde exista espaço para diálogo, cuidado e troca.

E lembre-se:

Você não precisa aceitar ausência só porque um dia aprendeu a chamar isso de amor. 🌱


31/08/2026

🌷🌿 Às vezes, insistimos tanto em receber de alguém aquilo que essa pessoa não consegue — ou não quer — oferecer.

Pedimos atenção.
Esperamos cuidado.
Tentamos explicar nossas necessidades.
Diminuímos nossas expectativas para caber naquilo que o outro consegue entregar.

Até que percebemos uma coisa:

não precisamos convencer ninguém a nos tratar com carinho.

Existem relações em que precisamos implorar por migalhas de presença.

E existem relações em que o cuidado acontece com naturalidade, reciprocidade e respeito.

Na psicoterapia e nas terapias integrativas, podemos aprender a reconhecer esses padrões e compreender por que, algumas vezes, permanecemos tentando florescer em lugares que não nos nutrem.

Isso não significa esperar que o outro adivinhe tudo o que precisamos.

Significa aprender a comunicar, estabelecer limites e também observar se existe reciprocidade.

Porque amor saudável não é sobre receber um jardim inteiro o tempo todo.

É sobre não precisar morrer de sede enquanto tenta convencer alguém a regar você. 🤍

Escolha relações onde você possa ser você mesma, onde exista espaço para diálogo, cuidado e troca.

E lembre-se:

Você não precisa aceitar ausência só porque um dia aprendeu a chamar isso de amor. 🌱



31/08/2026

Uma mente desorganizada trabalha mais. Uma mente organizada entrega melhor. ✨

Nem sempre o problema é falta de esforço.

Às vezes, você está se esforçando demais porque sua mente está tentando resolver tudo ao mesmo tempo.

Pensa em uma coisa, lembra de outra, começa uma tarefa, interrompe para atender alguém, volta para a primeira, se preocupa com o que ainda não fez…

E, no final do dia, vem aquela sensação:

“Eu fiz tanta coisa… mas parece que não saí do lugar.”

Organizar a mente não significa controlar todos os pensamentos.

Significa criar clareza sobre o que realmente importa, reconhecer prioridades, estabelecer limites e aprender a não carregar tudo ao mesmo tempo.

Na psicoterapia e nas terapias integrativas, podemos desenvolver consciência sobre os padrões que mantêm a mente constantemente em estado de alerta e encontrar formas mais saudáveis de lidar com demandas, emoções e responsabilidades.

E o Breathwork pode ser uma ferramenta complementar para desacelerar, voltar ao corpo e criar pequenos espaços de presença em meio à correria.

Porque produtividade não deveria ser medida pelo quanto você consegue carregar.

Talvez seja hora de fazer menos coisas ao mesmo tempo e estar mais presente naquilo que realmente importa. 🤍

Uma mente organizada não necessariamente faz mais.

Ela desperdiça menos energia. 🌱

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Campinas, SP

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