03/04/2026
O post vale não pela estética, mas pela trajetória. Esse aí é meu perfil lipídico desde 1999 quando fui diagnosticada com “Colesterol alto”! Na verdade é uma Hipercolesterolemia familiar. Esse assunto veio à tona, após conversa com uma parente próxima e ela me relatou que sua filha e sobrinha, ainda adolescente e criança, já apresentam alterações no perfil lipídico e começaram o uso de medicamento para controle, além de mudanças de estilo de vida, ou seja, hábitos alimentares e prática de atividade física. Recentemente, minha sobrinha com 20 anos, em consulta e exames de rotina, também foi diagnosticada com hipercolesterolemia familiar e ainda não iniciou o uso de medicamento, mas já foram orientadas as MEV e teve encaminhamento para nutricionista. Ufa!
Quando eu recebi meu diagnóstico, a orientação foi o uso da estatina, talvez alguma restrição alimentar, que não me recordo.
Na planilha, pode-se visualizar uma evolução a partir de 2016. Nesse ano, especialmente, tiveram mudanças radicais na minha vida que talvez tenham influenciado uma perda ponderal que levou à redução das taxas, mas foi a partir de 2017 que começou a melhorar consideravelmente. E esse período coincide com o início do meu curso de nutrição, e quando eu comecei a mudar minha conduta.
Além do uso da Rosuvastiva desde 1999, aliei a mudança de hábitos alimentares. Nesse ínterim, fui diagnosticada com HAS, que talvez já pré existisse, mas fora desconsiderada pela idade e pelo peso adequado. Foi confirmada, quando em 2017, fui fazer exames para iniciar o Cross fit. Decidi então aliar a musculação às aulas de dança Flamenca que faço desde 2017, além de caminhadas e yoga.
O que eu quero mostrar aqui:
Nesse caso, as estatinas, talvez associadas com outros fármacos para o controle do triglicerídeos, são indispensáveis, pois não depende só e exclusivamente de MEV.
Masssss, elas são muito bem vindas, se bem orientadas por profissionais como nutricionistas e educadores físicos que podem melhorar muito o quadro clínico do paciente e evitar mais DCNT.
Se tem alguma dúvida, se deseja orientações nutricionais para DCNT ou perda de peso para melhora de quadro clínico. Entre em contato!